Queres saber o que me estimula?

Queres saber o que me estimula?

Queres saber o que me estimula?

Crush Cul de Sac


Algumas perguntas devem mesmo ser feitas para que se perceba o que move quem nos move, o que o deixa mais disponível, ou pronto para uma fuga sem retorno. É de crucial importância que saibamos, de antemão, o que gosta ou odeia, o que nunca incluirá nas suas rotinas e até onde será capaz de ir connosco e por nós. Algumas perguntas são inconvenientes e desconfortáveis, mas evitam males maiores e lugares comuns.

Queres saber o que me estimula? Um cérebro com neurónios dentro, muitos, daqueles que fervilham. Vontade férrea para o que é importante e até para o que aparentemente é pequeno. Sinto-me "over stimulated" com gente segura, que dá passos para lugares que até já existem e que nunca pensa em desistir, não antes de ter tentado tudo. Alguém forte e com força para me aguentar, porque posso ser um comboio de alta velocidade, mesmo que saiba em que estações parar. Estimulam-me as certezas, até as que são envoltas em dúvidas práticas, porque nada consegue ser mais sexy do que um homem que diz o que sente sem pausas que o traiam. primeiro estimulem-me a inteligência e depois tudo o resto se interliga.

Sempre que posso começo ao contrário, pelas palavras muito antes dos olhares, é o que faço para saber o que fazer de quem me entra pela vida dentro. A alguns bastará duas linhas escritas ou quatro palavras balbuciadas para que desate logo a correr sem sequer perder o fôlego, já a outros... bem, outros há que me deixam com vontade de ser ainda mais estimulada. Mas isto de arrancar com relações é tão difícil que ou me seguram logo no início, ou digo que vou só ali morrer e já volto e obviamente que nunca mais ficam a saber de mim.

Querem saber o que me estimula? Perguntem que eu prometo que respondo!
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Quanto tempo leva parar de sofrer?

Quanto tempo leva parar de sofrer?

Quanto tempo leva parar de sofrer?

:-)


De quanto tempo se precisa para que o tempo já não se atravesse no caminho? Será que está inteiramente nas nossas mãos o poder de ser mais ou menos feliz? 

Falo com variadíssimas pessoas e nada é comum quando se trata de desamores, mas tudo soa a muito igual, de uma forma estranha e quase natural, no encarar do sofrimento que sempre chega quando já não podemos mais, ou quando se quebra o que não vamos encontrar forma de reconstruir. Quando nos damos completamente, gastando cada segundo e minuto com o outro, e não porque sejamos beneméritos e de coração grande, mas porque acreditamos ser esta a única forma de nos darem de volta, não queremos sequer pensar no depois do amor e com o que teremos de lidar quando já não restar mais nada, porque é isso que torna a dor mais dolorosa ainda.

Não pensarão todos da mesma forma, e é por esse motivo que o meu blog caminha, porque os mal amados, que o são por falta de saberem amar, me dão matéria para escrever e me permitem ir sabendo, um pouco mais sobre este mistério que são os sentimentos, as relações que todos anseiam ter, mas que poucos querem verdadeiramente construir. O que é bom e vale a pena, dará inevitavelmente trabalho, desenganem-se se acham que encontrar a metade de nós é tão simples quanto beber uma cerveja gelada no verão, isto se gostarem de cerveja.

Continuo sem saber quanto tempo leva parar de sofrer, ninguém me apresentou uma tabela credível, assim sendo só me resta ir sofrendo à minha maneira e esperando que não seja nem um minuto a mais do que o politicamente exigível, e que possa, quem sabe, suavizar o sofrimento de outros que continuam sem ver forma de saírem do túnel, lutando contra fantasmas. Até lá, vou tentando atenuar o ardor das vossas feridas, limpando as minhas e não me negando à evidência, é mau, SIM, dói, MUITO, mas no final sei que sobreviveremos todos e que saberemos quando recomeçar!
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O que é que muda quando mudamos?

O que é que muda quando mudamos?

O que é que muda quando mudamos?

Wine in Art - Drink With Your Eyes


Por vezes o que muda somos nós, não é o que nos rodeia, o que nos falta ou sequer temos a mais, por vezes é apenas mais um dia, o dia, aquele em que escolhemos escolher o que nos transforma. 

Não tem que ser explicável, ou muito analisado. Não tem sequer que fazer muito sentido, porque talvez até o faça, mas de repente aceitamos a mudança que já nos envolvia e mudamos tudo à nossa volta. De repente algumas pessoas desaparecem do cenário e o mundo passa a girar de forma mais lenta, mas na velocidade certa.

Mas o que é que muda afinal quando mudamos? Muda o essencial. Mudam as expectativas que poderão ser ampliadas, mas que já são absorvidas e entendidas sem a ajuda de qualquer legenda. Muda o foco e a vontade de que tudo chegue com um sabor diferente, mais real, mais zen. Muda a capacidade de nos ouvirmos e de não termos medo de estar simplesmente a continuar, porque a vida é isto e ela precisa de ser vivida com o devido respeito. Muda a colheita e passamos a ver e a tocar tudo o que plantámos antes. Muda a vontade de continuar a mudar, porque estáticos não nos servimos nem somos capazes de crescer.

Vai sempre haver um dia, pelo menos para a maioria de nós, em que sentiremos a mudança em cada veia e músculo e é então que o sangue passará a fluir de forma a passar-nos o que verdadeiramente nos faz falta, nesse dia tudo fará sentido!
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Coração temporariamente Indisponível!

Coração temporariamente Indisponível!

Coração temporariamente Indisponível!

photography resmi


Quando ele, o meu coração, se arma de escudo e espada para afastar potenciais inibidores de tempo e paciência, então fica temporariamente indisponível. Nem sempre conseguimos armazenar a energia que parece faltar aos outros, talvez porque nos faça mais falta e não a possamos dispensar. Por vezes, se não na grande maioria delas, precisamos de nos saber afastar dos que apenas querem porque sim, mas nada acrescentam e é por isso que o meu coração está temporariamente indisponível, mas feliz, pleno e totalmente capaz de recomeçar quando assim o decidir. O meu coração não carrega mágoas, nem sequer dores desnecessárias, já acumulou a sabedoria que o levará até quem saberá de que forma o preencher e acrescentar e só nessa altura voltará a ter o botão ligado.

Não deixa de ser engraçado ouvir os que se assustam com a indisponibilidade, como se não querer não fosse escolha minha, mas uma inevitabilidade, quem sabe um trauma, ou algo MUITO pior. Nops, nada disso, apenas exerço a minha liberdade de escolha. Estou focada em mim, nos meus projectos e na vontade de não ter vontade de mais ninguém, não a nível amoroso.

O meu coração está temporariamente indisponível, mas eu prometo que quando voltar, vai saber quem está pronto e capaz de o receber!


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Barreiras mentais!

Barreiras mentais!



Nós somos o que pensamos e por norma pensamos a uma velocidade estonteante, colocando personagens em verdadeiros filmes que produzimos, realizamos e nos quais somos as estrelas, para o bem e para o mal. Nós somos o que pensamos, de cada vez que pensamos que não seremos capazes, não teremos forma de chegar ao outro, ou pior ainda, que não serviremos.

As nossas barreiras mentais, aquelas que deixamos ampliar até não termos mais forma de nos controlarmos, refreiam-nos e impedem-nos de vermos a realidade como ela é! 

Estarmos em dois, sendo mesmo dois, força-nos a juntar tudo o que o outro representa para nós, não nos demovendo de entender o que representamos para quem passou a ser a nossa parte mais importante. Sermos dois "obriga" a que passemos a procurar cada vírgula, todos os sons e sensações que deixarão o outro tão completo quanto passaremos a ser. Sermos dois transforma-se numa montanha russa constante, da qual precisamos desesperadamente de descer, mas que não arriscamos desacelerar com receio de perder a viagem.

As barreiras mentais são alertas do nosso sistema de defesa pessoal, mas nem sempre estão certos, muitas vezes, grande parte delas, são apenas medos ampliados e desenfreados, medo sobretudo de estarmos errados e de precisarmos de recomeçar outra vez...
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Quando te afastas da emoção...

Quando te afastas da emoção...

Quando te afastas da emoção...

EM


O que é que te chega quando te afastas da emoção? O que pediste, certinho e direitinho, sobretudo discernimento, uma visão mais ampla e menos estupidez natural. Assim mesmo, curto e grosso.

Somos, obviamente, seres pensantes e envoltos em emoções e para falar a verdade estamos a cada dia menos preocupados com os outros, mas usamos toda a emoção que nos sobra da pior forma, pensando o impensável e vendo o que não existe.

Quando te afastas o bastante da emoção e permites que a razão venha contrabalançar os pratos, antecipas o que deve ser dito e feito, sem dramas desnecessários. Falas quando é suposto fazeres-te ouvir e calas-te quando mais nada deve ser dito. Foges do que não te serve e magoa, ou aguentas de forma estóica cada revés, sabendo que o resultado final beneficiará todos os envolvidos. 

Não deixes que tudo se quebre, de forma irreversível. Decide de forma determinada e impõe o que apenas fará sentido se carregar o sabor certo. Não adies. Não olhes para o lado. Não sorrias se sentes vontade de chorar e não carregues mais do que o teu corpo permite. Não queiras ser para lá de humana, porque arriscas desumanizar-te para sempre.

Quando te afastas da emoção e acertas cada ponteiro, as horas passam a passar sem percalços de maior, sendo apenas um dos meios de ditar o tempo, porque o que importa em cada uma terá que ser determinado por ti!
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Não controlo nada, nem mesmo os sonhos...

Não controlo nada, nem mesmo os sonhos...

Não controlo nada, nem mesmo os sonhos...

il-vaso-di-pandora-blog: “ Il corpo, incendio vivo che brucerà il tuo corpo. Di sete. Sete infinita. Sete che cerca la tua sete. E in essa si distrugge come l’acqua nel fuoco. Pablo Neruda ”


É assim que te sonho de todas as vezes que o faço, sem que tenha qualquer controlo, como nunca tive quando passei a querer-te como apenas eu pareço entender!

Vinhas a andar, na mesma rua onde te encontrei a primeira vez, de olhar distraído, mas de porte seguro, com um sorriso misterioso nos lábios que já beijei tantas vezes e senti o meu corpo estremecer. Acho que ensaiei, ou tentei, umas quantas frases de conveniência, mas não me saía nada coerente, e certamente que perceberias o quanto ainda mexes comigo, por isso desisti, e fiquei imóvel, quase encolhida no carro, com receio que me visses, mas ansiosa para que chegasses e pudesse ouvir a tua voz, sentir o teu beijo a pousar na minha face, inalando o teu cheiro e armazenando-o nem sei por quanto tempo mais.

Alguém te aborda e absorvo cada gesto. A forma como gesticulas com as mãos que já me abraçaram, que me apertavam forte e me faziam gemer de uma dor envolta em tanto prazer, que a minha corrente se espalhava para cada pedaço de um corpo que já foi teu, que se misturava tão bem em ti e que precisa que o voltes a tocar. Era isso que te iria pedir, se fosse suficientemente corajosa, se parasse de me importar com o que pensarias, se ao menos me deixasse ir e arriscasse ter-te uma vez mais.

Aceitas a boleia que te oferecem e entras no carro que te leva para bem longe de mim. Fico a olhar o vazio, acho que nem pestanejo. Tive vontade de vos seguir, de viver o reencontro como o venho sonhando, mas fiquei sem reacção. Encosto-me pesada no banco, sinto os olhos molhados e a face quente com a torrente de lágrimas que escorrem de bem dentro de mim. Está a ser um pouco mais do que imaginei, está a ser duro perceber que ainda continuas tão vivo e que não me serás indiferente ainda por muito tempo. Não te ultrapassei, ainda te amo da mesma forma e continuo a querer que me queiras, um pedaço que seja.

O sonho vai terminando por aqui e eu acordo da mesma forma, desgastada e contigo em todas as células. No sonho és bem mais real do que foste na minha realidade, porque é lá que te encontro todas as noites. É lá que recordo as tuas formas e a forma como olhavas para mim. Não sei como será nos meu futuro, mas antevejo algo muito parecido e fico à espera que o sono se sobreponha ao sonho que se recusa a deixar-me, da mesma forma que me recuso a ficar sem ti.
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Estás pronta para deixar ir?

Estás pronta para deixar ir?

Estás pronta para deixar ir?


Doutzen Kroes in “Easy Like Sunday Morning” for WSJ Magazine, March 2015  Photographed by: Josh Olins

O que te chegou veio com um propósito e acabaste por o entender, mesmo depois do ferro em brasa que te marcou a alma, porque a verdade é que ainda continuas por aqui, viva, mais destemida e ainda mais pronta! 

Estás pronta para deixar ir a parte de ti que se adiantou na viagem e encontrou o que nunca existiu? Já te sentes capaz de te perdoares, percebendo que por vezes a tua aparente força será a tua maior fraqueza? Consegues olhar para tudo com o distanciamento que te deixará livre? Estás pronta para deixar ir a dor e usufruir da limpeza interior que te deixou assim, como te vejo agora, mais bonita, mais em paz e mais disponível para o que terá que voltar? Estás pronta para aceitares que já o estás, há algum tempo e por isso mudaste, mudando-te?

Quando te perdes, mesmo que por breves momentos, vais ter que ser recordada do que é importante e é aí que te são enviados mensageiros, seres que te engrandecem e melhoram se estiveres atenta. Se te deres o tempo que tudo precisa para crescer e voltar a nascer, vais encontrar sentido até no que te pareceu mais pequeno, mas percebendo que só poderia ter sido assim. 

Estás pronta para deixar o que te segurou tempo a mais e finalmente voltar a voar? Já sei a resposta, porque tenho olhado com atenção para cada pequena mudança e agora, após o que me pareceu demasiado tempo, já voltaste a ser quem sempre reconheci!
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Sei como me fazes sentir!

Sei como me fazes sentir!

Sei como me fazes sentir!



Sei como me fazes sentir. Tenho, em mim, todas as emoções que apenas tu consegues passar. Encontro, ainda e depois do primeiro dia em que te tive, as razões que seguram o meu coração, mesmo que a razão me persiga e force a decidir. Sei que preciso de manter as dúvidas, porque são elas que me mantêm viva e a esperar pelo que só pode chegar, na tua forma ou num formato muito próprio. Sei como me fazes sentir e é assim que quero continuar!

Dizem-me que te devo dizer tudo, mas o que não sabem é que já sei o que disse a mais ou nunca deveria ter dito. Opinam, tentam, sobre o que fizemos e fomos ambos, mas mesmo que me sinta por vezes bem mais tonta do que pareço, sei bem o que tive. Sei bem o que ouvi e senti. Sei quem foste e sei que ainda não me superaste. Dizem-me que te devo esquecer, mas esquecem-se de quem sou, do poder que coloco no que amo, porque amar é o que posso fazer, apenas eu, ao meu ritmo e sem que me meçam ou pesem. Sopram-me e gritam, tentando que não me perca, mas há muito que perdi a parte que te pertenceu e essa já ninguém terá forma de recuperar.

Sei ao que sabias, mas agora, de mansinho, estou a perder o que demorou a chegar e que se implantou no que nem julgava possuir. Sei como me fazias sentir mesmo antes de te saber, porque esperei uma vida inteira pela vida que me prometeste. Sei porque te aceitei e o que sonhei de ti, mesmo que não conseguisse que sonhássemos juntos. Sei o que deixei por fazer para que não te faltasse e tudo o que consegui que fosse feito, para que não me faltasses, mas ainda assim não adiantou. Sei como me fazias sentir e é por isso que aqui, neste lugar que tem um tempo onde apenas eu estou, continuas a estar, mesmo que longe. Sei o sabor da dor que já me moeu corpo e alma, mas que serve para que não te arranque, porque o escolhi assim e porque ainda não te superei.

Sei como me fazes sentir, ainda e é apenas isso que me segura!


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Tens pressa do quê?

Tens pressa do quê?

Tens pressa do quê?

7 Ways To Boost Your Brainpower


O que é que não pode esperar? Do que tens pressa afinal e o que te faz correr?

A pressa é sinónimo da tua incapacidade de maturar, significa que não estás pronta para os passos que têm que ser percorridos e não saltados. A pressa é inimiga da perfeição e da sanidade mental, porque te deixa a querer demasiado o que até já é teu, apenas ainda não te foi entregue. A pressa impede-te de saborear o que leva mais tempo e de ver o que é mais pequeno, mas igualmente importante. A pressa é basicamente o medo que sentes de ter que esperar demasiado tempo, mas que nunca será demasiado, apenas o necessário.

Tens pressa do quê afinal, será que sabes? E quando o dizes em voz alta, ao que é que te soa?

Tens que perceber que a vida são tempos e momentos que precisam de se encontrar. A vida é saberes ao que sabe o que antecipaste, mas apenas quando o saboreares. A vida é teres o que escolher, entre tantas escolhas já feitas e outras que te poderão mudar. A vida é o veículo inevitável para tudo o que deves aprender, até que possas finalmente parar de esperar. Mas por agora espera, o mais tranquilamente que conseguires, porque vai decididamente valera  pena!
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Estar feliz!

Estar feliz!

Estar feliz!



Estar feliz! Nada mais natural e conveniente para que possamos concretizar tudo o que nos propomos. A nossa visão fica menos turva, sabemos como fazer e até onde ir, porque a vitamina da felicidade se propaga a uma enorme velocidade e se estivermos de bem com tudo e todos, conseguimos tocar até o céu!

Quem é que não o experimentou já? Quem nunca esteve naquele estágio de euforia contagiante que nos fazia ver para além do nosso pequeno mundo?

Nós sabemos, claro, e também o queremos, mas nem sempre chegamos para ficar, nem sempre mantemos o que nos mantém felizes e acabamos a descer ao planeta terra, com todas as quedas eminentes, pedras e buracos, restando-nos apenas ir andando e tentando sobreviver.

Estar feliz já é bem mais do que um desejo, é uma necessidade, é a bóia que nos enviam quando ameaçávamos afundar, é o lugar de onde não deveríamos ter que voltar, mas é um desafio que supera em muito a nossa capacidade de reagir, de entender e de agarrar com ambas as mãos o que afortunadamente recebemos. Eu sei do que é feita a minha felicidade, e quem contribui para que a tenha, até aí já cheguei, mas depois de mim existem os outros, e sobre eles não tenho o mesmo poder, por isso adapto-me, trabalho mais, esforço-me o dobro e aceito o que não consigo mudar, caramba, mas era tão simples...
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Quem são estas novas pessoas!

Quem são estas novas pessoas!

Quem são estas novas pessoas!

Pinterest - Grace Carroll


A janela pela qual vou olhando para este "maravilhoso" mundo novo, está mais ampla e colorida, talvez porque eu esteja mais atenta e livre para entender o que corre e de que forma, ou porque simplesmente consigo o devido e confortável distanciamento!

As pessoas estão diferentes, irreconhecíveis até, parecem ter uma carapaça e um sorriso que não combina. Vivem à pressa, para tudo o que não as completa, mas atrasam-se no essencial, deixando penduradas quem um dia ainda as poderá valer. Não lhes encontro forma nem formato familiar. Já não sei o que as move e é tão pouco o que as demove de mais, e ainda assim de melhor. Querem o que querem e só questionam o que lhes dá trabalho. Procuram o exterior nos outros de forma demasiado urgente e quando têm que lidar com o interior, cansam-se e desistem rapidamente. Não sei quem são estas "novas" pessoas, tal como não sei o que esperam receber um dia.

Por vezes pareço estar a ver um filme de quinta categoria, mas como até me vão fazendo rir, não desligo e assisto para tentar perceber se o final será diferente. Pasmo-me sempre e de cada vez que tento, porque tudo é igual, é sempre mais do mesmo.

Quem são estas novas pessoas? Será que se revelaram, ou mudaram realmente, para pior?

Até que podia ir-me mantendo aqui, a ver de camarote, o problema é que elas fazem parte dum todo e irão inevitavelmente cruzar-se comigo ou com os meus, por isso vou continuar a tentar perceber quem são, encontrando, quiçá, uma explicação para o que agora não explico.

Estas novas pessoas estão literalmente a pôr-se a jeito, não das críticas, porque não lhes parecem fazer mossa, mas do carma, and carma is a bitch!
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Como resistir às relações "modernas"?

Como resistir às relações "modernas"?

Como resistir às relações "modernas"?

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Os ajustes às novas relações são realmente difíceis e só podem ser, basta que olhemos atentamente, para os modelos de casais tradicionais, os que não se divorciaram, os que passaram pelos namoros, mais ou menos longos com projectos comuns, para percebermos que também eles se debatem, diariamente, com lutas internas, deambulando entre o desistir, mandando tudo à merda e o resistir estoicamente a todas as marradas da vida. Se para "estes" já é quase uma missão impossível, e já passaram por tantos percursos e crescimento em comum, imaginem para os que vão começar de novo, frescos do outro, mas carregados de pesadas mágoas e heranças que não serão propriamente de lingotes de ouro. Tough!

O mais fácil é mesmo ficar sozinho. Ir picando aqui e ali. TANTOS que o fazem e eu até que conheço uns quantos, mas não é o mais natural e não é a nossa realidade, porque fomos feitos para estarmos em relações, estendendo as emoções ao que desejamos para ambos. Não quero o mais fácil, gosto de desafios e de lutas, mas não gosto da sensação de jogo eterno e de compromissos descomprometidos. Gosto do que tem nome. Não gosto do nim.

Quando já passámos a fase dos namoricos, da descoberta da sexualidade, dos quês e porquês, passamos a precisar de mais, muito mais e de forma a que que se possa permanecer no que nos completa, por isso as relações modernas são um verdadeiro desafio aos que ainda pretendem apenas e tão só a felicidade a dois.
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Quando os nossos olhares se cruzam!

Quando os nossos olhares se cruzam!

Quando os nossos olhares se cruzam!

®️


O teu olhar já vai ficando no meu mais tempo, a cada passo. Já não sabes como me evitar, nem podes, porque estamos em sintonia, mesmo que silenciosa. A tua linguagem não verbal mexe com o meu discernimento e impede-me de ser natural, porque quando estás por perto fico mais longe de mim, torno-me mecânica, a pensar e a repensar cada movimento. O meu olhar é fugidio, mas quando tenho que te olhar, faço-o bem dentro e tu não ficas indiferente, mesmo que te mantenhas aparentemente controlado e algo distante, mas apenas o suficiente para que não te ouça respirar. 

Ainda não sei qual é o teu cheiro, nem se ele se poderá misturar com o meu. Nunca estivemos demasiado próximos, mas sei que ambos sentimos a proximidade que ainda nos vai meter em sarilhos. Ainda não sei se quero, ou se consigo arrojar, mas sei que depois do agora que já está a acontecer, só poderemos continuar. Ainda não sei quem és, o que carregas ou ao que vens, mas já sei que sabemos o que estamos a sentir.

Quando os nossos olhares se cruzam já não és apenas tu, no que fazes e há algum tempo que já deixei de ser apenas eu, aqui, neste lugar que passou a ser mais nosso do que de qualquer um dos outros que nem consigo ver. Quando os nossos olhares se cruzam sinto um friozinho que se alastra e começa a fazer medo, mas que é igualmente bom, por isso sei que vamos continuar a olhar-nos até que um de nós precise de mais do que já temos. 

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O que fazes de errado?

O que fazes de errado?

O que fazes de errado?

think of flowers in her hair..


Tentas e tentas, mas nada parece resolver o que ainda não foi resolvido, não na tua cabeça e muito menos no coração. Será que fazes bem em continuar a tentar? Eu sou das que acredita que sim, porque tentar mantem-nos vivos, resilientes e com a positividade intacta.

Tentas encontrar quem vai fazer sentido, mesmo que no início quase todos façam, mas tentas que continue, que permaneça e que as dúvidas iniciais se esfumem. Tentas porque precisas da outra metade, e já nem te importas que seja a tua, até pode ser a metade que a Maria descartou, ou a que a Júlia não soube manter, mas que seja uma. Nahhh, é que nem pensar, estou apenas a brincar com a situação. Tentas, e muito bem, mas não podes aceitar qualquer coisa, até porque já estás mais madura, certo? Pois, como se o ser madura adiantasse grande coisa, a verdade é que continuas sem saber porra alguma e isso também não ajuda a que percebas o que fazes de errado.

Temos umas quantas perguntas que passamos umas à outras, como se fossem bolas a ferver, mas o problema é que para além de perigosas, apenas servem para nos deixar ainda mais preocupadas, porque nenhuma parece saber as respostas. Era tão mais fácil existir uma iluminada, alguém que já tivesse quilómetros de estrada e que por isso nos soubesse dirigir sem g.p.s, mas não há e a haver, não saberia como encaixar a nossa situação em particular, porque a história, já velha, de que os homens são TODOS iguais, é totalmente falsa, eles são TODOS diferentes e agora chegam nuns modelos novos que trazem instruções em mandarim. Mas atenção, para as chinesas as instruções são em russo, ah pois, afinal somos todas filhas do mesmo Deus, por isso o castigo é colectivo.

Agora fora de brincadeiras, queres mesmo saber o que fazes de errado de cada vez que "tropeças" numa nova relação? Bem, eu prometo que vou investigar e depois passo-te o relatório o mais detalhado que puder. Até lá, boa sorte!
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Iria até ao inferno...

Iria até ao inferno...

Iria até ao inferno...


Kriegerin
Sempre disse que daria tudo para ter quem me seguisse, quem não soubesse viver se eu não estivesse por perto, alguém que sentisse as minhas palavras, tão fundo, que todas as outras fossem apenas o que se precisa de usar para nos juntarmos ao resto do mundo. Daria tudo para saber de quem pousasse um olhar fixo em mim, e que conseguisse auscultar-me por dentro. Um corpo no qual me encostasse para que todas as dores do mundo se subtraíssem, tendo quem planeasse ver-me, nos mesmos lugares, até que os nossos corpos se recusassem obedecer-nos, mas que deixasse de importar, porque estaríamos a envelhecer juntos.
Gostava de poder mostrar, sentir e viver, um amor que me fizesse mergulhar nos mesmos mares dos quais tenho medo de morte, talvez por já ter morrido em algum. Um amor que me levasse a perdoar cada falha, com receio de falhar também eu e a ponto de perder quem realmente importasse. Gostava de te poder dizer, todos os dias, tal como o sinto agora, que por ti me superaria e iria até onde fosse preciso para ser a pessoa que visualizasses em cada pedaço do teu futuro. Eu sei que da forma como te amo me faria ser amada de volta, e que se te perdesse procurar-te-ia, iria até no inferno, ao lugar de onde dizem nenhuma alma ter jamais saído, e te traria de volta, para que estivesses do lado de quem te respira e sabe como se te entrar dentro.
Nada, nem ninguém, nos roubaria um segundo que fosse, a mais do que aqueles que já teriam que nos arrastar para longe um do outro, porque viver infelizmente tem outras nuances e estar contigo e em ti, nunca poderá ser sempre e para sempre, mas seria intenso, sentido e desejado, tanto que não precisaria de te dizer o que escrevo agora, porque já o saberias, já me teria encarregado de te o provar.
Vou aprendendo a tranquilizar-me, a saber esperar, porque agora, mais do que ontem, sei que te terei outra vez, e que te reconhecerei em qualquer outra vida, mesmo que o duvides, mas acredita que se te tiraria até do inferno, então também te conseguiria encontrar, em qualquer rua de um novo destino, na hora certa, naquela em que passarias tu para que te visse realmente!”
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Uma palavra errada...

Uma palavra errada...



Uma palavra errada, um som mal soprado, um pensamento demasiado veloz e tudo o que se construiu com cuidado acrescido, pode partir-se em mil pedaços!

Ter quem seja, TUDO, na nossa vida, amplia o nosso medo de errar. Ter quem aumenta cada desejo, por mais louco e descabido que possa parecer, muda o significado até dos sinais mais óbvios. Ter quem nos recorde que não estamos nem somos, apenas nós, faz até a chuva fria saber a um duche quente e partilhado. Ter um dia, um momento, aquele em que demos o primeiro passo e em que perdemos o medo de nos sorrirmos com a alma, liberta-nos de todos os outros sentimentos que não dominamos, nem queremos interromper.



Uma palavra errada, num dia mal escolhido, com um final de momento menos partilhado e acabamos sem as partes que nos completam.


Estou na minha madrugada fria. Estou sozinha o bastante para me recordar do que pareço ter feito de forma errada. Estou sem ti e sem a capacidade de te repetir, uma e outra vez, que és tu, que serás sempre e que passaste a sê-lo assim que a palavra certa foi dita por nós.



Uma palavra errada e conseguimos duvidar do que não poderia, em nenhum momento, ser motivo de dúvida. Uma palavra errada e voltamos ao princípio. Uma palavra errada e quase que arrisco perder-te...
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O que fazer quando já nada puder ser feito?

O que fazer quando já nada puder ser feito?

O que fazer quando já nada puder ser feito?

Brincando com as sombras | IdeaFixa


Mesmo que o tempo passe, acelerado em dias que também nós fazemos por correr e bem mais lento quando esperar parece ser a única opção, vamos manter, sempre e de alguma forma, quem nos pertenceu e mudou, mesmo que para pior.

O que fazer quando o tempo não parece real?

A quem podemos reclamar, e do quê, se não fizermos por e se não nos quisermos mover de forma determinada? Para onde teremos que olhar se deixámos, há demasiado tempo, de olhar para quem merecia? O que fazer quando nada do que fizermos adiantar, não agora e não depois de tudo o que não foi feito?

Ele passa, o tempo, e cobra, cobra muito do que fingimos não ver. Ele chega, certeiro e de mão pesada, quando somos ligeiros no sentir, sobretudo no que fazemos sentir, por estarmos desatentos, ou por muito egocentrismo instalado e ressequido. Ele vem, mesmo que nos pareça possível fingir, mas vem para nos recordar dos "ses" e dos "talvez" que nunca foram mais do que isso. Ele virá, eventualmente, quando a conversa já só tiver um interlocutor e será aí, de alma escurecida, que o teremos que apenas ouvir, sem qualquer possibilidade de ripostar, porque já tínhamos usado todas as desculpas. 

O que fazer quando já nada puder ser feito? Aceitar e carregar, para o resto da vida que restar, o que a nossa bagagem acumulou, bom e mau, certo ou errado, amargo ou doce...
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Quais são os dias menos bons?

Quais são os dias menos bons?

Quais são os dias menos bons?



Dias há em que sinto, de forma bem intensa, a minha própria humanidade. Sou falível, claro, e por isso também carrego uns quantos medos que me tentam empurrar para lugares mais obscuros. Por vezes resisto, estóica e determinada, rindo-me do que me tenta, mas em algumas outras apenas sobrevivo, o mais quieta que consigo, para não me atiçar. 

Sou de emoções ao rubro. Gosto de saborear o que sinto, até à última gota. Tendo a deixar fluir a minha naturalidade e vontade de apenas ter vontade de algumas pessoas, mas agora, já mais crescidinha, sei que não posso nem devo, porque existe quem não saiba como sobreviver aos meus avanços. Ser demais também cansa. É o que ouço dizer, mesmos que não concorde nada. Não, quando o demais implica emoções genuínas e límpidas. Não quando quem nos ouve e tem, sabe o que carregamos e somos. Não quando a mentira não ocupa qualquer lugar, apenas o desejo e a capacidade de querer ainda mais.

Quais são os dias menos bons? Para mim, serão os que me tenho que guardar na bagagem, para que os outros não precisem de se explicar, saindo do "buraco" onde se esconderam. Não gosto de fingir que não estou, não sei e não vejo. Não gosto de parecer o oposto de mim. Não gosto de não poder gostar muito. Não gosto e pronto!

Nos dias menos bons já percebi que preciso de me mover mais, ainda mais e distrair-me de mim. Com um pouco de sorte eles duram apenas um par de horas e logo depois fico pronta para continuar pronta, pronta para a vida que não recuso viver e sentir, porque andar por aqui, arrastada, é menos do que mereço e eu mereço tudo!

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Estou preparada!

Estou preparada!

Estou preparada!

А все такое голубое - голубое ....


Não sei se estou ou se fiquei, de repente, preparada, após ter percebido mais um milhar de coisas, mas seja lá o que for o estado, ou o caminho, a verdade é que me sinto diferente, como se tivesse renascido!

Sou mulher, é um pequeno grande pormenor e significa sobretudo que gosto de dar nomes às coisas, aos sentimentos então nem falar. Por isso pergunto-me porque afinal só consigo ver agora com clareza, o que sempre esteve antes? O que mudou em mim?

Hoje é dia de reconhecimento, amanhã poderá ser de análise, e mesmo que não pare de pensar no assunto, já o consigo segmentar. Como tudo o resto na vida, cada coisa na sua hora e lugar, porque se não for assim rebento como os sapos quando lhes põem um cigarro na boca.

Agora já acordo preparada.
Agora sei como me relacionar com algumas pessoas que me faziam ferver de frustração.
Agora condescendo ao ponto de as deixar circular, como sempre o fizeram, mas sem me perturbarem.
Agora mando eu, até no que escolho sentir.

Viver não custa... nós todos conhecemos o ditado popular, e é mesmo verdade que tudo passa pela forma como vivemos e permitimos que os outros vivam. Assim como também é verdade que o que tivermos que percorrer, cedo ou tarde o deverá ser, de contrário nunca nos sentiremos capazes de dar e de ser mais.

Uma mulher resolvida, sobretudo consigo, que já teve tempo de perceber onde errou e porquê, acaba a largar da mão o que não lhe cabe mais, e aceita o que vier, com mais energia e foco. Pareço um psiquiatra a falar, é só mumble jumble, treta, para ser mais específica. Estou a dar umas quantas voltas apenas para explicar que fiquei preparada quando achei que devia, nem um minuto antes, e mesmo que não fosse assim tão perceptível para mim, já o sabia, porque me conheço e porque tudo o que me esforço por conseguir, é alimentado, depois só tenho que aguardar que chegue.

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Quero ser a única...

Quero ser a única...

Quero ser a única...



Quero e vou ser a única a amar-te e a querer-te como só querem os que sabem a quem. Quero perceber, a cada passo, que estamos lado a lado, sendo o ombro que o outro precisa e olhando bem para a frente da relação que construiremos juntos. Quero ser a tua primeira vez:

. A primeira vez que te sentes especial e desejado.
. A primeira vez que te entregam o coração que carregará o teu.
. A primeira vez que não te cobrarão os sorrisos, porque cada um deles será para mim e os silêncios 
  falarão do que já sabemos.
. A primeira vez que um corpo saberá como mover o teu, movendo-se sem esforço nem medos, 
  encaixando-se de forma perfeita.
. A primeira vez que o teu passado não servirá para o meu presente, porque o nosso futuro será feito 
  em conjunto.

Quero ser a única mulher que permanecerá na tua vida, porque depois de mim, nada poderá valer a pena!
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Quais são as palavras que já não uso?

Quais são as palavras que já não uso?

Quais são as palavras que já não uso?

Faça a terapia da gratidão



Quais as palavras que já não uso? Existem umas quantas no meu vocabulário que foram definitivamente banidas, o NUNCA parece ter desaparecido, e não foi misteriosamente, foi totalmente consciente de que não podemos, em nenhum momento, achar que o que está errado não mudará e que o que parecia certo não acabará a surpreender-nos pela negativa.

Todos nós já ouvimos a frase - Nunca digas nunca - e a realidade é mesmo essa. Do nada, ou do tudo que sempre desejámos, mesmo que em silêncio, vem o Universo e pás, esfrega-nos muito bem a cara e ainda se ri da nossa estupefacção.

Abertura de ideias, disponibilidade mental, e ginástica não apenas física, pode levar-nos até ao lugar onde estaremos realmente bem. Não nos podemos fechar ao novo, agarrando-nos ao que sempre fizemos e pensámos, porque existe muito mais mundo para além do nosso, bem pequeno por vezes.

Será que pensas nas palavras que foste deixando de usar? 

Algumas pessoas deixaram para trás as palavras que as magoaram, passando a ser cépticas, e desconfiando até da sombra. Amo-te! Adoro-te! Preciso de ti! Nunca poderão ser ditas em demasia, nem correm o risco de serem banalizadas, porque se o sentimos devemos dizê-lo, até para que não restem dúvidas.

Façam uma reflexão e pensem nas palavras que deixaram de usar. O mais importante serão as razões e eu vou esperar que sejam boas. Obrigada! Esta uso sempre.
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Que poder tenho eu afinal?

Que poder tenho eu afinal?

Que poder tenho eu afinal?

Não bate razão e emoção. Só equilibrando como mágico de Oz.。。。 。★° Sol Holme ° ★ 。


De que matéria és feito e de que forma comandas a tua própria vida?

Percebi que já tenho nas minhas mãos, de há algum tempo a esta parte o que mais importa na minha vida, o direito a escolher, quem e o que me faz feliz.

Muitas foram as montanhas que escalei e mentalidades que combati, ficando por vezes, tão isolada, que cheguei a duvidar de mim mesma. Mas mal percebi o que realmente me fazia feliz, a escolha tornou-se fácil e nunca mais me importei com o que importa aos outros, porque no final de cada dia, caber-me-à sempre a mim aceitar-me, renovando-me.

Conhecimento é poder e sabermos de que forma somos feitos por dentro, que alcance têm os nossos sonhos, o que podemos esperar de nós, no que toca aos desafios e ao desconhecido, confere-nos uma nova forma de ver o mundo e quem nos rodeia. Gosto de gostar das pessoas, das que se superam, saindo do que conhecem para atingirem fins maiores. Gosto das pessoas alegres, das de riso fácil, das que não se refugiam nas supostas "desgraças" nacionais", fazendo acontecer, usando as mãos e a alma para marcarem a diferença. Gosto de saber que levo energias positivas, que estou disponível e que, de alguma forma, consigo iluminar cantos mais escuros, libertando medos que foram implantados, muitas vezes sem escolha, passando uma mensagem simples, "se eu consigo, também o conseguirás tu".

Nada nem ninguém chega até nós por acaso, também já o aprendi, mas também sei que teremos que ser nós a perceber que mensagens carregam, descodificando-as e permitindo que produzam o efeito regenerador que nos falta. É possível mudar, não importa a idade, é possível sermos mais, crescermos em contínuo e amarmos em dobro. É possível estarmos em primeiro lugar, sendo os mais importantes e arrastando connosco os que ainda duvidam que se estamos aqui, será para servir um propósito, e eu exijo que o meu seja grande.

Que poder tenho eu afinal? TODO, claro. Alguém duvida?

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O que é amor para ti?

O que é amor para ti?

O que é amor para ti?

Ne pas taire, le silence


O que tu chamas de amor, não tem, de TODO, a mesma definição para mim. Não quero parecer pretensiosa, armando-me em conhecedora da vida e dos sentimentos, mas o amor é MUITO mais do que lhe chamas.

Parece que o desafio deste novo milénio é o de procurarmos respostas para as inúmeras perguntas que já se pensavam antes, mas que ninguém se atrevia a colocar, porque ninguém parece saber o que anda a fazer por aqui. A maioria agarra-se, com unhas e dentes, ao mundo que sempre conheceu e mesmo que arrisque desmoronar-se com ele, não arreda pé e recusa a mudança. Mudar é mesmo trabalhoso e pode até trazer algumas dores, mas também implica crescimento e mais sabedoria. 

Queremos modelos que se entendam, expliquem e possam ser colocados nas grelhas de avaliação do mundo e dos comportamentos, como se isso fosse possível. Queremos, e vou usando o plural, porque pareço ser tão pouco normal, que já nem me atrevo a demarcar-me mais. Não tarda sou enviada para o espaço, até houve quem dissesse que sou uma alien.

Será que deixar alguém entrar na nossa vida, aninhando-a em nós e revolvendo o nosso chão para a encaixar não basta? Quantas almas se mantêm a navegar, numa dimensão paralela, em busca de quem poderá nunca chegar, enquanto outras encontram tudo e assim mesmo não se conseguem manter? Chega a ser dolorosamente absurdo, não me conformo e não entendo!

Li no último livro do Gustavo Santos, que a vida é feita de escolhas, até aí já todos chegámos, mas a verdade é que se não as fizermos, alguém acabará a fazê-las por nós. CREDO! Não consigo sequer imaginar de que forma se pode entregar, de bandeja, o melhor de nós, a nossa vida, aos outros.

O que tu chamas de amor, é na realidade um desamor gigantesco que me leva a perguntar quem foi que te magoou tanto para duvidares de tudo o que te oferecem, sem pedir nada em troca, apenas o tal do amor que dizes conhecer? Se te forem negando a oportunidade de apenas sentir e querer, quantas vidas achas que terás que esperar para o recuperares?
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Estou a sentir-te agora!

Estou a sentir-te agora!

Estou a sentir-te agora!

Woman&Kadın


Estou a sentir-te agora, neste preciso momento, enquanto todas as partes do meu corpo se movem, numa dança que já conheço, acompanhada dos sons que me dizem tanto, porque estás em cada um. Estou a sentir-te enquanto me solto, em cada movimento, levando a que as minhas pernas saibam, exactamente, o que fazer e quando. Estou a sentir-te com os olhos fechados que ainda assim te conseguem ver e te imaginam, colado a mim, lânguida, pronta, desejosa de um desejo que não passa, não até que te tenha.

Sou feita tanto de sentimentos, quanto de sons, os que servem para me acordar de mim e voltar a funcionar. Sou a que encontra sempre forma de se restaurar, sobretudo quando o despertar não foi o esperado. Sou a que conhece, tão bem, este corpo por onde só tu passas, mesmo quando não estás.
Sou a que te encontra de cada vez que te procura, porque há sempre forma, sobretudo quando o que está do outro lado é o que faz este continuar.

Não paro, não me sossego, não desligo até que toda a forma de te sentir me encha e preencha cada pedaço. Não permito que te vás por muito tempo, porque sei como te manter vivo e à minha espera também. As músicas que vão surgindo, uma a uma, e passeando por mim, são o antídoto milagroso para tanta espera, para cada segundo que sei que não te trará, mas que também te impedirá de partir.
As músicas escolhidas a dedo, fazem-me voltar a mim, a ser quem precisa de funcionar a 1000, estando em todos os lugares em que faço falta. As músicas que escuto, atenta, permitindo que entrem em mim como entrarias se estivesses aqui, para me tocares onde preciso e para não enlouquecer de uma loucura que me levaria até o que nunca ninguém conseguiu arrancar.

Tudo acaba a funcionar outra vez, quando funciono. Quando sou aquela com quem se conta, a que cuida de quem tem que ser cuidado, estando onde é previsível, mesmo que fuja, por segundos, para onde mais ninguém me encontrará, excepto tu, que nunca sais de onde estiver.

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Há dias e dias...

Há dias e dias...

Há dias e dias...

사진


Há dias e dias, mas quando o calor aperta, aperta também a necessidade de amar mais e de sermos amados. O cuidado fará sempre falta, mas nos dias em que estamos mais carentes, todo o cuidado saberá a pouco, nada do que nos ofereçam bastará e colo é tudo o que desejaríamos que nos oferecessem.

Hoje estou carente, sobretudo de ti. Tenho uma vontade enorme de te abraçar e de ficar quieta nos teus braços, sendo protegida de mim sobretudo, deixando-me parar um pouco, para depois poder continuar, como sou sou habitualmente vista, a que consegue tudo, a que sabe o que é preciso, a que não tem medos. Bla bla bla!

Hoje matava por um abraço teu e por cada um dos beijos com que me inundavas, e que distribuía o prazer por todo o meu corpo, fazendo-me sentir uma mulher abençoada pela forma como me amavas e pela minha capacidade de te amar ainda mais, mesmo que não o julgasse possível. Há dias duros, nos quais tenho que continuar a resolver tudo, até sem saber se o faço da forma correta. Há dias em que me apetecia apenas ficar quieta, a usufruir das cores, do tempo, dos sentimentos, mas nunca parece ser possível, nunca parece que alguma vez me vá deixar apenas ir, sendo conduzida, adormecendo no lado contrário do condutor, usufruindo de quem me concertará, mesmo que temporariamente, a vida.

Já me volto a restabelecer, conheço-me o suficiente para saber que dançando, correndo, rindo e lendo um pouco, ficarei pronta para todos os restantes dias que ainda me esperam e que desejo possam continuar a ser longos e sábios.

Hoje matava por um abraço teu!

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Porque é que as palavras se acertam entre nós?

 Porque é que as palavras se acertam entre nós?

Porque é que as palavras se acertam entre nós?

Retour amour - Retrouvez l'être aimé Votre amour est parti! Vous voulez le faire revenir rapidement?Retrouvez l’amour perdu../maitrevoyantmedium.blogspot.com/ TEL : +229 62 07 89 89


Tens-me feito bem porque me ouves realmente e porque partilhas comigo os dias que mesmo diferentes sempre vão sendo algo iguais. Afinal queremos ambos o mesmo, queremos ter ao nosso lado quem nos complete e traga alguma paz. Queremos quem nos aqueça a alma, afaste os dias cinzentos e nos abrace deixando o mundo lá fora.

Já nos ouvi dar gargalhadas sinceras e contar histórias que nos fizeram querer mais de quem um dia escolhemos. Já gastámos horas a largar amargos de boca, a partilhar amores grandes, sonhados e vividos com a intensidade que precisámos para percebermos que amar tem que ser na mesma proporção e que não adianta apenas olhar e nunca ter quem nos olhe de volta.

Porque é que as palavras se acertam entre nós? porque nos parecem familiares e acabam sempre a sair sem esforço?

 Em que esquinas da vida se encontram algumas pessoas? Porque permanecem invisíveis até que se precisem realmente e até que o estarem lá, aqui, possa mudar tudo? Como nos conseguem encher os espaços vazios e permitem acabar o dia sem a sensação de solidão que tantas vezes nos amedronta e nos faz correr atrás do que nunca será suficiente, porque ser apenas um não basta?

Como será que te entendo hoje, depois de tudo o que já nos deixámos saber? Estou certa de que ainda iremos gastar mais umas quantas horas até o conseguirmos perceber!
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Será que és tu?

Será que és tu?

Será que és tu?

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Vi-te chegar, de mansinho, mas capaz de derrubar todas as paredes nas quais ninguém se arriscava a encostar. Permiti, nem sei muito bem como, que me lavasses de alguns amores distantes e ainda assim tão presentes que me impediam de sonhar. Sorri, toda eu, com as palavras que já ninguém usava e fui apenas eu outra vez, sem promessas, sem esperas prolongadas e sem lugares que não reconhecesse. Pedi para que fosses paciente, mas desejei que não te segurasses na espera que acabaria por me matar.

- Acho que morreste há algum tempo, mas nem conseguiste perceber.
- Não é o que acontece aos mortos?

Rimos os dois, e rir contigo trás os risos que me poupei, enquanto esbanjava amor sem retorno!

Vi-te por dentro e gostei, talvez porque não me tenhas dado tempo para pensar. Vou ter que deixar, de alguma forma, que me tragas o novo, até o que assusta e quase impede de funcionar, ou de contrário acabarei com o que resta e já me parece tão pouco. Soube que podia. Entendi que devia e permiti-me reencontrar o que terá que ser meu, na tua forma, ou na que finalmente me assentar.

- Afinal não estou assim tão morta... 
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É o que me dizem...

É o que me dizem...



Não te vou conseguir tirar de mim, não terei forma de te deixar ir, se continuar assim. É o que me dizem!

Tantos a opinar, a esfregarem-me experiências que não se parecem com nada do que eu tenha vivido ou sentido, e eu deixo-me estar, quieta, a ouvi-los sem os ouvir realmente. Apetecia-me fugir, esconder-me debaixo de uma pedra como um crustáceo e apenas sair com a luz da lua, esgueirando-me por entre as sombras que vejo, mas que não são minhas, estão apenas lá...

Se ao menos me soubesses amar como fazias antes, e parasses de pensar demasiado, que tal se deixasses isso para mim, afinal sou eu a mulher e isso é o que sabemos fazer muito bem. Se ao menos eu conseguisse perceber e talvez assim deixar-te ir, mas a verdade é que ainda não estou pronta e não o desejo, não ao ponto de me lavar de ti, e é por isso que vais ficando. Se ao menos o que tivemos bastasse e servisse para pender a balança para o lado certo, para nós. Se ao menos eu te soubesse substituir e aceitar um outro, quem sabe não me surpreenderia.

Dizem-me tantas coisas, que parecem até saber do que somos feitos, eu e tu. Tentam que me recorde do que correu mal, mas eu consigo apenas focar-me no que me deste e me ficou, assim, para não ter outra vontade que não sejas tu mesmo.

É o que me dizem, que assim não voltarei a ser a mesma e que tu me sugavas a alma, mas eu sei mais do que todos eles, sei o poder que tinhas de me fazer feliz e por isso quero mais. Ele dizem, mas não sabem nada...
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Estou sem cor...

Estou sem cor...

Estou sem cor...

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Por vezes estou assim, sem qualquer cor. Por vezes nada parece fazer efeito e a falta de ti deixa-me vazia e incapaz de me mover. Por vezes queria estar como estou agora, enrolada em mim mesma, sem qualquer sabor, nem o da boca que tantas vezes me beija. Por vezes nem me consigo lembrar da parte do dia em que te tenho verdadeiramente.

Nada me deixa mais sem ser nada, do que a tua ausência. Nada me desmotiva mais do que não saber quando voltas, o que dirás quando me disseres o que já nem me lembro. Nada consegue fazer de mim a pessoa que se entrega, inteira e determinada, quando não nos podemos tocar e o teu toque alimenta-me, dando-me o que te dou de volta.

Do que somos feitos afinal, e porque permitimos que a metade que nos falta domine tudo o resto? O que teremos ainda, que aprender para não corrermos atrás do que já é nosso, apenas se distancia para que o vejamos melhor?

Estou sem cor e a precisar que venhas e me tomes, seguro, assegurando-me de que ficaremos bem quando ficarmos juntos. Estou sem cor agora, embalada pelo cinzento que invadiu o céu. Estou sem cor, mas sei que retomarei cada uma assim que o sol abrir e o meu sol, és decididamente, tu.
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