Jaime e Bela!

Jaime e Bela!

Jaime e Bela!


Portrait of Happy Young Woman Using Mobile Phone in City

Todos os amores são possíveis!

O Jaime e a Bela há algum tempo que se iam namorando e descobrindo via internet, primeiro no facebook, depois no Messenger e finalmente pelo telefone, até se decidirem pelo encontro ao vivo e a cores. A Bela era bem mais arrojada, tranquila, menos ansiosa, mas o Jaime queria muito não perder esta mulher de vista e por essa razão o seu coração ia bem mais apertadinho. Tinha pesadelos com a possibilidade dela não gostar dele a quando do confronto visual, que as suas feromonas não reagissem, que os olhos que ela tanto dizia admirar, afinal não se iluminassem... A Bela era realmente uma mulher bela, sobretudo para ele. Já vira as suas fotos e tinha-as perscrutado ao ínfimo pormenor. Nada, mas mesmo nada nela parecia estar fora de lugar, era alta, elegante, distinta, com um sorriso genuíno.

- Vês tudo isso porque estás apaixonado, homem de Deus.
- Não digas isso Artur, tu viste as fotos, ela é deveras bonita.
- Opá, eu sou gajo, mas também sei ver que tu não és nada de se deitar fora, por isso acalma-te. 

Mais fácil dizer do que fazer!

Correu tudo muito bem, graças sobretudo à magia de Bela, que conseguiu deixá-lo à vontade, seguro, tendo inclusive soltado, ambos, grandes gargalhadas. Já pareciam conhecer-se bem, e há muito tempo, estavam apenas a passar pelo ritual do toque, do olhar nos olhos do outro e do reconhecer o que já antecipavam.

Continua...
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Líder ou seguidor?

Líder ou seguidor?

Líder ou seguidor?



Líder ou seguidor? Como se sentem e se vêem? Seguem ou fazem-se seguir?

Toda a minha vida me vi como alguém que não pretendia ser carneiro, "no sir". Não gosto de imitar, de fazer só porque se faz, dizer desta forma ou da outra porque assim alguém o deseja. Tenho vontade própria, sei o que quero e o que não quero. Claro que não é fácil, mas é possível. Se ensinarmos aos outros como nos devem ver ou tratar, tudo o resto se torna natural.

Os seguidores são cegos, sem vontade própria, não querem arriscar, têm medo de serem apontados e olhados. Estamos nesta vida, todos, com um propósito. Quando o descobrirmos, tudo se encaixa e tudo fica perceptível.

Sem seguir, apenas existindo e fazendo acontecer!
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What?

What?

Feelme/How and why?Tema:In English!
Imagem retirada da internet

What makes some people want to step into our lives?

No idea, and I rarely understand God´s myterious ways, but I am learning to accept it, and to enjoy what comes.

Sometimes we look, and look, for who we think to be the right person, but most of the times, we do not pick and choose, something or someone up above, does it for us.

I´ll keep on asking, even though I tend to run after less each time, but I sense that, one day, we will finally meet.

I have no idea how or who, but he´ll come to me!
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Até que a morte nos separe...

Até que a morte nos separe...

Até que a morte nos separe...


Resultado de imagem para casal com ódio
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Até que a morte nos separe! Isto é que se começará a dizer e a escrever, não quando os casamentos acontecem, mas sim quando se iniciam os divórcios. A batalha campal é tão grande, que os ódios se acendem e inflamam de tal forma, que muito dificilmente se separarão realmente. Quem permanece ligado, sobretudo pelo ódio, dificilmente conseguirá libertar-se e aparentemente apenas a morte permitirá o desligar de acusações mútuas.

Existem pessoas que mesmo após terem refeito a vida amorosa e já partilhando a cama com um ou uma companheira, continuam a desejar desgraças e a espalhar ódios. É triste mas real, e com a actual conjuntura do país, tem-se vindo a agravar. As pessoas lutam, e felizmente para os advogados, por míseros tostões, sofás, ou televisões, intentam acções judiciais e vão a tribunal gritar injúrias.

So sad and so useless!

Até que a morte nos separe deveria ser por muito amor, desejo e amizade, nunca por ódio.
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Who has never fallen in love?

Who has never fallen in love?

Who has never fallen in love?


Who has never fallen in love? I know I have, a couple of times I may say! Falling in love is what makes the clock tick, the world go round... It is said that men and women love in different ways, maybe so, but I believe they are capable of falling in love, and of loving too much, like we usually do. The heart is definatelly a powerful organ, and it can control our every move, desire, hability to think, or no to. The heart knows where it wants to go, how it needs to feel, and if we don´t go his way, pain is in order.

I have fallen in love in a very serious and crazy way. I do not regret it, because it made me see the world in a totally different way, it opened my mind, all my body reacted, and it made me who I am today.

If you have never fallen in love, well, at least try to, for once in your life, and you´ll understand a bunch of things better.

Talk to me, those of you you who never did...
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A esposa e mãe perfeitas!

A esposa e mãe perfeitas!


Será que isso existe realmente, e que deveremos querer atingir tal grau de perfeição?

O que poderá fazer de nós alguém perfeito, aos olhos dos outros, aos nossos olhos? Que abnegações deveremos ter, do que necessitamos de desistir, até onde precisamos de ir?

Já desisti de seguir fórmulas, padrões, preciso de ser a perfeita "eu", para permitir aos outros, aos que amo realmente, alguma normalidade perfeita.

Sinto que quando me vou deitar mais tranquila, foi porque concluí o que me propunha, porque me cuidei mais e por consequência cuidei dos meus. Se eu sentir a necessidade de parecer perfeita, todas as minhas imperfeições me deixarão triste, desiludida, e não preciso que isso aconteça.

Estou a acompanhar a série, "The perfect Wife", tem sido fantástico ver com uma mulher pode voltar a eclodir, a ser ela mesma, lutando contra o que sente, contra o que lhe pretendem impor, terminando os seus duros dias mais viva. Não devemos nunca, em momento algum, apagarmo-nos para iluminar o outro, porque se a luz dele ou dela nos falhar, tudo o resto parecerá ter sido em vão.

Acredito, cada vez mais, que os casamentos, as relações, só poderão resultar, se cada um tiver o seu tempo, espaço, desejos realizados. Se formos cuidados, e respeitados por quem escolhemos partilhar a vida, as quedas serão mais suaves, e reerguermo-nos será mais fácil.

Quando eu for perfeita aos olhos de alguém, marido ou filhos, já o terei conseguido ser para mim mesma!
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Vem que te dou tudo...

Vem que te dou tudo...

Vem que te dou tudo...

adult, anger, art
Feelme/Vem que te dou tudo...Tema:Contos!

O Jonas há muito que deixara de sentir a chama que outrora o impelia para a mulher. Casaram-se imensamente apaixonados, entendiam-se na cama como poucos, raramente estavam em desacordo e sabiam exactamente o que esperar um do outro, mas de há uns meses para cá...

- Estás a dizer que ela se fez a ti?
- Opá, no início julguei que estaria a fantasiar, ela é um pedaço de mulher, tem tudo no sítio, não me parecia possível.
- Mas e o que aconteceu, conta homem de Deus.
- Fomos jantar no fim-de-semana que a Ângela foi para Madrid e foi muito mais do que poderia esperar. Ela é incrível, inteligente, de conversa e sorriso fáceis, envolve-nos com facilidade, e tem um olhar...
- Estás caidinho, logo tu, sempre achámos todos que o teu casamento era o perfeito, o único que sobreviveria a qualquer tempestade. Chegaste a vias de facto?
- Sim, nessa mesma noite. Fomos para um motel, a sensação que tive foi que aquele não era eu, deixei-me levar pelos instintos, pelo desejo de a ter e quando a ouvi dizer - Vem que te dou tudo - deixei de raciocinar, o corpo dela é incrivelmente bonito, torneado, suave, enlouqueceu-me, estivemos toda a noite juntos, nunca parámos, ela deu-me luta e adorei a sensação triunfante de a sentir gozar.
- O que vais fazer agora?
- Vou contar à Ângela.
- Enlouqueceste?
- Não, decidi que quero mais, que a nossa relação não me basta, e não a quero andar a enganar ou a empatar. Ela também tem o direito de refazer a vida.
- Bolas que te deu com força, mas assim mesmo deve imperar o bom senso. Vê lá não te deslumbres.

A verdade é que não existem fórmulas secretas, nem maneiras mais ou menos correctas de nos conduzirmos. A vida é feita de escolhas e só o futuro nos revelará se foram as mais acertadas. Até lá é ir usando e abusando do bom senso, sempre que a mente o permitir...
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Telefonemas que nos abalam por dentro...

Telefonemas que nos abalam por dentro...

Telefonemas que nos abalam por dentro...



Aquele telefonema mudara tudo na minha vida, mas também me dera a possibilidade de deixar o passado para trás, de seguir, move on!

- Olá boa tarde, estou a falar com a Andreia?
- Sim, sou eu.
- A Andreia não me conhece, mas tenho algo para lhe dizer do Artur, nós somos amigos recentes e muito especiais.

Julgo que senti as minhas pernas tremerem e um milhão de coisas correram rapidamente pelo meu cérebro, tentando em vão descortinar o que significaria tudo aquilo, mas nem para mim, mulher de mente tão fértil, seria jamais previsível o que ouvi na esplanada do café que frequento.

- Quer um copo de água, está muito pálida.
- Um homem que eu não conhecia, por sinal com um aspecto bem agradável, percebia-se que era  culto e polido, acabara de me dizer que tinha uma relação amorosa com o meu ex-marido. Caramba!
- Não esteja à procura dos sinais, não se martirize, as coisas nem sempre funcionam assim e não significa que o Artur seja homossexual, poderá ser bissexual e nada do que tiveram antes esteve em jogo.
- Parece conhecê-lo muito bem...
- Apenas após a vossa separação, e sim, acho que o conheço bem e estou disposto a tê-lo comigo, ajudando-o a superar o que vem aí, eu sei que não vai ser fácil, mas conto com a sua ajuda. Vocês têm filhos em comum e nenhum dos dois irá querer vê-los magoados ou infelizes.
- Contam continuar a viver aqui?
- Eu já lhe propus mudar, tenho casa em Évora, seria um período menos conturbado e por lá todos me conhecem, aceitam e respeitam. Se ficarmos por cá, não terei como o proteger.
- Concordo!

Foi tudo o que consegui dizer. Saí dali com a cabeça a latejar, apanhada de surpresa, incrédula, buscando e rebuscando todo o meu passado com ele, mas em nenhum momento poderia ter suspeitado de algo assim. O que me restava agora? Proteger os meus filhos e por muito que me apetecesse gritar-lhe, despejar toda a minha raiva e incredulidade, senti-me de repente demasiado desapegada e sem qualquer interesse pelo que me poderia dizer.

Um dia mais tarde, quando o Paulo e o João fossem mais velhos, aí poderiam vir então a saber do pai, e quem sabe, como em muitas outras situações idênticas, ter com ele uma relação natural, sem constrangimentos.

Eu, por ora, teria que retomar o meu percurso de vida e cuidar-me o suficiente para não sair magoada disto. Afinal de contas, a vida é feita de escolhas, e ele já não é mais o meu marido, é tão somente o homem que escolhi um dia. É uma pessoa que fez escolhas, é um indivíduo e não me deve nada, já não!

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Who matters the most?

Who matters the most?

Who matters the most?



To this question, who matters the most, I have to answer, ME!


It´s been a struggle to learn how to let go of the past, not to hope too much for the future, but simply to live in the present. Dropping the things which harmed me, enjoying every single second of my present, learning about who I am, and what I expect, that´s my true fight.

I have to forgive myself every day for what I alouded others to do to me. I have  to learn to let go, and to simple enjoy the moment.

Who matters the most? It has to be me.
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Estavas mesmo lá...

Estavas mesmo lá...

Estavas mesmo lá...


Andava a receber chamadas de um número oculto, mensagens desconexas, avisos subtis, mas não liguei! Não liguei até se ter instalado a suspeita, já não havia mais forma de esconder o meu desconforto, o que quereria tudo aquilo dizer?

Quando devotamos anos e anos a alguém que julgamos conhecer melhor do que a nós mesmos e de repente, bam, o pano cai, a suspeita instala-se, a dúvida não nos abandona mais e aí já nada mais resta...

Mesmo sentindo-me desgostosa comigo mesma e acusando-me interiormente por suspeitar, por permitir que me fizessem olhar-te de outra forma, acabei a não resistir, segui as pistas que me forneciam a um ritmo diário e eis que te vi. Estavas mesmo lá. Eras tu, tal como se te pintaram, tal como te viram por dentro e da forma que a mim se me escapou. Estavas mesmo lá, tu e a pessoa cujos contornos identifiquei, era afinal quem tu escolheras, por quem te expunhas e  com quem me traías.

Estavas mesmo lá, eu vi-te e... e pronto, o pano caiu e eu retornei ao que sobrou de mim. 
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So much me now!

So much me now!

So much me now!

Feelme/So much me now!Tema: In English!

I need you so much, I know there is nothing more I can do, but to search for the love I want and need from you!

Please come, please bring me you, give me the site of the man I once knew, and know is out there, somewhere.

All of me is wanting the all of you, your body, lips, the hair I love to touch, the sound of your voice, come honey, I need to touch you, to have you...

My all me could make you know, right now, how much you´re loosing, and how dark both our lives can be.

Stop running, I´m here, take me!
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Isto de ser viciada em palavras...

Isto de ser viciada em palavras...

Isto de ser viciada em palavras...



Se eu não fosse tão palavras, provavelmente já teria encontrado alguém, e quem sabe esse alguém até me faria feliz, mas insisto em esperar que do outro lado jorrem as palavras que preciso e quero ouvir, assim sendo...

Basta-me uma palavra fora de contexto, palavras atropeladas, mal ditas, que soam a algo inteiramente diferente, para que a minha pele reaja, para que todo o meu ser rejeite quem, com todas as suas capacidades, tenha a incapacidade de usar as palavras certas.

Por onde andará esse ser, se é que existe, que consiga fazer-me sorver sílabas, agradar-me com os seus sons, rever-me neles?

Preciso de alguém assim, alguém que, mesmo com outras prerrogativas, incluam mais esta, porque sem ela... nada feito, fico para aqui a falar e a escrever sozinha!
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Quero-te, muito, sempre, já...

Quero-te, muito, sempre, já...

Quero-te, muito, sempre, já...


- Quero-te, muito, sempre, já...

Era sempre assim que o Pedro me falava, sobretudo quando as suas ausências em viagem eram maiores do que o habitual!

Para mim, estar 1 semana sem ele era fisicamente doloroso, eu decidira não o admitir por palavras, mas sentia-o bem dentro de mim, e mantinha-me desconfortável perante a sensação de total dependência emocional.

O Pedro surgiu na minha vida, quando eu já achava que tudo estava muito bem, e ponho ênfase no muito bem. Não necessitava de mais nada para além do que tinha, a minha auto estima estava intacta, os meus sonhos e planos eram o que me movia, cuidava de mim, do meu corpo, fazia formações, estava de regresso à faculdade, finalmente, para o doutoramento, tudo se encaixava, mas eis que o Pedro aparece...

Quando nos olhámos, as minhas pernas estremeceram, o meu coração saltou, e eu nunca mais fui a mesma. No entanto não me arrependo, nem por um segundo. Estar com ele, beber da sua jovialidade, paciência, cuidado extremo comigo, saber que vive comigo e para mim, que nunca se esquece de me dizer que sou importante, que já me deveria ter encontrado noutra era, tudo isso é o que me completa e deixa a mulher que sou e sinto, hoje.

- Olá meu amor, eu também te quero, muito, hoje e sempre. Já, também seria bom, aliás, o ideal!
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Quando uma mulher regressa...

Quando uma mulher regressa...

Feelme/Quando uma mulher regressa...Tema:Contos!
Imagem retirada da internet

Não tem sido fácil para a Ana voltar ao mundo do trabalho, mas sempre foi uma excelente profissional, e sabe que só precisa de se adaptar, de ganhar forças e de seguir em frente!

De propósito ou não, fazem-na sentir-se "velha", constantemente, deslocada, uma mãe. Olham-na quase que de soslaio.

- Como pode uma advogada tão brilhante desistir de tudo por amor?
- São escolhas minha querida.


Serão certamente, mas Ana considera-as agora burrices. Decisões ténues e tentativas fracassadas de passar apenas a servir os outros, de deixar de ter e de ser para apenas dar, e deu-se, aos filhos e sobretudo ao marido. Dos filhos não lamenta qualquer minuto, são pessoas admiráveis, seres humanos com carácter, respeitam a mãe, admiram-na e são, agora mais do que nunca, a bóia que a mantém à tona de água. Já do marido, do João, todos os minutos entraram pelo ralo, não permitindo que se aproveitasse o que quer que fosse. Aquela relação extra-conjugal fora totalmente inexplicável. Devotara-lhe sempre imenso respeito, não o imaginando, em nenhum momento, a perseguir menininhas, a querer algo que sustentou mais tarde como sendo para quebrar a rigidez da sua vida.

Ana sabe que jamais se perdoará e que se culpará para sempre por se ter remetido ao papel secundário. Deixara-o brilhar e em troca recebera muita dor e revolta.

Quando uma mulher tem que regressar, ao trabalho, à vida lá fora, por mais duro que seja, o que a move será sempre para a levar ao sucesso e para esta mulher não será diferente.

- Olá mamã, estás cansada?
-Um pouco minha querida, mas feliz e completa.
- Ganhaste o caso?
- Sim, mais um. Sabes minha querida, quero e preciso muito que entendas algo, faz-te sempre a mais importante, não te entregues ao que acham ser o melhor para ti sem dares luta. A tua felicidade é a razão pela qual te concebi e trouxe a este mundo, entendes-me?
- Sim, mamã, entendo-te muito bem e amo-te muito.
- Eu também, a ti e ao teu irmão, daqui até à lua!





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Não deu certo... lamento...

Não deu certo... lamento...

Não deu certo... lamento...


Conheci o Jack ainda na escola primária, as nossas mães eram como irmãs, faziam as mesmas coisas, gostavam de tudo o que agradava à outra, e nós crescemos a gostarmos de nos sabermos felizes!

Acabámos obviamente namorados, nem nos afastámos quando frequentámos universidades diferentes, o nosso namoro era inabalável.

A minha paixão pela escrita de investigação, levou-me a trabalhar numa grande revista, e os meus dias e noites passavam-se à volta do que mais gostava de fazer. Havia tanto para aprender e dominar, eu mal dormia com tanta adrenalina.

Infelizmente, e nesse único aspecto, éramos o oposto um do outro. O Jack queria apenas e só um emprego das 9 às 5, que lhe permitisse jogar squash com os amigos, refastelar-se na esplanada de um bar, onde todos juntos riam das anedotas gastas e admiravam as pernas das miúdas.

Inevitavelmente, as coisas não correram bem, começou a cobrar-me as longas horas que eu devotava à profissão, a ressentir-se do meu desejo, segundo ele "absurdo" de ter e ser muito mais. O apartamento que partilhávamos passou a ser demasiado pequeno para mim, começou a sufocar-me. Não conseguia ter um espaço para a minha outra paixão que é a fotografia, e ver as caixas que ainda se amontoavam à procura a de serem arrumadas enlouquecia-me. Nada daquilo era eu, ou o que desejara para mim.

Estou a olhar pela enorme janela do meu novo lar. Tenho tudo o que desejei, mas o Jack já não está comigo. A vida é feita de testes constantes, e as pessoas que amamos nem sempre estão do nosso lado, para o bem e para o mal. Eu sei que ainda o vou amar por muito tempo, mas decidi que não poderia desistir de mim, que teria que me sentir completa e inteira para fazer os outros felizes.

Passei a aceitar as viagens constantes, sou a mais requisitada na redacção, tenho o meu estúdio em casa, onde as fotos, as que tanto vão representando cada passo novo, já não estão em caixas.

Prometi que o meu interior conta mais, e que não vou desistir de procurar alguém que me acompanhe sempre, que tenha o meu ritmo, que partilhe os meus desejos e sonhos, que se regozije com os meus triunfos. Até lá...
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Nightmare jobs!

Nightmare jobs!

Nightmare jobs!


Buy a sad tale, a Color Photography on Paper, by Federico Bebber from Italy, For sale, Price is $1690, Size is 39.4 x 27.6 x 0.4 in.


Is it possible to have a dream job, but with total shitty people along with it? Some appear to be in this planet only to make others lives miserable. They have no inner beauty, they can´t find no thread of humanity, friendship, or interest on others. It´s so sad!

We can have an amazing job, exactly the one we´ve been dying to have, but then come the others, and we have to learn how to deal with them, how to escape the futilities and their inability to relate. This is what the all world is about, fighting, making enemies, not being, only to be, if you know what I mean...

I just wish some jobs could come with enduring filters, something to put away bad drafts!


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Home Alone...

Home Alone...



É duro, por vezes, acabar sozinha, em casa, em alturas especiais, quando tanto mundo acontece lá fora!

As escolhas são isso mesmo, e nem sempre trazem um final feliz, mas há que nos guiarmos pelas convicções, pelo que consideramos certo, se não que mais nos resta?

De repente somos um casal, para o bem e para o mal, partilhamos tudo, sentimos a dobrar, cuidamos de outra pessoa para além de nós mesmas, damos amor, muito mais do que conseguimos receber, mas sentimo-nos felizes, a maior parte do tempo, até que finalmente, um dia, as luzes apagam-se, o glamour vai-se, e nada faz mais sentido.

Sozinha, bebendo devagar o meu vinho, recordo-me sobretudo do que eu era, e do que me tornei quando deixei que me apagassem, que me misturassem numa enorme taça de vidas planeadas.

Como se cura um coração que agora sofre? Não sei ainda, mas vou ter que aprender.

Lá fora a chuva arrefece-me por dentro, estou cansada de te querer sem volta, preciso de conseguir que o meu coração pare de sofrer, quero-o de volta, feliz, "opened, mine again".

Até saber como se cura o meu coração partido, vou ficando, sozinha, no meu canto, tentando não me apagar de vez!




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Inspiração, precisa-se...

Inspiração, precisa-se...

Inspiração, precisa-se...



Tudo e nada pode servir de inspiração, a quem usa as palavras para chegar a algum lado, ou quem sabe a lado algum!

Confusing? Nãaa!!

Quem, como eu, encontra no teclado, uma das razões pelas quais sou, sinceramente feliz, precisa de fontes de inspiração, que inspirem mesmo, que façam um click, que me permitam avançar e crescer a partir daí, e assim oferecer o que sei fazer melhor, construir sonhos, histórias, relatos nem sempre reais, mas que nos permitem continuar a acreditar.

Hoje inspirei-me em pequenos "recados" sobre mim mesma, "cuidado, não deixes a idade fugir-te". A partir daí, decidi que tudo serve para nos acordar, e que por aí algures, existirá sempre quem não nos permita abandonar ideais, quem nos prove que é possível, no matter what age, ter o que perdemos algures no tempo.

Vou continuar a partilhar-me convosco, trazendo cores mais vivas aos vossos dias, elegância, glamour, oferecer-vos tudo o que desejo para mim mesma!
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Irreverência...Arrojo!

Irreverência...Arrojo!

Irreverência...Arrojo!

Quero e vou conseguir usar e abusar dos meus dotes e capacidades. Preciso de sair da casca, de me sentir mais confiante com o que sou!

Se faço virar cabeças, tenho que o tomar como natural e melhorar, sempre, porque eu sim, melhorei com a idade, fiquei uma pessoa melhor. Gosto da minha companhia.

Hoje sinto-me assim...

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Quem te segura a mão?

Quem te segura a mão?

Quem te segura a mão?


|| Pinterest: Isabarvalho || não autoral

Será que estamos a criar relações que nos permitam vir a ter algum colo no futuro?

Quando a vida nos prega truques, quando as relações terminam, as doenças nos espreitam, quando tudo parece ficar do avesso, até a nossa capacidade de resistir, será que teremos quem nos segure a mão, quem nos dê colo e nos acaricie os cabelos?

Vivemos demasiado à pressa, não cuidando e não cimentando relações. Vivemos sem saber para onde estamos a caminhar quando a velhice espreitar, quando os passos já não forem tão firmes. Muito para cá desse tempo que espero sinceramente ainda viver, quero poder vivenciar um novo percurso. Gostaria de saber e de sentir, que terei alguém ao meu lado e que sempre que me apetecer chorar, rir, gargalhar, ou apenas ficar em silêncio, terei uma amiga, ou amigas, do meu lado. Amigas que me conheçam o bastante para saber o que estou a pensar, o que me deixa animada e o que preciso de ouvir. Cuidem das vossas, não as afastem, defendam-nas, desculpem-nas, sejam alguém que também estará lá, para elas, sempre, porque as boas amigas são as que nos irão dar a mão, quando dela precisarmos!
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Bad news can be...

Bad news can be...

Bad news can be...

Pathway Between Green Trees Brown Steel Gate during Daytime
Feelme/Bad news can be...Tema:In English

I hate the feelings I´ve been having lately. I truly trust my instincts, and they scream at me that I´m right, that I am not making things up!

Really? I´m so disappointed, how come I never say it before? Were they always there, the signs? Maybe they weren´t or maybe they were easily covered back then, but now, at this point in my life where I no longer needed to know, I feel betrayed, and angry, and...

Oh bugger! I know I´ll survive it all, like I always do, but for the meantime, it´s really making me angry and driving me crazy!
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O que é que nos muda?

O que é que nos muda?

O que é que nos muda?


The clock ticks!

De repente, o relógio que passa a dar as horas de forma mais estridente, fazendo-nos querer algo com mais intensidade, e é aí que algo muda, passa a ser diferente do dia para a noite e todas as prioridades se invertem. Eu sei que foi assim comigo, 10 anos após uma relação em que parecia não haver espaço para filhos, mas há um dia em que passa a fazer sentido ter mais um elemento, ter alguém de quem cuidar em pleno, deixando de ser egoísta, podendo dormir até tarde, ficar sossegada na toalha da praia, ler e decidir quando voltar, baseado apenas em mim, em nós.

Um dia, todo o nosso universo se direcciona para o aumento da espécie, para os instintos, que tal qual um relógio, nos avisam que chegou a hora.

O que é que nos muda afinal? Nunca o entendi, mas a mudança que operei fez-me mais feliz, deu sentido ao meu estar aqui, hoje, fez com que todas as palavras e acções, tenham reflexos. Eu cuidei da extensão de mim, e cabe-me cuidar dela e colocá-la à frente de todos os meus desejos e interesses.

Talvez o que nos mude seja a necessidade de sermos melhores, eu fiquei!
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