Back. Sim estou de volta!

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8 dias, muito tempo de qualidade com quem é na verdade importante para mim e por quem vou navegando em marés mais ou menos revoltas!

Usufruí dos meus 3 filhos em pleno, li muito, como sempre faço e escrevi mais um livro que me atormentava e impelia a que soltasse todas as palavras que me sufocavam já. Chamei-lhe 8 dias, porque foi quanto me bastou para que o libertasse. Há muito que já não me munia de papel e caneta, mas soube-me bem regressar ao que já foram antes as palavras que me renovam e permitem que partilhe todos os meus pedaços, de sonho, de ficção e de vida também.

Escrevi até que me doessem as mãos, porque consigo usar ambas, direita e esquerda, impedindo-me assim de parar, fiz renascer o que há algum tempo precisava de trazer para fora de mim, deixando-me mais espaço para me voltar a encher do que sou feita, inteira.

8 dias livre de internet, com um telefone que ficou sem bateria ao final do 4º e pasmem-se, não me senti ansiosa por não estar contactável, a liberdade emocional é mesmo algo que não tem preço. Regressámos hoje tal como fomos, uma família completa, eu e os pedaços de mim!
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Silêncios para a mulher das palavras!

Silêncios para a mulher das palavras!

Silêncios para a mulher das palavras!



Eu, a Mulher das palavras, vou agora presentear-vos com alguns silêncios!

Vou estar de férias merecidas, sem usar a internet, ou muito pouco dela, e tentando concluir um livro que já me ensombra faz algum tempo. Já o tenho todo delineado na cabeça e nesta altura não tenho forma de o reter muito mais.

Nestes 8 dias irei ler muito, por norma 1 livro por dia, usufruir da tranquilidade, dos pés na areia, da escrita em papel, o que não tenho feito ultimamente e que me obrigará mais tarde a trabalho dobrado, mas o prazer da caneta a deslizar imparável nas folhas de papel, reproduzindo sons que me são tão familiares, é o que me deixa com a certeza de que é isto que quero conseguir fazer o resto da minha vida.

Vou ver o por-de-sol a cada dia, vou inspirar as energias que sei desde já que irei precisar para um resto de ano que se avizinha bem trabalhoso e vou cimentar as ideias que me acompanham há algum tempo e que não tenho como adiar.

Prometo que regressarei a dar-vos o que sei, da única forma que entendo, apaixonada por mim, por quem me rodeia, directa ou indirectamente, pela vida, pelos sonhos que me engrandecem a alma e pela capacidade de continuar a amar quem já entrou na minha vida. Acredito que sou abençoada, porque consigo sempre fazer caber no meu coração mais um.

Façam o favor de se manterem felizes!
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1,500!

1,500!

1,500!

Feelme/1,500!

Incrível a quantidade de palavras que já consegui usar em 1,500 posts!

Quando comecei nestas andanças, não sabia muito bem ao que vinha, que modelo conseguiria usar e se de alguma forma poderia fazer a diferença. Dizem-me os que me vão lendo e seguindo que sim, que lhes dou brilho aos dias, que chego até cada um com palavras que sentidas, que parecem suas, e que sobretudo não são ocas.

Sou um ser afortunado, faço o que gosto, da forma que me dá um prazer absoluto, inexplicável. Consigo ter-me nas palavras, sendo eu ou muitas outras pessoas que me vão "soprando" vidas que poderiam pertencer a cada um de nós.

Obrigada a todos, prometo que vou continuar a partilhar-me, a pôr prazer em cada sílaba, a oferecer-vos sons na forma mais intensa que conheço e que pode abanar estruturas, mudar rumos, aliviar dores, arrancar sorrisos e lágrimas verdadeiras também. Espero ter bem mais do que 1,500 outros posts num futuro que desejo bem sucedido para todos.

São palavras comigo dentro! 
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Vais deixar coisas por dizer e fazer?

Vais deixar coisas por dizer e fazer?

Vais deixar coisas por dizer e fazer?






Não deixes e não permitas que fiquem coisas por fazer ou por dizer. Está em pleno em tudo o que vives e arrisca, sobretudo se souberes quem está do outro lado da tua vida. Se no final os sons não forem os que gostarias de ter ouvido, vais ficar com o que deste e com tudo o que ofereceste na esperança de também receber.

Cuidar do outro e estar presente, mesmo que não no mesmo lugar, mas em alma e com o coração todo preenchido, é o que faz com que tudo valha a pena e que mesmo com mágoas se consiga prosseguir e recomeçar. Não deixes que ninguém te arranque a humanidade e a capacidade de amar até por dois, se preciso for. Carrega-te inteiro, em todos os passos e verás que sairás revigorado, mais autêntico e muito mais livre.

Não deixes e não permitas que a vida não siga o seu curso e que te prendas apenas no que imaginaste ser o outro, vais precisar de tempo para entender quem te chegou. Vais ter que olhar, de forma segura, para quem poderá permanecer, sem te defraudar. Não deixes e não permitas que a ilusão se sobreponha à realidade, porque só poderás acabar arrependido. 
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Nem as palavras...

Nem as palavras...




Nem as palavras que supostamente as domino e parecem existir em abundância, me bastam para explicar o que me fazes, como me deixas e o quanto te quero na minha vida!

Já não tenho medo, ultrapassei essa fase, simplesmente porque não adianta e porque na verdade o medo tolhe-nos a capacidade de experimentar o que poderá fazer de nós pessoas melhores, mais completas e mais prontas. Não nos forçámos, nunca pedimos nada, surgiu sempre naturalmente. As tuas palavras encaixaram-se nas minhas. Falámos a mesma língua, sem ser necessário legendar. Tu explicas-te tão bem e em nenhum momento tive receio de que o que dizes fosse outra coisa que não isso mesmo.

Gosto da forma como me recordas que sou uma mulher bonita e que tenho o que é preciso para te deixar mais homem. Gosto que me consigas manter atenta ao que faço e como o faço para que esteja sempre em cima, para que acredite que apenas a minha forma de me mover e sentir te trouxe e deixou comigo. Não usamos rodeios. Não embelezamos nada, porque mesmo que não tenhamos conseguido ainda perceber o que "isto" é, sabemos que é o que nos basta agora.

Já faltou mais, já esperámos mais...
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Thanks...

Thanks...

Thanks...

A lot!



Foram só uns quantos dias de alguma "loucura" saudável e que serviu para me elevar o ego, que tento sempre manter em alta, mas que conseguiste empurrar bem para CIMA.

Os dias que eu controlo, que eu faço acontecer, são meus, decididos e escolhidos por mim e é assim que deverão continuar. Não tenho como deixar de ser eu, por mais que ame e deseje outra pessoa. Sou demasiado, tenho personalidade que me obriguei a vincar, demorei bastante a conseguir saber de que forma piso, até as pedras, sem me magoar, para permitir que alguém me tire o apoio.

Sou gémeos de signo, talvez por isso me consiga reinventar diariamente, alterando e substituindo o que não está certo, não fico demasiado tempo adormecida, deixando-me levar, acordo sempre que é necessário e reclamo o volante, porque é no comando que eu me revejo.

Estou a sorrir para mim neste momento, porque me sinto tão fortalecida por dentro que até assusto.

CARAMBA mulher como te conseguiste encolher tanto tempo, se agora és sempre tu que importa? No idea, but I´m here now!!
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Cheguei!

Cheguei!


Estavas à minha espera e ver-te foi o que reconheci de todos os dias em que te pertenci e soube que serias tal como te senti!

Cuidaste-me, tocaste-me, sorriste-me, com tanta ternura e entrega que parei de te resistir e entreguei-me toda. Nada entre nós soou, em qualquer momento, a irreal. Cada riso, cada roçar de pernas, todos os abraços e todos os beijos que antecipávamos, TUDO foi como esperei e o esperámos ambos.

O que acabaste a representar na minha vida surpreendeu-me, desarmou-me e tem feito de mim uma mulher que não conhecia, a que há muito poderia e deveria ter estado em mim, porque afinal não me deveria encolher, apagar ou sequer recear o que tenho para dar.

Cheguei eu, chegámos ambos, no mesmo tempo e lugar onde, por algumas horas, fomos e importámos apenas nós. Let´s move on now!
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Às voltas!

Às voltas!

Às voltas!

Wet hair


Foi assim que me deixaste, com a cabeça às voltas, com o coração apertado, com uma sensação de impotência, com o desejo de estar contigo e de te apertar forte, de te permitir que me tivesses para sossegares.

Acredita que eu também me remexo por dentro, sinto a tua falta desde que te toquei, mas esforço-me por não entrar em modo desespero, de contrário deixaria de funcionar. É claro que correria para ti sempre que o necessitámos ambos, o "problema" é que teria que ser SEMPRE mesmo, porque a realidade é que o meu corpo precisa do teu e nós fazemo-nos falta, ponto final!

Não gosto quando me lanças aquelas "ameaças" subtis de que se não te alimento procurarás quem o faça, não me quero sentir assim, não preciso de ficar insegura, de temer que toques qualquer outro corpo que não o meu. Se não me aguentas, se não te tranquilizo, se agito mais do que precisas, então pensa, repensa e eu farei e serei o que quiseres. Agora ainda consigo que seja dessa forma...
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