Mais 1!

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Feelme/Mais 1! Etiqueta: Me

Aqui vamos nós, na recta final de mais um ano. 2014 foi bem generoso comigo e ajudou-me na viragem que se impunha, porque me impus a mim mesma mudar, chegar mais longe e ser mais eu em todos os momentos da minha vida!

Profissionalmente permiti-me restabelecer o que me proporcionou um crescimento incrível, dei passos gigantes, aprendi com alguma dor, mas com muita vontade de me superar e consegui-o. Saí, pela porta da frente e mais segura, com uma bagagem que me irá certamente valer de muito no futuro. Foram colocados, no meu caminho pessoas maravilhosas e outras que não o sendo tanto, serviram para que soubesse distingui-las. Estou pronta para um novo desafio agora e 2015 virá com ele, não é apenas um desejo, é uma certeza.

Emocionalmente, uiiii, aqui é que o ano se superou. Consegui, FELIZMENTE, materializar um "fantasma" que me ensombrava, há largos anos, que me impedia de olhar para outro lado que não para dentro de mim mesma e do desejo que tinha de o tornar real e de o perceber. Tive-o como estava escrito, algures, no destino, nas estrelas, sei lá eu muito bem onde. Foi natural, poderoso e intenso pelo final, pelo arrumar da casa. Sinto que saltei de felicidade, que o meu coração se restabeleceu por ter voltado a ser meu, TODO. Cuidei de não perder a oportunidade que me oferecia o Universo e tive a resposta que esperava.

Com o coração tranquilo, acabará a entrar alguém, talvez "TU". Por tudo o que armazenei, construí e visualizei, agradeço a passagem deste ano e anseio pelo da concretização. Depois de aprendermos a dançar, só nos resta mesmo encontrar a pista certa e usar os pés, muito, sem parar, ao som das músicas que servirem para nos fazerem mover ao ritmo certo.

Desejo a todos vocês, familiares e amigos, os novos e os de sempre, o dobro de tudo o que pretendo para mim mesma. Procurem que vão encontrar, sejam e só poderão encontrar quem o seja de igual forma. Sorriam, porque a vida está a vigiar-vos!
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Quem disse?

Quem disse?

Quem disse?



Quem afirmou, como se soubesse dos mistérios do mundo, que não se sobrevive a um desamor sem mazelas?

Quando gostamos de nós e nos respeitamos, o que os outros não conseguem dar  deixa de ser problema nosso. Aprendi a apenas amar quem o deseja, porque ao fazermos uma triagem, percebemos do que padecem e o que esperam de alguém. Assim conseguimos chegar a algum lugar ou a entender que não chegaremos a lugar algum. Os amores não podem ser unilaterais, quem dá precisa de receber, quem sonha precisa de matéria para manter vivo o que criou, precisa de chama, de oxigénio e ou o outro é capaz ou terá que sair de cima.

Sou um ser afortunado por nunca ficar a remoer dores que não pretendo carregar. Levanto-me e continuo, arregaço as mangas e produzo, faço os meus dias correrem à minha velocidade, sorrindo no percurso e entendendo que o que não me pertencia não teria como ficar.

Quem disse que se fica a sofrer horrores de cada vez que nos olham sem nos conseguirem ver e nos avaliam por baixo? Eu atesto que as pessoas só têm a importância que decidirmos atribuir-lhes, nem mais nem menos.

Cada vez que cresço um pouco mais, coloco-me um lugar à frente, já sou eu em primeiro, em segundo, em terceiro...

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Tornar-me piegas?

Tornar-me piegas?

Tornar-me piegas?




Tornar-me piegas? Mas é que nem pensar!NO, PLEASE! Não me apetece de todo, mas também sou humana e tenho dores, sobretudo de alma e sei que esta dor vai custar a passar se eu a remoer, se olhar demasiado para o que podia ter sido feito, se me culpar por não ter percebido!

Mesmo quando viajamos para o nosso destino, e até conhecemos todo o percurso visualizando-o, teremos sempre que ir percorrendo cada pedaço de estrada onde por vezes surgirão buracos, obras, ruas cortadas e desvios. Eles surgem quando menos esperamos e estão nos lugares menos prováveis, simplesmente porque não controlamos nada, ou muito pouco.

Não me vou castigar, não desta vez, porque sei que me dei toda. Sei que fiz o que era suposto e que baixei as guardas. Sei que estive quando me foi pedido e que me visualizei do outro lado, no teu caminho, mas não deu, tu não quiseste, não o soubeste partilhar comigo, pensando nas soluções, esperando e viver um dia de cada vez, ajustando-o.

Nem tudo é mau, já te tive e senti, provei-te, estive nos teus braços e gostei de cada segundo. Vou-me agarrar ao que realmente importa e seguir com a minha vida. Depois de ti virá quem saberá de mim, tenho a certeza!
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Moving!

Moving!



Temos que continuar, parar não é opção, não para mim, porque não quero, não devo e não posso!

A vida tem muito para se usufruir, todas as pessoas que passam por nós, fazem-no por alguma razão, poderemos até não entender no imediato, mas depois, analisando com a cabeça fria, acabaremos a perceber que fez sentido.

Não gosto de deixar de gostar de ninguém, mantenho-as no meu "livro" de memórias e vou tirando, uma a uma, sempre que alguma situação se assemelhe. Se tiver aprendido, certamente que correrá melhor, que me ajudará a reconhecer os pontos que foram menos positivos e a adaptá-los.

Sou uma devoradora de conhecimento, gosto de saber de mim e dos outros e entendo que estou aqui, nesta vida, para ser melhor, para ter tudo o que me propus. Claro que toda a aprendizagem e cada recomeço virá com algum trabalho, mas os finais têm compensado. Para mim sempre.

Vou fechar mais um ano com umas quantas almas cheias, umas mais do que outras, mas convicta de que a mim dei-me por inteiro, disse sempre o que sou, o que gosto e como, nunca defraudei ninguém, nunca me camuflei ou escondi o que era e tinha, se pelo caminho fui encontrando quem não teria a mesma capacidade, quem ainda não se tenha conciliado com a vida, só me resta continuar, porque algures estará quem fale a mesma língua.

2015 aqui vou eu!
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Quando...

Quando...

Quando...




Já não é igual, quando deixaste de me conseguir por a flutuar e a sentir por dentro aquele tremor que me fazia mais viva e apaixonada por ti!

Não sei o que mudou, em mim, porque tu mantiveste-te igual, apenas te passei a olhar de forma mais atenta e acabei a não gostar muito do que vi. Vou esperar que entendas que no agora da minha vida quero TUDO, MUITO, MELHOR do que tive antes e não o faço por menos.

Tenho sempre forma de me restaurar, o meu desejo de encontrar quem se me assemelhe, permite-me manter o foco, não desistir e não abdicar de mim e do que venho planeando ter.

Quando as palavras já não trazem os mesmos sons, o melhor é sair de cena, devagarinho, evitando demasiados danos, tentando deixar para trás os toques que já me moveram o corpo e a alma, que me disseram, enganadoramente, que seria aqui e agora, contigo, mas que terão que ficar lá, no nosso passado, onde tu te impediste de avançar!

Não estou a lamentar, já não, porque simplesmente deixou de adiantar!
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Renata my dear!

Renata my dear!

Renata my dear!


Vi, em primeiro lugar a tua silhueta, mais tarde os olhos, sobretudo os da alma e gostei de tudo!

Já nos falámos e sentimos por dentro, já soube do que te rouba o sono e da quantidade, astronómica e monumental de amor que tens para dar, mas percebi, em cada som e gargalhada sincera, que ainda desejas e esperas encontrar um homem à altura, um ser capaz de te preencher e de te dosear a "loucura" saudável.

Já me tens como amiga, verdadeira, que se importa com o que sentes e sonhas e como tal incluo-te em cada pedido que faço a Universo e ao teu Anjo (para que saibas, o seu nome é YELAIAH).

Mantém-te assim, genuína, pronta para receber quem te mereça. Não baixes a fasquia, não aceites o pouco, porque tu tens o que qualquer homem deseja e isso custa caro e é precioso.

Não desistas, não aceites, ou sequer te trevas a achar que quem te "magoou" estava certo, ou merecia o que ofereceste, porque quem nos ama, cuida-nos, em cada percurso, não nos foge ou se esconde, está sempre onde esperamos, a cada começo de dia, finalizando-o connosco.

És uma guerreia de olhos azul céu, mantém-te próxima da tua essência e verás que assim não terás forma de falhar. Ainda te vou encontrar, primeiro ao vivo e depois numa foto que te eternizará, abraçada a quem te verá depois de te ter olhado. Felicidades amiga!
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Formigueiro!

Formigueiro!

Formigueiro!



Valha-me a minha capacidade de me restaurar e de dar a volta por cima, mesmo quando pareço ter começado mal o dia, sem muita vontade de fazer o que quer que seja!

Não sei estar quieta muito tempo, tenho necessidade de me mover por dentro e por fora, de estar sempre a construir algo para me acrescentar. A vida já vai esperando cada vez menos.

Não sei se a culpa de tudo isto é do final do ano, mas a verdade é que me apetece MUDAR, chegar a algum lugar diferente, novo. Apetece-me exceder-me, conseguir o que planeio há já algum tempo, apetece-me querer sem reservas, pondo de lado o receio de estar a mover outros Universos que não apenas o meu.

Já me fartei de dançar, não acalmei o formigueiro, acho até que o intensifiquei, mas permitiu-me estr ainda mais viva do que o habitual AND I LIKE IT!
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Amores que perduram!

Amores que perduram!

Amores que perduram!

IMPORTANTE; O tempo de produção informado é fictício. Devido a grande procura por nossos artesanatos está sendo necessário AGENDAMENTO. Favor enviar mensagem, clicando no botão "Contatar Vendedor", para saber sobre data disponível na agenda e combinar seu agendamento com tempo hábil para sua fest...

Amores que perduram. Pedaços de mim que me fazem, todos os dias, o que gosto de ser. Cada um dos meus filhotes conseguiu mudar-me, obrigando-me a uma renovação e a um crescimento que por vezes até me surpreende. Sou a que faz acontecer, com quem contam, não importa o estado em que esteja, mesmo que me doa a alma, o corpo e nem que a minha cabeça pareça estalar de tantas lágrimas que derramo. Sou quem reconhecem e contam, passando-me uma responsabilidade maior do que eu mesma.

Amanhã, pelas 10 da manhã, o meu segundo filho fará mais 1 ano, serão 15, mas que não me deixaram, em nenhum momento, a desejar que fossem mais, ou que estivesse mais crescido, porque aprendi a amar cada segundo da sua vida desde que chegou até mim e foi o primeiro e o único que colocaram em cima do meu peito. É especial, como o serão os outros 2, mas é sobretudo a voz que me abafa os silêncios. Com ele tenho sempre vida, perguntas, ânimo e questões para responder. Começou a andar aos 9 meses e cedo me mostrou que nada poderia ser morno ou tranquilo com ele por perto. Aprendi a dizer-lhe que o amo com toda a naturalidade e sem que o contestasse. Conversamos sobre nós, sobre os nossos projectos e consegue ser o meu motor de arranque quando estou mais em baixo. Sei que o posso incluir e que o consigo aliciar para novas aventuras, porque tal como eu, nada teme e tudo anseia experimentar e viver.

Este será sempre o amor que perdurará em mim, nunca o duvidei, mas fui sendo surpreendida pela catadupa de sensações e de emoções que me conseguiu passar. Não foi planeado, mas no final não parecia querer nascer, esperou, pacientemente, mais 1 semana e veio matulão, com quase 4 quilos, testando os meus limites físicos e emocionais.

Dizer que o amo, que o adoro, que me enche a vida de cor e de esperanças, será sempre POUCO, mas eu nunca deixarei NADA por dizer, passar-lhe-ei tudo o que venho, dia a dia, a conquistar, o bom, o mau, as minhas fraquezas, mas também todas as forças que reúno, de cada vez que recomeço, para ser o seu suporte.

Amanhã regresso ao passado, mas apenas para esperar por um futuro que anseio lhe traga mais do muito que merece e comigo por perto!
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Sapatos versus José Sócrates!

Sapatos versus José Sócrates!

Sapatos versus José Sócrates!

O que tem um coisa a ver com outra afinal?




Por sugestão de uma amiga, após uma conversa bem animada e algo reveladora, decidi escrever este post, sobretudo porque percebi que muitas mulheres encontram tantos "predicados" ao nosso ex primeiro ministro, quanto aos sapatos. O facto de estar atrás das grades talvez até lhe tenha acrescentado charme.

Bom, eu fico-me pelos sapatos, mas aceito que ambas as opções deveriam originar study cases, até porque se os homens já encontram alguma dificuldade em entender esta nossa paixão, ou adicção, pelos sapatos, imaginem encaixar nisto tudo o José Sócrates. Ups!!

Hoje acabámos a rir, melhor, a soltar verdadeiras gargalhadas com algumas das conclusões a que chegámos. Que "bichitos" interessantes somos. O nosso olhar sobre o mundo é muito particular e bem mais colorido, mas o certo é que quando decidimos matar, não existe indústria farmacêutica que resolva. As curas para este tipo de males, para as mortes súbitas, por incompetência de quem supostamente deveria usar sempre as calças, não existem e quem é que se atrevia?

Bem, olhando para ambas as fotos, continuo a gostar bem mais da primeira e que me desculpem as que discordam!
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De mim sei eu!

De mim sei eu!

De mim sei eu!

Feelme/De mim sei eu! Etiquetas: Me!
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O que sei de mim, a forma como entendo e aceito cada passo que dou, ajuda-me a ultrapassar algumas dores!

Neste momento sinto um cansaço emocional GIGANTE e um descrédito em relação aos outros. Já percebi que existem incapacidades, dores e sofrimentos que as irão acompanhar sempre e impedi-las de recomeçarem, mas é triste.

Não sei quem as magoou, porque o permitiram e como conseguem apenas respirar, sem sentir os cheiros, sem antecipar que tudo pode melhorar, que na esquina das suas vidas poderá estar quem as amará, sem reservas, sem cobranças, alguém que não precisará de nada mais a não ser que as amem também.

Aprender a andar vem sempre com algumas quedas, umas irão deixar cicatrizes, feridas abertas, outras servirão para nos ensinar, alguma coisa, não sei muito bem o quê, talvez a apertar as defesas, a endurecer e a escolher melhor os caminhos.

O que sei de mim agora, é que não posso aceitar quem não me aceita. Não posso entender quem não me entende e certamente que não terei forma de continuar amar quem nunca me amou. O que sei de mim é que só desisto se me pedirem, e nem tem que ser com muito jeitinho, basta que me digam o que preciso de ouvir, e eu saio, a toda a velocidade na direcção contrária. O que eu sei de mim, cada vez mais, é que não preciso de magoar para me restaurar e que devo ser eu mesma a sarar-me. O correcto, em qualquer momento da vida, é nunca nos aproximarmos de alguém se não soubermos o que queremos. O que sei de mim é que terei que parar de classificar os outros pela minha tabela, porque na verdade existem pessoas demasiado pequenas, mas suficiente más para me derrubarem...


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O que sentes depois do sexo?

O que sentes depois do sexo?


O que sentes depois do sexo? Algumas de nós seremos verdadeiras cabras, das que usam e não perdem demasiado tempo com quem não está à altura e com quem falha satisfazer-nos, serão os novos indícios de uma sobrevivência puramente feminina.

A repulsa pode chegar quando menos esperamos. Ele até poderia indiciar muita sedução, um toque quente que nos deixaria revigoradas, mas um passo em falso, uma palavra mal colocada, um olhar para o vazio e PUMBA, dead and gone!

Olhado desta forma poderá até parecer cruel, mas há que distinguir o trigo do joio, não gastar o que nos é precioso, havendo, como há, tanta oferta e um mercado tão vasto, teremos que aprender a ser boas compradoras.

Já senti alguma indiferença, e até já fui demasiado crítica em relação a mulheres assim, mas cada vez as entendo melhor. Joga primeiro. Escolhe os melhores. Diz antes que te digam. Decide quando e onde, isto é o que nos pode manter vivas e com poucas feridas de guerra.

Depois do sexo, só poderemos sentir uma de duas coisas, se existir talento, certamente que correrá bem, se não...

Transformaram-nos nisto, agora aguentem!
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Porque não quiseste!

Porque não quiseste!

Porque não quiseste!



És mais do tipo bélico, do que vai à luta até conquistar, mas quando a "presa" te pertence, arrumas as armas e esperas por novos desafios!

Não será defeito, talvez feitio, quem sabe uma forma distorcida de procurar pelo que na verdade te importa muito pouco. Eu aceito, não posso fazer mais nada, para te mudar claro está, porque por mim posso e vou.

Quando alguém decide que não quer, que o caminho não pode ser percorrido a dois, eu entendo que não nos devemos impor. Ou nos querem, ou não de todo e nada mais se pode acrescentar.

Sinto algum "medo" de mim, daquilo em que me tornarei se falhar agora, conheço-me demasiado bem para saber onde vou parar e não será bonito. Solitário talvez, mas pronto, a força vem de lugares bem misteriosos.

Se não queres quem sou eu. Por mim terminou o capítulo, hoje, já
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Idade para casar!

Idade para casar!

Idade para casar!

Feelme/Idade para casar! Tema: Relações!
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A idade para casar nudou nestes últimos anos temos vindo a assistir a uma viragem no Universo do casamento e das relações.

Com o que sonham agora as meninas, no que diz respeito ao "até que a morte nos separe", parece-me que é com muito. As prioridades foram revistas e adaptadas ao mundo real, porque na minha juventude, vivíamos numa espécie de negação ou burrice generalizada. Os contos de fadas são apenas isso e é por esse motivo que estão nos livros, ao contrário da vida real.

Para o bem da indústria dos eventos e casamentos, convém que outros continuem a sonhar e a antecipar os festejos que antecedem, supostamente, uma relação feliz e completa, mas a realidade é que, as mulheres, sobretudo elas, meteram novas mudanças (já temos carros com sexta) decidiram que precisam de gostar mais delas, de chegar a algum lugar profissionalmente, de conhecer o mundo e a elas mesmas para poderem dar e perceber a quem dão. Nada de mal nisto...

A era do descartável é que chegou com demasiada força e poder, se não queremos, se não nos faz bem, pufff, deita-se fora, salta-se fora e procura-se de novo.

Será que ainda temos idades para pensar em casamento, ou tudo isso ficou um pouco à força dos ventos e tempestades? Eu não serei a pessoa mais indicada para abordar esta questão, nunca me casei e sinceramente, já não o farei, não nesta vida pelo menos!
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Out? Sim...

Out? Sim...

Out? Sim...



Já não saía à noite há... uiii... sei lá eu há quanto tempo, mas pronto, ontem compensei!

Mesmo tendo tido uma semana com uma movimentação "anormal", consegui arrastar-me, julgava eu, para uma discoteca com gente maravilhosa. Não me arrastei de todo, dancei desde que meti os dois pezinhos, até que saí com os mesmos. Estava mesmo com pilhas duracel, o que é compreensível devido às batidas tão familiares dos anos 80.

Casa CHEIA, mulheres então, caramba que o mundo não vai acabar de certeza.

Vi de tudo, casais que se namoravam, que dançavam juntos e que bebiam tranquilos. Mulheres sozinhas, ávidas de arranjar parceiro, movendo-se de forma quase alucinada, os rituais de acasalamento já remontam a vários séculos. Homens, bem, esses então, de copos na mãos, de olhares que se tentavam fixar em alguma "presa".

Adorei a desenvoltura, a minha descontração, senti-me como se sempre ali tivesse estado e se a frequência nas saídas fosse ENORME. Não sei o que me deu, mas correu bem e quero repetir.

Não estou à procura de nada, apenas de fazer o que me deixa mesmo solta e mais sensual, dançar. Quando o faço, transformo-me, ou encontro-me...

Para a próxima vou ter que juntar outras pessoas, gente de humor em alta, divertida, de bem com a vida, já consigo até antecipar a paródia. Nos aguardem!

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Embora lá, todas!

Embora lá, todas!

Feelme/Embora lá, todas!Tema:Pensamentos!
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Temos um grupo de mulheres que se desgastam nas queixas, que procuram soluções para pertencerem a um mundo onde nos é permitido divertir, sair mais, usufruir do nosso estatuto de livres e desimpedidas, mas acabamos sempre a protelar, a deixar para outro dia, para outra semana ou mês e no final nunca vamos!

Esta velha história, mas cada dia mais recente do regresso ao mercado, deixa-nos com alguns receios, porque continuamos a ser mulheres, mas agora sozinhas e mais propensas a juízos de valor e a julgamentos sumários. Triste, mas real!

Nem todas poderão fazer parte do círculo cada vez mais restrito, porque as capas que deixarmos que nos cubram, poderão tornar-se demasiado pesadas. Estamos em pleno século 21, mas aparentemente muito pouco mudou, o escrutínio mantém-se e os olhos fixam-se em cada uma, decidindo ver o que desejam.

Gostava de conseguir evadir-me de mim mesma e simplesmente ser e deixar-me ir, mas não sou a única e quem sabe não formamos um clube!
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Onde estás?

Onde estás?

Onde estás?




Onde estásNão te tenho procurado, já nem sei se existes, tento não me desmotivar, mas CARAGO, estou a pedir assim tanto? Um homem que o seja realmente, que não me defraude, que tenha só que seja metade do pacote?

Não me parece que se torne mais fácil, pelo contrário, os célebres 40 acrescentam-nos exigências, vontade de mais e a impossibilidade de querer apenas parte, seja lá do que for. Eu sei o que não preciso, para onde não quero ir e quem tenho de largar para continuar. Assim sendo, acabo a estreitar as opções já o percebi, mas ou é à minha maneira, ou temos o caldo entornado.

Porra para isto, já me tinham dito que iria ser assim, mas a julgar pelo que sou e tenho, achei que houvesse por aí mais almas, mas o que aparece nem o diabo deseja.

Vou fazer uma pesquisa de mercado e aceito sugestões, a minha amiga fala num célebre site, eu enrugo o nariz, mas pronto, se não tentar...
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E agora?

E agora?

E agora?


Feelme/E agora?Tema:Sentimentos!
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E agora? Como é que te vou reparar por dentro? De que forma reconstruo o que ajudei a quebrar?

Eu sei que não fomos o bastante, um para o outro, menos eu talvez. Nunca fosse minha intenção magoar-te, mas sei que te falei na tristeza que estava tão dentro de mim que não te permitia entrar. A verdade é que nunca tiveste forma de me sarar, de fazer brilhar o sol que preciso para que o meu mundo continue a girar para o lado certo.

No meio de nós estava um gigante. Um ser que valia bem mais do que eu mesma, alguém que tentei arrancar e por quem tantas vezes chorei até que mais nenhuma lágrima se conseguisse produzir. Mesmo de frente a mim, ofuscando-te, ficou quem ainda teima em me ensombrar e quem não me deixa amar quem me ama de volta.

Perdoa-me, a mim que sei tão bem o que significa ser magoado. Perdoa-me não conseguir deitar fora anos de silêncios, aqueles a que nunca me votaste, porque sempre me ofereceste palavras que eu ouvia, que até me mexiam por dentro, mas que não bastavam. Perdoa-me não saber como amar-te.

Não sei como te reparar, mas vou querer que te consigas limpar de mim para que não te magoe como me magoei eu. Arranca-me por favor, cospe cada palavra que ouviste, muda as músicas que dançámos juntos, permite-te a felicidade a que tens direito e que nem eu te devo roubar e perdoa-me por favor, por mim também!
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Venha lá o diabo...

Venha lá o diabo...

Venha lá o diabo...

Tentaram me matar na porta de um cabaré. Ando de noite, ando de dia, só não mata quem não quer.

Venha lá o diabo e segure-me a alma, porque por vezes acredito que para mim matar alguém, limpar o sarampo, aniquilar, reduzir a pó, e podia continuar e continuar, em dias como o de hoje fica tãoooo perto de acontecer que nem eu me reconheço!

Se há coisa que me tira do chão, do sério, da realidade, é saber que alguém tentou "mexer", só que seja com o dedo mindinho, num dos meus filhos. A minha função, enquanto mãe, é não apenas a de os amar, mas também de os proteger, de cuidar da sua sanidade mental e bem estar físico, todos os dias das suas vidas, enquanto eu tiver forças nos braços, nas pernas e o meu cérebro funcionar.

Não me testem por favor. Não queiram conhecer os meus limites, porque a acontecer, corre mal, ui, se corre. Transformo-me numa leoa, num bicho, num ser que nem sequer existe na terra, tal é o grau de mutação.

Assustei-vos? Pois, é suposto que aconteça assim, porque sou o resultado do amor que aprendi a dividir por 3. Sou uma pessoa melhor porque passei a ter a maior e a mais plena responsabilidade do mundo, a que me foi confiada quando consegui o milagre de gerar os seres mais importantes da minha vida. Todo o meu Universo se expandiu, se ampliou e me permitiu forças que nem sabia possuir. É por tudo isso que me imponho a mim mesma o levantar de espadas, o cerrar de punhos, o uso de toda e qualquer arma que os defenda...

Acho que vou agora respirar fundo e contar até mil, espero que resulte, para bem do mundo!
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Há quanto tempo?

Há quanto tempo?

Há quanto tempo?

Best friend photoshoot


Conheço-te vai para quase uma década e sempre te mantiveste assim, consistente, teimosa, com uma sabedoria e tranquilidade que chega a enervar!

Nunca fazes o que é suposto. Não segues tendências. Não admites imposições e não te vergas a convenções. Não és fácil e contigo só se pode amar ou odiar, mas eu tirei-te a fotografia logo no início. És doce, responsável, confiável, autónoma e incansável no que toca aos teus objectivos. Um carácter construído sob muito trabalho.

Sabes ouvir e fá-lo sempre que alguém próximo de ti necessita, eu mesma já te "usei" para tentar perceber se estou no caminho certo, se me mantenho na minha aparente consistência, sem desvios perigosos. Gosto do teu olhar de um azul céu, que se vai moldando ao tempo e às emoções e que me envolve, acentuando as palavras e os gestos.

Sinto que já te conheço há tempo suficiente para te aceitar como és e para te ver por dentro, porque mesmo sem comunicarmos com a frequência que desejaríamos ambas, estamos sempre lá, aqui, uma para a outra, obrigada!
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Porque escrevo afinal?

Porque escrevo afinal?

Porque escrevo afinal?

Para que se me encha a alma de cada vez que alguém se manifesta, se acha bem representado e se revê em cada sílaba!


As palavras têm poder, mudam tudo à sua volta e deixam, a quem as usa, mais inteiro, mais livre, mais vivo.

Esta aventura tem-me mostrado por dentro de uma forma tão real, que nem um psicólogo arranjaria talento, experiência ou sequer sabedoria para mo explicar. Os pedaços de mim saem, com vida própria, soprando o que alguém, algures, precisa de ler, de ouvir e de entender.

Quando me leio, quando passo os olhos em tudo o que já imprimi para a posteridade, que deixou de me pertencer, quase que duvido, mal me reconheço e acabo a perguntar quem é esta mulher e de onde saiu.

Escrever é inevitável, é a minha fonte de energia, o que me mantém em alta quando quase perco a fé no mundo. Faço-o porque quero muitos sorrisos, sentimentos, tremores na espinha, sonhos e desejos que podem ser concretizados. Se eu for sabendo, a cada passo, que consigo tudo isso, então sairei mais engrandecida, uma pessoa mais verdadeira, que será sempre para os outros o que forem capazes de me dar.

Esta fase de maturidade atinge quem consegue, nem sempre quem deseja, mas sei que fiz por isso, todos os dias, uns bem mais difíceis do que outros, mas sempre vencedora, porque o que eu tiver de melhor, bastará a quem me ler e estiver à minha volta.

Palavras com sol para todos vocês!
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Ora então!

Ora então!

Ora então!



Dizes que gostas de mim, que me adoras, que sentes a minha falta. Blá blá blá...

Desculpa o tom de quase desdém, mas a verdade é que não concebo que o amor venha assim, que se encurte ou se estreite para que possa servir a alguém, que a dada altura decidirá que afinal... bem, "afinal até quero, até preciso, até te vejo".

O amor não é isto. Quando despertamos alguém e a levamos a reparar em nós, precisamos de respeitar a sua individualidade, de a elevar e de a manter no alto de nós, cedendo-lhe o lugar que merece e que reconhecemos algures no nosso espaço e momento.

Fugir é sempre o mais fácil, tal como virar as costas e espreitar de esguelha. Devemos olhar de frente, oferecer as mãos, pedir ajuda e dar ajuda, falar ao coração, dividir as lágrimas e os risos, estar disponível, isso sim é querer alguém, já os silêncios...


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Lei de Murphy!

Lei de Murphy!

Lei de Murphy!






O que pode correr mal, vai certamente correr mal! Há dias assim, correcção, meses, parece que tudo acaba a ser uma sucessão de eventos negativos, umas coisas levam a outras e BANG, o pior acontece.

Não sei se a Lei de Murphy reflecte a energia negativa, ou seja, o que vai volta, mas a verdade é que na maioria das vezes e para grande parte das pessoas, quando algo faz realmente falta, nunca acontece. Estou um pouco assim, mas vou já já pedir perdão por tamanha veleidade, porque isto de nos queixarmos de barriga cheia...

Ok, eu sei que estou na fase do querer muito, MUITO mesmo e de não me querer contentar com menos, mas bolas, estão algumas coisas perras, IS IT ME?
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Com a noite...

Com a noite...

Com a noite...



Feelme/Com a noite... Etiquetas: Relações!
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Com a noite chega a parte do dia de que menos gosto, com ela acerta-se mais um pedaço de vida que deixo de ter e de viver contigo!

Estás ao meu lado, durante quase todos os restantes minutos, ocupas-me o pensamento e enches-me o coração, por vezes de lágrimas, mas muitas outras da alegria que me injectas e que eu te devolvo, porque amar-te é o que me dá forças para continuar.

Ainda te estou a descobrir, o teu olhar tem jeitos que me vão indicando de que forma me sentes, o teu corpo vai-se encaixando no meu, acertando os cantos e recantos que precisamos para sermos um só, sempre e de cada vez que juntamos os corações, que nos abraçamos com medo de nos soltarmos, de nos deixarmos ir.

É na noite que sei que afinal ainda não te tenho e que faltará muito, alguns caminhos e uns quantos mundos, os que trazemos na mala e os que precisamos de juntar ainda, para nos pertencermos. É com a noite que tenho a consciência de que muito dificilmente a montanha entrará pelo mar e assim sendo, terei que me ajustar, que te incluir, que esperar e não desesperar pelo momento em que ao teu lado, numa noite que será intensa, receberemos ambos a manhã, que nos devolverá o outro, no lugar onde o deixámos, sentindo o calor que nos enche por dentro e que nos certifica de que a escolha foi acertada, de que faz sentido porque és tu e o sou eu.

Com a noite virás um dia tu, ao meu lado, como em todos os outros momentos onde já importas e mudas tudo!
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Gosto de ti, deixas?

Gosto de ti, deixas?

Gosto de ti, deixas?

Artistic Photography Shadows #blackandwhiteportraitswomen


Até para se gostar parece que temos que pedir autorização. Assim e agora vamos nós!

Gosto de ti porque sim, porra. Não me apetece explicar, apenas sentir, chegar até a ti e dar-te o que tenho sem me sentir culpada e sem ter que prometer que é para a vida, mas parece uma tarefa para lá de difícil.

Gostei de ti, supostamente TANTO, que consegui magoar o corpo e a alma. Quis o que julgavas ser, mas precisei de te sentir para te deixar ir e foste porque nunca soubeste como ficar. Entendo, acredita e até consigo imaginar as tuas provações, como tudo foi tão mórbido, negro e sangrento, mas foi escolha tua, fizeste as opções que supostamente entendeste por certas e agora existe um preço a pagar, como em tudo.

Não sei se te importas com o agora que nos sobrou, porque não acredito que mudasse uma vírgula que fosse às tuas rotinas, às que instituíste e se queres saber, estou com muito pouca paciência para continuar a achar que te faria falta, que te mudaria os dias e seria a mulher, a tal. Não sou nada, nunca fui e ter entrado serviu para o que serviu, ponto final.

Estás arrumado, IRRA. Finalmente, já me começava a cansar a mim mesma, até de o pensar. Gostei de ti, quer o tenhas deixado ou não. Começou, teve um percurso lento e penoso, mas acabou, chegou ao fim. Descansemos a alma e o cérebro!


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Realmente!

Realmente!




Nunca sabemos nada, raramente descodificamos os outros e conseguimos ler-lhes os sinais, é essa a sensação com que fico a cada dia.

Falamos, falamos, analisamos, tentamos seguir padrões, acreditando que os sinais levam a algum lado, mas depois surgem pessoas no nosso percurso que nos mostram que nada, nos dias de hoje, parece seguir conforme planeado, já ninguém reage ao que é suposto, deixando-nos desarmados e incapazes de lidar com o que não conhecemos.

A normalidade também pode ser boa, saber com o que contamos e com quem, dá-nos segurança, permite-nos saber como começar e de que forma terminar e não existe mal nenhum em ser previsível. Nos dias de hoje parece que andamos todos a funcionar em código, com imensos botões que colocamos bem visíveis, mas sem qualquer instrução. Forçamos os outros a pensarem, a imaginarem, a fazerem perguntas que raramente voltam com respostas, ou seja, andamos como que a balançar-nos em cordas, sendo alguns mais malabaristas que outros, mas acabando inevitávelmente, uns e outros, de cara no chão.

Podia ser tudo tão simples e claro, mas pronto, ou entramos no jogo, ou saltamos fora. Eu vou-me deixando ir, tentando perceber onde rebentam as águas, mas não sou das que morrem na praia, por isso, devagar até que posso ir, mas já a rastejar é que não, no way!!
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Nops, não sei...

Nops, não sei...

Nops, não sei...





Nops, não sei... Não o sabemos nós, ou talvez o saibas tu que és o resolvido, o seguro! 

Estou a caminhar num percurso novo, ao encontro de alguém com quem não me identificava, que me enlouquecia por dentro, mas que nunca desistiu de me encontrar e de me tocar. Tu conseguiste, de mansinho, reverter a minha ideia, o meu olhar sobre ti, a forma pré-concebida de te analisar, sem saber pévia do que falava e sem me conseguir preparar para o que acabaria por ter.

As horas que já usámos connosco, que temos vindo a duplicar e a exacerbar, mas por uma boa causa, estão a render, estão a fazer-nos perceber do que somos feitos e como somos feitos, um para o outro.

Não quero pensar demasiado, esperar muito, quero apenas usufruir e parar de recear. Se fôr, será. Se acertar desta, ficarei mais completa. Estou no entanto ansiosa por começar a construir, por ter um chão, um lugar e um coração preenchido.

Ainda não sei, é verdade, mas chego lá, oh se chego!


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Dias e dias...

Dias e dias...

Feelme/Diase dias... Etiquetas: Sentimentos!

Estes dias em que a chuva se nos entra bem dentro, deixam-nos a pensar e a repensar os nossos percursos, o que poderíamos ter mudado ou simplesmente seguido com o coração!

Por vezes acordo com saudades tuas, a recordar a tua vontade de mim, a que dizias ter, mas que de repente te levou, à mesma velocidade que te trouxe. Sinto saudades da forma como dizias gostar de mim, os milhares de palavras que jorravam de ti e me faziam seguir-te...

Hoje acordei com saudades tuas, não das que fazem doer, mas que me deixam a questionar sobre o porquê da tua vinda, que propósito poderá ter existido em teres entrado assim, arrebatando-me do chão, apenas para me abandonares outra vez.

O desamor leva tempo a curar, deixa-nos vazios por dentro, sózinhos. Já não tenho porque me sentir assim, reencontrei quem procurava, mas não te tirei de mim, nem o farei, porque o amor, esse também leva tempo a conquistar, a receber e se o tive de ti, se te o dei de volta, vou manter as emoções, vou continuar a recordar o que mudou em mim e o que descobri depois de te ter tido.

Se me pudesses ouvir, se conseguisses parar de fugir, de ti, dir-te-ia que te amei como precisavas, mas não me deste tempo para te convencer.

Já não estou sozinha, mas continuo a sentir a tua falta!
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E PRONTUS!

E PRONTUS!

E PRONTUS!

Se me falas, se me sopras ao ouvido, eu cedo!

Feelme/E PRONTUS! Etiquetas: Relações!
Imagem retirada da internet

Fica claro que exercemos algum poder um sobre o outro. Que necessitamos de nos ter, ouvir e sentir para funcionar. Gosto do que me ofereces, da forma como me tocas e olhas, parecendo que sou nova e diferente na tua vida, a cada dia. Gosto do friozinho na barriga quando me ligas e dizes que acordaste a pensar em mim e da forma como visualizo o teu desejo.

Quero ter-te outra vez, preciso de me enrolar em ti e perceber. Quero gozar com o prazer que nos passamos, ser a tua mulher e ouvir-te chamar-me assim. Acredito que algumas pessoas estão destinadas a ficarem juntas, a construírem algo em comum. Acredito que quando o destino as desvia do caminho, acabam incompletas, amargas e a precisar do que não entendem.

Já decidi que quero mais de ti, quero lambuzar-me, absorver-te, misturar-me em ti e contigo. Tu fazes-me bem, deixas-me cheia, com um sorriso que me muda o olhar.

PRONTUS, gosto imenso de ti e quanto a isso não há nada a fazer!
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Quem é que sabe de mim como eu?

Quem é que sabe de mim como eu?

Quem é que sabe de mim como eu?

Ariel as soon as she turns human, the hair could have been auburn, though...


Quem consegue sentir e pressentir quando é que estou "down", sem força, a mostrar uma face que não é a minha e a dar o que não tenho? NINGUÉM! Não foi porque o não tivessem tentado, mas  porque achei que teria de me proteger. Teria que manter a minha identidade e assim manobrar a ideia que fizessem de mim. Ser transparente, demasiado visível nunca foi opção, mas começo a lamentá-lo agora, sobretudo por mim.

Precisava que desse lado soubesses de mim como o sei eu. Precisava que apenas com o olhar falássemos os dois e nos entendêssemos ao toque, conhecendo os sabores e medindo as temperaturas que atingimos de cada vez que nos aproximamos. Precisava que o mundo não importasse e que apenas tu me movesses e completasses.

Ninguém me conhece, nem como a menina que fui outrora, nem como a mulher que chegou até aqui, num presente que por vezes me quebra e mostra que preciso de ti, mas não te tenho, como nunca tive antes, porque ainda não me conheceste. Nunca o permiti!

Teremos sempre facturas a pagar, preços mais ou menos altos, como o estarão algumas fasquias. Algumas virão inflacionadas, cobrando-nos até a alma. Mas tenho vindo a amar-te desde que me conheço como a mulher que desejo para mim, há demasiado tempo talvez e percebendo que afinal não sabes quem eu sou realmente. Quem saberá?
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Vá lá, mais um esforço...

Vá lá, mais um esforço...

Vá lá, mais um esforço...

El amor es como una mariposa, si lo persigues se te escapa, pero si lo dejas volar, derrepente llegara a ti.

Vá lá, mais um esforço, mais uma braçada e tudo valerá a pena no final, sou eu que garanto!


Empurro, motivo e faço acontecer, mas tens que reconhecer que uma relação serão sempre duas pessoas, no mínimo e porque advogo a monogamia. Não vou ser eu a liderar a cada momento, também mereço o descanso do guerreiro, mereço ser olhada e vista, por ti a quem escolhi. Mereço que me desejes, ames e queiras ver no teu amanhã. Não fui eu que escolhi, não me perguntaram se deveria continuar a amar pelos dois, perdoando-te as incapacidades naturais. Ninguém me perguntou se estaria disposta a adormecer e a acordar sem que te pudesse tocar, sentir, sem que o teu cheiro se me entranhasse, não por estares em mim, mas por o ter retido com medo de que te sumisses, do meu pensamento, da minha pele, da minha alma.

Bastariam umas quantas palavras, as que eu nunca receio usar, porque de mim terás sempre mais do mesmo, o que sou, inteira, admitindo as minhas fraquezas, mas provando, se preciso for, que a minha força terá como afastar as nuvens mais cinzentas, para que eu prosseguisse ou ficasse por aqui, mas tu manténs-te, confortavelmente, em cima do muro à espera de que não desista e que te dê o tempo que te arriscas a perder, confiando que o que sinto perdurará.

Vou ser crua e dura hoje, não porque me sinta magoada, mas porque estou a ser vencida pelo cansaço. És pequeno e egoísta. Não tens espaço para me querer com a intensidade que exijo, porque te perdeste por aí algures nessa mágoa que insistes em manter contra o mundo. Estás a gastar o nosso precioso tempo e a empurrar para uma outra vida o teu crescimento e a força que por esta altura já deverias ter construído, mas não te iludas por favor, porque um dia destes eu acordo, sorrio-me e caminho sem olhar para trás e esse dia até poderá ser hoje!
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Planos?

Planos?

Planos?


Yeah, right!



Quando achava que estava no caminho certo, mas na verdade estou mesmo, apareces tu e fazes-me repensar as estratégias. Não significa que vá mudar o foco, mas já me senti balançar por diversas vezes, porque ir pode significar "perder-te" outra vez.

NADA, mas mesmo nada é pacífico comigo, nunca tenho apenas uma de duas escolhas, comigo vem tudo aos supetões a exigir que nunca me distraia, que siga pelo que antecipei, porque se vacilo, morro.

Planos tenho imensos, aliás, acordo diáriamente a planear planear-me, a anotar os avanços e a analisar os recuos, mas nesta altura, sobretudo agora, não posso perder a racionalidade e devo continuar a cuidar dos meus, indo até para o final do mundo se preciso fôr, mas sentindo-me apertar por dentro.

Eu peço com clareza, isso já sei, mas continuo sem acertar nos momentos, ou será que acerto mesmo e ainda não o sei? Good question!

Se é mais um teste, à minha perseverança, então já sei que vou passar, não sem uns trambolhões e nódoas negras pelo meio, mas levanto-me sempre no final, o que fazer?
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Quando se entende!

Quando se entende!

Quando se entende!



Feelme/Quando se entende!Tema:Relações!
Imagem retirada da internet

Decidi que quero conhecer quem me conheça e que preciso de uma identidade que inclua a outra metade de mim!

Cansei-me de achar que me basto, que sou tãoooo forte que me sobreviverei, porque me sabe bem ter-te agora, depois de ter sonhado tantas vezes. O nosso percurso ainda vai no início, mas sinto, tal como tu, que só pode dar certo, porque o desejamos, porque nos sentimos,  porque nos reconhecemos.

Já estive lá, no lugar confortável em que o que eu dizia encaixava no que o outro pensava, em que os meus planos eram partilhados e os sonhos sonhados a dois, antecipando a vida que desejávamos ambos. Já soube o que significava não me preocupar demasiado com os outros, com a forma como me olhariam, porque apenas um olhar me fazia e deixava bem, por isso, e já tendo provado o mel, quero repetir, agora contigo, retomando o que parámos de perseguir, deixando de ter medo.

A vida é mesmo feita de ciclos, de períodos que apenas farão sentido quando chegarmos lá. Eu sei que a estação do ano mudou, que a nostalgia até se instala com os dias mais curtos, mas agora quero ter o mesmo espaço, partilhá-lo em pleno, amar e ser amada de volta sem medo de parecer piegas, experimentar o que apenas imaginei, mas contigo, deixando que me leves ao céu e me tragas de volta.

Quero visualizar o meu futuro contigo, saber que estarás aqui, lá, em todos os flancos, a protegeres-me do mundo, abraçando-me para me restaurares a força que prometo que sempre terei se te tiver.

Não sinto nem dou o tempo por perdido, porque se chegaste agora, significa que não nos precisámos antes. Mesmo que tenha que ouvir de ti muitas palavras que se encaixarão em todas quantas derramei sobre ti, a cada dia preciso de menos passado. Nunca me deixei amargurar, nunca chorei de raiva, nunca te amaldiçoei, esperei, por vezes com algum desespero na alma, mas esperei sempre que viesses e me chamasses, eu sabia-o, sentia-o e nunca acreditei que estivesse louca ou sequer senil.

Ainda me vais ouvir dizer, muitas vezes, que és quem preciso e que tudo a que tens direito te será dado, eu sei-o já porque me vou assegurar que aconteça, porque gostar de ti é o que sei fazer melhor!
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Gosto do que me fazes sentir...

Gosto do que me fazes sentir...


Gosto do que me fazes sentir, da forma como toda eu te pertenço e não tenho como te fugir!

Gosto que me deixes tão viva, sempre que me tocas e que estás por perto, gosto de gostar de ti, assim. O teu caminho passou pelo meu, vimo-nos e soubemos que teríamos que nos pertencer, porque existem coisas que nos ultrapassam, e que se não fizessem parte de nós, nos deixariam pela metade.

O teu olhar, fugidio por vezes, mas que me entra bem dentro e fala com todas as palavras que te faltam, o teu porte direito e seguro (fachada, já sei) mas que me dá  a ilusão de altura, eu sei que sou pequena, mas tu agigantas-te sempre, fazendo-me admirar cada pedaço do corpo que me alimenta.

Sabe-me bem saber que és tu, que existe alguém, neste meu pedaço de mundo, que chegou para ficar.

Gosto de ti, todo, mesmo das partes que gosto menos, até de quando te "recolhes" de mim e me deixas a sentir tanto a tua falta que me apetece enrolar-me sobre mim e nem sequer respirar.

Gosto de ti, já o sabes, mas vou querer também, e continuarei à espera, que me digas de que forma gostas tu de mim!




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Vontade!

Vontade!

Vontade!



Desejo, necessidade de te ter outra vez assim, de baixo para cima, a olhar-te a sentir-te e a querer-te...

Já faz algum tempo e o meu corpo reclama, é inevitável, contigo ele sentia o que é suposto, viajava num mar de sensações que me passavas tão bem, com tanta entrega, tocando-me onde e como apenas tu podias saber, sendo meu de cada vez, sem precisar de sequer duvidar.

Tenho vontade de ser mulher, a tua mulher, de te ouvir sussurrar as palavras que faziam sentido, de não ter que te imaginar, porque te tinha, de colar a minha boca na tua e sugar o teu ar. Tenho vontade de me vir, de não me controlar, de sentir, de gemer e pedir, uma e outra vez, que não pares, que me consumas, que me ames apenas, porque amar-te foi o que fiz.

Se a minha vontade te trouxesse de volta, seria tão simples, porque já estarias aqui!




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B. B. B.

B. B. B.

B. B. B.

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Brains, Body and Beauty!


Demasiado? Julgo que não e acredito que será o que buscam os homens de bom gosto, mulheres com 2 dedos testa, um corpo que faça virar cabeças e beleza que não terá que ser apenas exterior.


Hoje tenho mais a noção e a cultura do cuidado comigo, entendo que preciso de estar bem a todos os níveis, para passar energias positivas, para motivar os que me rodeiam, mostrando uma aura mais brilhante e definida.

Não é uma tarefa simples, passa por muito auto-conhecimento, obriga a empenho e mesmo que os recuos não sejam de todo permitidos, volta e meia apetece atirar tudo para o alto, mas uma vez que os resultados do trabalho árduo são sempre muito mais recompensadores, eu insisto e persisto. Sei que estou no lugar certo, a entender porque cheguei aqui, neste momento e não num outro do passado que ficou lá atrás e que uso para me recordar do que não pretendo repetir.

Assim sendo, resta-me continuar a perseverar, a "esgravatar" a terra mais rica, a que alimenta as plantas e as mantém saudáveis, porque eu decidi que quero ser melhor e estar no meu melhor e chego lá, todos os diasjh that´s a promise, to me!


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Não posso fugir de mim...

Não posso fugir de mim...



Não posso fugir de mim. Não teria onde me esconder. Eu sou a que vejo através de mim, a que sabe o que estou a sentir, como penso, como te penso e de que forma mantenho aprisionada a paixão que me vem corroendo.

Eu sou a única para a qual as portas jamais poderão ficar fechadas, mesmo que não tendo nada e não tenho realmente se tu não estiveres aqui, reste apenas eu. Já estiveste do lado de cá, já senti o teu poder materializado em forma de um corpo que me completou e me deu sensações que mais ninguém terá como, porque a pele só se arrepia, as emoções só se baralham, a saliva só se partilha, na boca de quem sopra palavras com um calor que nos enche e preenche por dentro, deixando que por fora toda eu fique radiosa, com uma luz que não se apaga e nem mesmo tu o consegues quando te afastas.

Não tenho como fugir de mim, como me deitar e morrer, não sei para onde poderia ir, de que forma deixaria de carregar cada centímetro de sentimento que me deixaste partilhar, mesmo quando não te tinha por perto.

Fugir não é opção, mesmo que pudesse e soubesse como, porque no final de cada dia, o que resta é tudo o que sou e sinto e se eu fugir de mim jamais te terei de volta!
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E se perguntares ao tempo, o que irá responder?

E se perguntares ao tempo, o que irá responder?

E se perguntares ao tempo, o que irá responder?

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E se perguntares ao tempo quando será que o que nos está reservado chegará, quando poderemos repousar o cérebro, permitindo-lhe parar de buscar e de querer ter ao lado quem importa realmente, será que ele responde?


A forma como levo os dias, tem espaço e lugar para ti, quem quer que venhas a ser. Sei que não abdico de algumas prerrogativas, que o que desejo de ti, e sabendo que não peço as estrelas, terás que ter e ser. O tempo, que certamente se alongará demasiado e me deixará mais melancólica por dias, encarregar-se-á também de me dar razão e de me confirmar que ou temos quem sonhamos e precisamos, ou não adianta, não valerá o esforço e servirá apenas para aumentar o vazio.

Já estive lá, numa relação onde era apenas eu em todas as situações, em que era sempre e apenas eu a cuidar de ambos e a fazer com que o amor se mantivesse no lugar. Já lá estive, mas desisti de ser a que se importava e decidi que precisava realmente de mais. 

Se eu pudesse perguntar ao tempo e ele me soubesse responder, a primeira de todas seria QUANDO, QUEM e logo a seguir e por último DE QUE FORMA, porque o meu tempo, aquele que posso despender à tua espera, parece estar a fugir-me!
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Nem por um segundo...

Nem por um segundo...


Não penses, não acredites, nem por um segundo, que somos insubstituíveis eu ou tu, um para o outro!

Num segundo se muda, se escolhe de novo e se renovam as palavras que tão intensamente derramámos. Depressa se olha para o lado se não gostarmos do que vemos e acabamos, num segundo, amanhã mesmo, a segurar uma mão diferente e a sentir cheiros que se entranham, ou não... 

Não podes, nem deves achar que se não te deres irás perceber quem realmente se cruzou contigo, para te acrescentar, para te virar e revirar, os dias, a vida, os sons, os risos e para te apoiar nos choros, que se não forem comuns, à volta do que nos serve aos dois, então o nosso tempo durará tão somente um suspiro, um encolher de ombros e depois, nada, mas nada do que se viveu, ficará retido.

Se ao menos eu te conseguisse fazer entender...

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De que me serve amar-te desta forma?

De que me serve amar-te desta forma?

De que me serve amar-te desta forma?



Para que queremos uma relação se não nos podemos tocar, olhar e ter sempre que o corpo e a alma o desejarem?

A quem precisas tu afinal de conhecer para seres feliz?
Magoaste-me repetidas vezes e nunca te vi pestanejar.
Ouvi-te soprar palavras, que hoje soam a falso, mas que me fizeram tão bem que as queria de volta.
Rasgaste-me por dentro, impedindo-me de te dar tudo o que ainda reservo para o amor da minha      vida, mas ainda estou viva.

No final até que se aprende mais alguma coisa, mas não quero voltar aos bancos da escola, quero apenas e tão só ter ao meu lado quem importa. Não estou a pedir o impossível, quero alguém como eu, que entenda o valor das palavras, que esteja comigo, inteiro, fazendo-me sentir a mais especial das mulheres. Quero quem confie em mim, como eu sei que confiaria em que me arrebatasse o coração. Quero poder olhar e ver, sentindo-me segura de que não me fugiria por entre os dedos de cada vez que o céu escurecesse. Quero e preciso de consistência, quem saiba o que me magoa e que chore usando de todas as emoções que temos em cada centímetro de um corpo que lhe pertenceria todo, se ao menos o seu nunca me abandonasse.

De que me serve amar-te desta forma se me irei esgotar? De que serve estar contigo é sempre tão fugaz e sabe ao pouco que já tenho se for apenas eu?

Se não me conheceste e se as vezes que os meus lábios pronunciaram o teu nome quando te tive tão dentro que julguei morrer de dor e de prazer não te bastaram, já não me resta mais nada e terei que entrar pela única porta que me acolhe de cada vez que me desapontas e já foram demasiadas.

De que serve ser apenas eu a cuidar-nos, a tentar, uma e única vez que entendesses que era eu sim, se nem a ti te conheces?


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Não, de todo!

Não, de todo!

Não, de todo!


et

Já to disse antes e vou repetir, uma vez mais, NÃO, não estou magoada, estou desiludida e essa emoção é demasiado forte para que a possa aceitar!

Consegui ver em ti o que nem tu mesmo sabes que tens e o que vi não foi o fogo de artifício, não foi o barulho, não foi o menino a querer provar que é homem, foi a ti, todo. Não me enganei, mas por vezes a realidade supera-nos, e o que aconteceu foi tão simplesmente a tua incapacidade de veres para além do hoje, o não saberes esperar, ouvir e entender. Até a noite tem que esperar que as horas do dia terminem para que possa brilhar e é assim com tudo o resto na vida.

Sinto falta de ti, da tua voz, da pessoa que vi e que sonhei. Sinto falta de ti,mas não vou esperar, tal como pediste por escrito, terminando por mensagem o que a tua imaturidade te impediu de fazer com os sons que até sabes usar, mas só para o que dominas, para o que acreditas ser certo, para o que não pretendes que se questione. Meu querido, a verdade é que eu fui tua sim, sem interesses, porque de ti não poderia haver nenhum, sejamos honestos. Desejei tão somente tempo com qualidade, entrega, verdade em todas as palavras que se deitaram pela janela. Quis-te a ti, tanto já, que não vou fugir do que senti, não vou usar frases feitas, à medida dos que não sabem amar e nunca se sentiram verdadeiramente amados. Não menosprezes, não magoes, não desvalorizes, porque o que tiveste de mim, fui EU inteira.

Permite-me ainda que discorde de mais uma frase feita, porque não é verdade que qualquer um escreva, há um quinhão que o fará sem sentido, uns quantos que usarão as palavras dos outros e muito poucos que tocarão quem leia o que escrever, porque o fará com sentido, com emoção, sem erros ortográficos, com experiência, com respeito pelos que sabem o valor dos sentimentos. Haverá sempre quem escreva para cada um de nós, dizendo o que é suposto, quando fizer sentido. Como jamais serás "qualquer um" na minha vida, vou-te oferecer mais umas quantas palavras para que me recordes:

Quando voltares a ter, diante de ti, quem que se mostre, quem te queira, quem te sonhe e acredite poder caminhar ao teu lado, não faças silêncios, grita se tiver que ser, mas dá na proporção do que receberes, porque só assim terás realmente algo com sentido.

De quem te esperou o tempo possível!
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Eu acredito...

Eu acredito...

Eu acredito...


Feelme/Eu acredito...Tema:Me!
Imagem retirada da internet

Eu acredito que estamos aqui e entramos nas vidas uns dos outros por alguma razão, mesmo que pareça não fazer sentido no momento!

Eu estou onde sou precisa e não apenas aos outros, porque se e quando deixo pontas soltas, quando me atrevo a achar que existem almas maiores, quem consiga crescer como o faço eu, a vida mostra-me que não é verdade, relembra-me que até poderei auxiliar com algumas palavras, com o timbre de uma voz algo poderosa, mas jamais irei percorrer caminhos que não são os meus, com os passos pouco firmes de quem ainda só agora aprendeu a andar, mas já deseja correr.

Não, não quero mudar o mundo, apenas pequenos Universos de pessoas que mesmo não sabendo ao que vão, estarão prontas para aprender, de quem consiga falar abertamente dos seus medos e não desista de chegar, demore o tempo a que o tempo obrigar.

Ainda hoje, numa conversa informal, falei do meu receio, por mim, da forma como me resolvo, da minha capacidade em seguir em frente e de nunca, mas nunca, baixar os braços ou desistir de encontrar o que sei que existe. Assusta-me a frieza e a forma como entendo que quem não tem mais, nada se lhe poderá ser exigido. Por isso desejo aos fracos de espírito que se fortaleçam enquanto podem, que não se refugiem no tempo que julgam não passar, porque terminar velho e ignorante, uiii, isso sim será um castigo maior, porque depois, na recta final, já pouco mais se poderá fazer.

Eu acredito, que até tu vieste para me fazer maior, por isso Obrigada!
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Back. Sim estou de volta!

Back. Sim estou de volta!

Back. Sim estou de volta!



8 dias, muito tempo de qualidade com quem é na verdade importante para mim e por quem vou navegando em marés mais ou menos revoltas!

Usufruí dos meus 3 filhos em pleno, li muito, como sempre faço e escrevi mais um livro que me atormentava e impelia a que soltasse todas as palavras que me sufocavam já. Chamei-lhe 8 dias, porque foi quanto me bastou para que o libertasse. Há muito que já não me munia de papel e caneta, mas soube-me bem regressar ao que já foram antes as palavras que me renovam e permitem que partilhe todos os meus pedaços, de sonho, de ficção e de vida também.

Escrevi até que me doessem as mãos, porque consigo usar ambas, direita e esquerda, impedindo-me assim de parar, fiz renascer o que há algum tempo precisava de trazer para fora de mim, deixando-me mais espaço para me voltar a encher do que sou feita, inteira.

8 dias livre de internet, com um telefone que ficou sem bateria ao final do 4º e pasmem-se, não me senti ansiosa por não estar contactável, a liberdade emocional é mesmo algo que não tem preço. Regressámos hoje tal como fomos, uma família completa, eu e os pedaços de mim!
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Silêncios para a mulher das palavras!

Silêncios para a mulher das palavras!

Silêncios para a mulher das palavras!



Eu, a Mulher das palavras, vou agora presentear-vos com alguns silêncios!

Vou estar de férias merecidas, sem usar a internet, ou muito pouco dela, e tentando concluir um livro que já me ensombra faz algum tempo. Já o tenho todo delineado na cabeça e nesta altura não tenho forma de o reter muito mais.

Nestes 8 dias irei ler muito, por norma 1 livro por dia, usufruir da tranquilidade, dos pés na areia, da escrita em papel, o que não tenho feito ultimamente e que me obrigará mais tarde a trabalho dobrado, mas o prazer da caneta a deslizar imparável nas folhas de papel, reproduzindo sons que me são tão familiares, é o que me deixa com a certeza de que é isto que quero conseguir fazer o resto da minha vida.

Vou ver o por-de-sol a cada dia, vou inspirar as energias que sei desde já que irei precisar para um resto de ano que se avizinha bem trabalhoso e vou cimentar as ideias que me acompanham há algum tempo e que não tenho como adiar.

Prometo que regressarei a dar-vos o que sei, da única forma que entendo, apaixonada por mim, por quem me rodeia, directa ou indirectamente, pela vida, pelos sonhos que me engrandecem a alma e pela capacidade de continuar a amar quem já entrou na minha vida. Acredito que sou abençoada, porque consigo sempre fazer caber no meu coração mais um.

Façam o favor de se manterem felizes!
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1,500!

1,500!

1,500!

Feelme/1,500!

Incrível a quantidade de palavras que já consegui usar em 1,500 posts!

Quando comecei nestas andanças, não sabia muito bem ao que vinha, que modelo conseguiria usar e se de alguma forma poderia fazer a diferença. Dizem-me os que me vão lendo e seguindo que sim, que lhes dou brilho aos dias, que chego até cada um com palavras que sentidas, que parecem suas, e que sobretudo não são ocas.

Sou um ser afortunado, faço o que gosto, da forma que me dá um prazer absoluto, inexplicável. Consigo ter-me nas palavras, sendo eu ou muitas outras pessoas que me vão "soprando" vidas que poderiam pertencer a cada um de nós.

Obrigada a todos, prometo que vou continuar a partilhar-me, a pôr prazer em cada sílaba, a oferecer-vos sons na forma mais intensa que conheço e que pode abanar estruturas, mudar rumos, aliviar dores, arrancar sorrisos e lágrimas verdadeiras também. Espero ter bem mais do que 1,500 outros posts num futuro que desejo bem sucedido para todos.

São palavras comigo dentro! 
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Vais deixar coisas por dizer e fazer?

Vais deixar coisas por dizer e fazer?

Vais deixar coisas por dizer e fazer?






Não deixes e não permitas que fiquem coisas por fazer ou por dizer. Está em pleno em tudo o que vives e arrisca, sobretudo se souberes quem está do outro lado da tua vida. Se no final os sons não forem os que gostarias de ter ouvido, vais ficar com o que deste e com tudo o que ofereceste na esperança de também receber.

Cuidar do outro e estar presente, mesmo que não no mesmo lugar, mas em alma e com o coração todo preenchido, é o que faz com que tudo valha a pena e que mesmo com mágoas se consiga prosseguir e recomeçar. Não deixes que ninguém te arranque a humanidade e a capacidade de amar até por dois, se preciso for. Carrega-te inteiro, em todos os passos e verás que sairás revigorado, mais autêntico e muito mais livre.

Não deixes e não permitas que a vida não siga o seu curso e que te prendas apenas no que imaginaste ser o outro, vais precisar de tempo para entender quem te chegou. Vais ter que olhar, de forma segura, para quem poderá permanecer, sem te defraudar. Não deixes e não permitas que a ilusão se sobreponha à realidade, porque só poderás acabar arrependido. 
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Nem as palavras...

Nem as palavras...




Nem as palavras que supostamente as domino e parecem existir em abundância, me bastam para explicar o que me fazes, como me deixas e o quanto te quero na minha vida!

Já não tenho medo, ultrapassei essa fase, simplesmente porque não adianta e porque na verdade o medo tolhe-nos a capacidade de experimentar o que poderá fazer de nós pessoas melhores, mais completas e mais prontas. Não nos forçámos, nunca pedimos nada, surgiu sempre naturalmente. As tuas palavras encaixaram-se nas minhas. Falámos a mesma língua, sem ser necessário legendar. Tu explicas-te tão bem e em nenhum momento tive receio de que o que dizes fosse outra coisa que não isso mesmo.

Gosto da forma como me recordas que sou uma mulher bonita e que tenho o que é preciso para te deixar mais homem. Gosto que me consigas manter atenta ao que faço e como o faço para que esteja sempre em cima, para que acredite que apenas a minha forma de me mover e sentir te trouxe e deixou comigo. Não usamos rodeios. Não embelezamos nada, porque mesmo que não tenhamos conseguido ainda perceber o que "isto" é, sabemos que é o que nos basta agora.

Já faltou mais, já esperámos mais...
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Thanks...

Thanks...

Thanks...

A lot!



Foram só uns quantos dias de alguma "loucura" saudável e que serviu para me elevar o ego, que tento sempre manter em alta, mas que conseguiste empurrar bem para CIMA.

Os dias que eu controlo, que eu faço acontecer, são meus, decididos e escolhidos por mim e é assim que deverão continuar. Não tenho como deixar de ser eu, por mais que ame e deseje outra pessoa. Sou demasiado, tenho personalidade que me obriguei a vincar, demorei bastante a conseguir saber de que forma piso, até as pedras, sem me magoar, para permitir que alguém me tire o apoio.

Sou gémeos de signo, talvez por isso me consiga reinventar diariamente, alterando e substituindo o que não está certo, não fico demasiado tempo adormecida, deixando-me levar, acordo sempre que é necessário e reclamo o volante, porque é no comando que eu me revejo.

Estou a sorrir para mim neste momento, porque me sinto tão fortalecida por dentro que até assusto.

CARAMBA mulher como te conseguiste encolher tanto tempo, se agora és sempre tu que importa? No idea, but I´m here now!!
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Cheguei!

Cheguei!


Estavas à minha espera e ver-te foi o que reconheci de todos os dias em que te pertenci e soube que serias tal como te senti!

Cuidaste-me, tocaste-me, sorriste-me, com tanta ternura e entrega que parei de te resistir e entreguei-me toda. Nada entre nós soou, em qualquer momento, a irreal. Cada riso, cada roçar de pernas, todos os abraços e todos os beijos que antecipávamos, TUDO foi como esperei e o esperámos ambos.

O que acabaste a representar na minha vida surpreendeu-me, desarmou-me e tem feito de mim uma mulher que não conhecia, a que há muito poderia e deveria ter estado em mim, porque afinal não me deveria encolher, apagar ou sequer recear o que tenho para dar.

Cheguei eu, chegámos ambos, no mesmo tempo e lugar onde, por algumas horas, fomos e importámos apenas nós. Let´s move on now!
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Às voltas!

Às voltas!

Às voltas!

Wet hair


Foi assim que me deixaste, com a cabeça às voltas, com o coração apertado, com uma sensação de impotência, com o desejo de estar contigo e de te apertar forte, de te permitir que me tivesses para sossegares.

Acredita que eu também me remexo por dentro, sinto a tua falta desde que te toquei, mas esforço-me por não entrar em modo desespero, de contrário deixaria de funcionar. É claro que correria para ti sempre que o necessitámos ambos, o "problema" é que teria que ser SEMPRE mesmo, porque a realidade é que o meu corpo precisa do teu e nós fazemo-nos falta, ponto final!

Não gosto quando me lanças aquelas "ameaças" subtis de que se não te alimento procurarás quem o faça, não me quero sentir assim, não preciso de ficar insegura, de temer que toques qualquer outro corpo que não o meu. Se não me aguentas, se não te tranquilizo, se agito mais do que precisas, então pensa, repensa e eu farei e serei o que quiseres. Agora ainda consigo que seja dessa forma...
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