Dizem-me o que já sei...

Dizem-me o que já sei...

Dizem-me o que já sei...

Megan Ewing -- People. Photos. Portraits. Capture. Humans. Character. Faces. Real. Natural. Life. Beings. Love. Equal. Skin. Faces. Lips. Eyes. Hair. Wrinkles. Freckles. Smiles. Tears. Beauty. Selfies. Time. Youth. Wisdom. Years. Truth. BeYouTiful.


Dizem-me que estás tatuado em mim, implantado na minha essência, diluído no líquido que me mantém viva e eu sei que é verdade. A cada dia que passa pressinto que te terei outra vez, que o tempo não chegou a contar, que a volta que deste foi ao contrário, mas apenas para te trazer até mim.

Dizem-me que sou obstinada, que o meu amor por ti está para ficar e que se tem esta intensidade terás que o sentir. Eu sei que sim, sei que o sabes e que apenas vens a adiar o que já tiveste antes. Sei que assusta amor, mas esta sou eu, a mulher que te viu uma vez e reconheceu. Esta sou eu, a que esteve nos teus braços e te amou tanto que nem os tempos me conseguiram quebrar, deixar para trás, ou apagar...

Onde quer que estejas eu vou procurar-te e encontrar, porque o que nos liga não se esfuma, não tem como e porque sem ti não existo, o meu coração fica em metades e até o ar deixa de circular,

Dizem-me que te viram a vaguear, inquieto, partido e eu sorrio, porque já acredito que ainda será aqui, onde estou, que te voltarei a ter!
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Procuro o quê exactamente?

Procuro o quê exactamente?

Procuro o quê exactamente?

Window to the soul


Supostamente não deveriam existir exigências, restrições, ou condicionantes para as relações, mas a cada dia que passa acredito mais na sua necessidade. Precisarmos de alguém que nos complete e que caminhe no mesmo ritmo, é muito mais do que uma necessidade e devem vir com o pacote completo.

Como até já sei o que quero, então embora lá pedir com mais detalhes:

Quero alguém livre de corpo, alma e estado civil. Quem tenha 2 dedos de testa e consiga articular algumas palavras, sendo capaz de usar vírgulas e pontos de exclamação. Alguém que tenha vida própria e com muitos mundos no mundo que queira partilhar comigo. Com sentido de humor e com capacidade de rir até de si mesmo. Alguém que saiba ouvir, ouvir-me, que se cale para me escutar e que fale para me sossegar.

Ainda não desisti de encontrar quem não receie o que sente e o consiga dizer. Quem me passe a sensação de tranquilidade e de mar calmo, para contrapor ao meu sempre revolto. Quem me dê colo, mas me arraste quando me aquieto pelo medo de viver.

Procuro a perfeição? Não, apenas quem seja como eu, porque se eu existo e não sou certamente peça única, outros andarão por aí, capazes de me fazerem querer tirar os pés do chão, de correr, de mudar rotinas, focos e de acordar mais intensa ainda. Quero e preciso de alguém que me conheça tão bem quanto eu mesma. Quem me saiba tocar de forma tranquila e arrebatada, que me enlouqueça de desejo e me mostre a cada dia que estou tão viva quanto me sinto.

Procuro o quê exactamente? Isto tudo e vou continuar à procura, porque quando entender que a opção é desistir, então é porque já terei desistido de mim mesma!
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Ai esta vontade...

Ai esta vontade...

Ai esta vontade...

Ooh...makes me think of Vashti, actually. Sultry and scary at once. (Elisabeth Wheatley)


Sinto vontade de manter esta minha vontade de mais. Quero mais ligeireza nas relações. Preciso de menos solenidade nas decisões. Desejo gente simples e natural, sem demasiados esgares rebuscados, porque não tenho paciência para cinzentos. A vida é difícil sim, é um facto, mas adianta andar de cara amarrada? Se adiantasse eu puxava bem a minha e armava-me de mau feitio o dia todo.

Ai esta vontade de saber que os chatos e mal formados implodiram todos e que já não resta um que seja para me atrapalhar os dias. Está bem que vim trabalhar a tolerância, mas sejam igualmente comigo e poupem-me ao que já não consigo engolir dos massacrados da vida. Os indesejados do planeta e os que não conseguem desejar porra alguma. Para alguns, rir já é um exercício impossível, é que de tão pouco treino, acabaram a paralisar os músculos faciais. Agora tenho a certeza que se o tentassem fazer iriam por toda a gente a fugir. Ai que vontade de poder falar da minha vontade, assim, sem tratados nem perguntas fora de contexto. Ai que vontade de apenas ser feliz e não ter que me sentir mal por isso. 

- Não contes de ti e dos teus planos 
- Não mostres demasiado bem estar que te podem agourar.

Irra, chiça e mais umas quantas asneiras que só me atrevo a pensar, não vá cair uma nódoa demasiado grande. Que vontade de soprar com MUITA força e ver derrubadas umas quantas "casas" de má vontade e fatalismo. Por vezes apetecia-me ser o lobo mau e comer logo os 3 porquinhos, orelhas, rabo e tudo... 
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Para onde foram os nossos sonhos?

Para onde foram os nossos sonhos?

Para onde foram os nossos sonhos?

Delicados & Coloridos

Todos os desejos que não nos inibimos de partilhar quando somos jovens e de sangue na guelra, a achar que o mundo congeminará a nosso favor, oferecendo-nos todas as oportunidades que aprenderemos mais tarde, apenas chegarão se fizermos por isso. Os dias organizados pelos pais, as orientações académicas, mais ou menos apresentadas por quem aparentemente parece saber do que fala, tudo, mas mesmo tudo, corre sempre de forma previsível e natural, mas o resto das nossas vidas já não será assim, e de uma forma ou de outra é o que acabaremos por saber

Quantos de nós não parámos já para pensar em tudo o que mudou, em cada sonho que jurámos manter, nos amigos que perdemos e não porque o fossem menos, mas porque nos forçaram a entrar numa outra pele?

- É a vida - dirão alguns. É a passagem à vida adulta, que supostamente não pode ser envolta em risos, em concretizações, em amores que resultam, no modelo de família que tantas vezes vimos retratados nos melhores romances de cinema. Tudo parece ser possível, mas apenas para os outros, porque para "nós" os restantes, existe o fatalismo, a inevitabilidade, as mágoas de grandeza, os sonhos que já não sonhamos mais porque seria até pecado tanta felicidade.

Soubéssemos nós, quando ainda éramos inocentes e livres e corríamos pelos pátios do recreio das escolas pelas quais fomos passando, e mais forte e alto teríamos sonhado, porque pelo menos e nessa altura, seriam sempre possíveis de manter.
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Sabes o que faria por ti?

Sabes o que faria por ti?

Sabes o que faria por ti?

TRANSBORDANDO DE GRAÇA


Já foi menos o que faria por ti, mas já foi mais. Já foram imensos sentimentos, misturados e saboreados também. Gostaria de dizer que tudo o que faço é por ti, mas não seria verdade. O que faço, tem-te, isso sim, sempre em mim, porque os minutos não correm sem que estejas em cada um e porque sei que à hora que é certa, para os dois, o telefonema chega e a tua voz confirma o que já sabemos. 

És quem conheço, cada vez de um modo mais completo e quase natural, como se de outra forma não pudesse sequer ser possível. És por quem fui esperando, com algum medo, achando que poderias nem vir a existir. És quem torna a minha vida capaz de ser vivida em pleno. És com quem partilho o copo, meio cheio, dum amor que não terá que transbordar, porque o sentimos da forma certa.

Quem nos conhece sabe que há muito pouco que não faria por ti, e sem imprimir qualquer esforço, deixando-me apenas i e estando onde e como precisas. Quem nos ouve falar, do nosso amor, consegue perceber que de outra forma, ou com outros, não seria possível. Quem já nos viu chorar com a falta que nos fazemos, percebeu que ou estamos juntos, ou metade de nós nunca mais será aproveitável.

Não sei se existirão músicas que oiça que não te tragam na melodia, assim como todas as que danço me forçam aos movimentos que repetimos, quando e de cada vez que os nossos corpos se juntam, para um outro tipo de dança. Já não sei se conseguiria ser desta forma sem ti, mas sei o que faria, mais ainda se o pedisses e precisasses, por isso PEDE, podes, deves e sou eu que o confirmo.
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Para onde fomos, eu e tu?

Para onde fomos, eu e tu?

Para onde fomos, eu e tu?

Verlobungsbilder im Regen | Friedatheres


O que é que continuamos a fazer, agora que parecemos já não estar a fazer nada juntos? Já não sei o que foi que nos juntou, não me lembro, e certamente que nem tu. Porque razão escolhemos magoar-nos, prolongando diariamente o que nem sequer se assemelha a dias normais, escolhendo não desistir?

Tu eras a minha melhor pessoa e ter-te comigo era o que me melhorava e deixava mais solta e luminosa. Fazíamos sentido e todos à nossa volta sentiam a nossa energia, que era boa, já não sei há quanto tempo. Nada connosco era difícil e a previsibilidade apenas aconteceu quando o melhor de nós parou de acontecer. Os nossos planos, negociados noite fora, encaixava-nos e deixavam margem para melhorarmos como casal, por isso deixei de saber quando foi que nos perdemos?

Para onde fomos, eu e tu? Sabemos a resposta a isso e até já saboreámos o amargo da negação, mas continuamos, permanecemos e magoamo-nos para lá do que poderá ser recuperado.

- Artur, vamos ter que falar.

Olhaste-me sem qualquer movimento que indiciasse interesse e esperaste, sem qualquer paciência para que te largasse um assunto sem interesse, mas desta vez estava determinada a saber para onde iremos depois de termos conseguido parar.

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Meu para sempre...

Meu para sempre...

Meu para sempre...

Photograph Feel the melody by Nina Masic on 500px


Se eu te pedir, com jeitinho, soprando-te as palavras que sabem a beijos, será que consegues ser meu para sempre?

Mesmo que os recomeços tenham um brilho especial e os toques novos nos toquem por dentro, vou continuar a esperar pelo que já tinha contigo. Já era meu. Instalava-se sem esforço e nunca me forçava a mudar o que nos sintonizava. Mesmo que achassem que merecia mais, sei que o que merecia era estar nos teus braços para sempre, sendo cuidada e amada com as tuas frágeis certezas. Mesmo que a chuva se misturasse com as minhas lágrimas, demasiadas vezes, em todos os outros momentos o sol brilhava o bastante para que me bastasses. Mesmo que nunca parecesses dar o suficiente, eras tu em cada pedaço que me davas e apenas o teu toque me tocava por dentro.

Se fores capaz de te ver meu para sempre, prometo que te aceitarei assim, como és hoje e que te ensinarei a ser bem mais amanhã. Se alguém como tu souber de que forma amar quem, como eu, ama da única forma possível, muito, então só poderás ser meu para sempre.

Para sempre vai ser o tempo que nos dermos, e mesmo que termine amanhã, hoje foi tão eterno e fez tanto sentido quanto fazem as coisas mais simples da vida. Para sempre pode ser apenas a noite que partilharemos hoje, mas amanhã terei outras tantas para sonhar e lembrar. Para sempre pode ser o meu respirar descompassado quando respiras comigo. Para sempre é a vontade que sinto agora de ti e mesmo que ela se vá, sei que te amarei para sempre, guardando-te no lugar que apenas poderá ser o teu!


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Em quem devo acreditar?

Em quem devo acreditar?

Em quem devo acreditar?

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Em quem devo acreditar? Será que te posso aceitar, assim, como me estás a chegar? O que posso esperar, para além de tudo o que já me dizes poder esperar de ti? Em quem devo acreditar? Em ti, cheio de vontade e coragem, ou na minha voz interior, a que me alerta e me força a pensar?

Os amores não deveriam carregar demasiadas dúvidas. Os novos momentos, aqueles que chegam embrulhados nas vidas que se cruzam com a nossa, precisavam de ser mais ligeiros, de maior entrega e a cores, vivas e brilhantes. Os amores carregados de sombras são apenas maldições bem embrulhadas e não valem o que está dentro do pacote. Os corações que já se encheram de tudo o que deveriam ter limpo, não podem receber o que tem quem está pronto e vê com clareza, por isso confiar é um exercício de boa vontade e muita disciplina.

Em quem devo acreditar? No amor que me dizes estar reservado, ou na reserva que colocas no amor que deverias estar a sentir? Se eu escolher acreditar em ti, é bom que o faças por merecer, porque até já sei alguma coisa de corações partidos e se decidir partir o teu, levarás muito tempo para te reerguer.

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Lições valiosas precisam-se!

Lições valiosas precisam-se!

Lições valiosas precisam-se!

#trabalharemcasa


De repente, como se um vento novo tivesse vindo soprar-me na cara, deixei-me de merdas e passei a enjoar sentimentos que quase me engoliram no passado. Tudo tem um tempo, mas por vezes galgamos barreiras invisíveis e forçamo-nos a dores que nunca deveriam ser nossas.

Sou um ser pragmático, de pés no chão e até colocaria mais 2 se os tivesse, no entanto quando amo sou de uma entrega que cansa, sobretudo a mim e de uma intensidade que me consome, mas acrescenta, porque ou é para valer, ou para brincar só à apanhada.

De repente olho para trás, para as lágrimas e para as palavras trocadas, impressas e eternizadas e fico eternamente desgostosa. Caramba que melodramática. Tanta procura do que está bem esparramado na cara que agora já tem outro brilho. Tanta insistência e vontade de ter razão. Tanta perda de tempo. 

"Vamos aligeirar"- Digo isto vezes sem conta, mas quando desato a sofrer por amor, desgasto-me com perguntas e procura encaixar todas as peças, mesmo que caia para o lado.

As lições valiosas chegam sempre na altura devida, nem 1 segundo mais cedo, precisamos apenas de nos dar tempo e de nunca querer remar contra marés vivas!

Hoje sinto que nada do que sentia lá atrás me voltará a perturbar, talvez porque tenha percebido que apenas eu, sozinha, cuidei de todo o enredo dum filme sem qualquer possibilidade dum final feliz

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Como se cura o desamor?

Como se cura o desamor?

Como se cura o desamor?

believer in shade believer in silence and elegance believer in ferns believer in patience believer in the rain —  W.S. Merwin, from “Empty Water” in The Rain in the Trees, (Knopf; 1 edition, March 12, 1988)


Raios que partam os amores não correspondidos, porque são eles que nos forçam a dar demasiados passos atrás, questionando tudo o que já tinha sido avaliado e passando a olhar de lado para os que arriscam aproximar-se. 

Quem é que se lembra de culpar o desamor quando o amor nos foge? O que nos mata não é o muito que nos querem, mesmo que pareça demasiado. O que nos mata é a morte lenta a que nos condenam quando nos impedem de receber o que estamos prontos a dar.

Como se cura o desamor? Com muita paciência e não desistindo de tudo aquilo que nos compõe, porque nem sempre seremos nós a falhar, por vezes seremos apenas um prato demasiado cheio. O desamor é a reacção natural de quem não consegue legendar o que ouve. Não basta querer para que se consiga dar na proporção do que precisa quem parece precisar de nós. O desamor é a fuga para a frente e a única defesa de quem não quer ser magoado, por isso magoa primeiro.

"Desamem" os que amam demasiado. Recusem o que vos deixará frágeis e nas mãos de quem não saberá o que fazer com elas. Desarmem-se as barreiras que resolvermos baixar, porque apenas elas nos poderão proteger de quem "desama" mal começa a amar intensamente. Proíbam-se as palavras enganadoras e desenganem-se os que acreditam bastar amar para que o desamor não se instale. Aprisionem-se os que mantêm presos, com muito pouco ar que valha a pena respirar, quem só queria poder aspirar amor, devolvendo-o. Encontre-se antídotos poderosos que nos salvem do risco que corremos quando arriscamos amar e ficaremos todos a salvo, mortos, inertes e vazios, mas sem qualquer dor que valha a pena referir...
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Foi uma mentira, sobretudo minha...

Foi uma mentira, sobretudo minha...

Foi uma mentira, sobretudo minha...

DorianJespers


Foi uma mentira sim, começou por ser, talvez não conscientemente, mas como me intrigavas tanto, porque te via como uma peça rara, com quem nunca, nas minhas andanças amorosas, me tinha cruzado, decidi que te conquistaria e fui bem sucedido!

Demorou, até para mim e quase que desisti, mas fi-lo várias vezes ao dia, regressando sempre com a curiosidade ainda mais aguçada. Quando te vi não foste o que esperava, eras mais, parecias maior do que eu, e não era na altura, tinhas um misto de força e de doçura que me enlouqueceram de imediato. Tudo em ti se encaixava, a forma altiva quando falavas de ti, segura e conhecedora, e os olhos caídos quando te elogiava, quando largava, inconscientemente, palavras que nem sabia conseguir pronunciar, estava maravilhado, aparvalhado, estava definitivamente apanhado por ti.

O primeiro beijo foi roubado, tentaste fugir, mas eu tinha planeado de que forma te deixar presa e incapaz de reagir. Senti os teus músculos retesarem-se, a pressão que fizeste nas cochas, receosa de que me atrevesse a tocar-te. Os teus seios ficaram tão próximos que os poderia ter esmagado de prazer, mas resolvi tirar-te o ar, preferi ver como beijavas quando percebesses que não haveria fuga, e o teu beijo veio, contigo, com toda a paixão que acabei a viver mais tarde. Senti do que eras feita e adorei todos os minutos em que estivemos assim, colados um no outro, apenas nós.

Foi uma mentira a relação que comecei, mas terminei irremediavelmente apaixonado, a amar da mesma forma que me amavas tu, mas como em tudo na vida, e sobretudo nas mentiras, acabamos sempre a pagar pelos erros e da forma mais dura. Quando percebeste que o meu amar era apenas isso, sem mais nada que o suportasse, sem quaisquer planos para poder ficar e construir alguma coisa contigo, saíste. Recusaste ser como eu, um ser pequeno e egoísta e tomaste uma das decisões mais difíceis da tua vida, abandonar quem amavas para continuares a ser a mesma mulher.

Dir-te-ia umas quantas verdades, agora se pudesse, mas percebi que o teu NÃO foi tão determinado quanto o és tu e a tua forma de amar. Vou continuar a respeitar-te pela capacidade que demonstras em querer o que é teu por direito e a não aceitares nadas. Vou continuar a amar-te, agora que já sei como fazê-lo, e vou continuar a culpar-me por não ter sabido manter a mulher que me mudou realmente. Pena que tenha sido tarde demais, pena que eu seja uma besta insensível e agora verdadeiramente sozinho, como fica quem não sabe o que significa dar tudo o que ainda teria para receber.
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O que seria perfeito?

O que seria perfeito?

O que seria perfeito?

possibly the most beautiful eyes in the world


Por vezes escondo-me para que nada do que já considero ser demasiado, possa ser avaliado de forma errada Por vezes sei bem mais do que digo, mas escolho manter para mim o que aparentemente apenas a mim servirá. Por vezes espero, num desespero consciente, que venha alguém que me entenda, me leia e me impeça de esconder. Por vezes acredito, mas em muitas outras apenas sigo, eu mesma, com as defesas sempre em alta. 

O que seria perfeito era ter-te, como és, como te conheces e em cada um dos dias que guardas apenas para ti. Nada contaria mais do que a história que escreveríamos juntos, ao mesmo tempo e com a mesma entrega. Tudo se encaixaria sem qualquer esforço, se nos esforçássemos para não falharmos ao outro, não de vontade e não por pequenez e egoísmo. O que seria perfeito, no meio de tanta perfeição, porque é assim que nos vejo, era o acordar a dois e o adormecer acompanhado de sonhos, os meus e os teus.

O que seria perfeito, agora, se o recebesse? Os teus segredos, os que nunca contaste a ninguém. Os meus planos, entendidos e movidos a mais do que às certezas que carrego. Os nossos momentos, planeados e tão sagrados, que nenhum momento que não passasse por nós os impedisse. O que seria perfeito, neste momento, era aquele abraço, o que me está prometido e que virá de ti.


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Tens vontade de mais?

Tens vontade de mais?

Tens vontade de mais?

Así me tienes amor ,a tu lado ,sintiendo él latir del corazón <3


Como é que ficas depois de nada parecer ser capaz de ficar gravado e implantado, não de forma suficiente, quando ele se vai embora?

- Tens vontade de mais?

Não me parece que precise de te responder. Sabes bem, porque o sentes, que não me bastas e que precisaríamos de muito mais para que não tivesse esta vontade de ti, de nós quando estamos no único lugar que nos interessa, juntos.

Que poder carrega a pessoa que nos envolve e de que forma nos alimenta sem que alimento algum pareça ser necessário? O que é que representamos para quem nos sente como nenhum outro, e nos carrega sem qualquer esforço, mesmo que a esforçar-se para que nos sobre o que nos faz falta? Que magia é necessária para que esbarremos em quem parecia estar à nossa espera?

Ter vontade de mais só pode significar que a nossa medida ainda não foi preenchida, mas que estamos perante quem nos inflama o desejo e nos impede de estagnar.

Tenho vontade de mais, mesmo quando pareces ter dado tudo o que tens!
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És tu que me seguras à vida!

És tu que me seguras à vida!

És tu que me seguras à vida!

Pink Projects Passion


Quem é que nos segura à vida? De onde nos vem a vontade de continuar, mesmo que tudo seja difícil e doloroso? Qual é o nosso propósito e que noção de felicidade nos envolve, enquanto andamos, aparentemente, distraídos e a confiar na normalidade?

Se não estiveres não quero estar por aqui. Se não te puder ter, nada do que faça terá qualquer sentido. Se precisar de escolher onde lugar por onde nunca possas passar, então prefiro não conhecer lugar algum.

És tu que me mantens confiante e determinada, mesmo que nada nem ninguém seja absolutamente confiável. É por ti que continuo a ultrapassar cada obstáculo, esperando numa espera que ainda não me desesperou, porque já sei qual será o desfecho. És tu que me recordas do que deixo passar de forma desatenta, mas que servirá para que tenhamos o que nos manterá juntos. És tu que me respondes a tudo, até ao que não pareces saber, mas que compensas com esse sorriso que me preenche a alma. És tu que me amas num amor que devolvo, em cada partícula do que me compõe, porque és tu que me seguras à vida!
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Nunca foste para mim...

Nunca foste para mim...

Nunca foste para mim...



Não era suposto termos ficado, não nesta vida e certamente que não nas anteriores. Não te reconheci, mas acreditei em cada palavra e por isso mesmo fez sentido que te pertencesse. Nunca foste para mim e até que o sabias, talvez por isso a tua intensidade quase me tivesse consumido, numa pressa que não entendia, numa urgência que apenas envolve os que sabem que vão perder, só não têm data, nem lugar.

Se o arrependimento matasse, morríamos sem saborear o que deveria ter chegado, mesmo que não ficando. Se alguém nos ensinasse a ver melhor quem nos procura e deseja, não saberíamos como desejar muito, pelo tempo que o tempo nos oferecer. Se calculássemos cada variável, eu pelo menos não estaria aqui, neste lugar onde sei o que tive de ti.

Nunca foste para mim e acredita que cheguei a duvidar, mas escolhi escolher a loucura que me invadiu e me impeliu a amar-te como nunca fizera antes, porque incluí todos à minha volta. Nunca foste para mim, mas assim mesmo sei que foste o que sabias e te era possível, por isso mantenho a sensação de grande e de um novo que o meu olhar nunca tinha visto. Nunca foste para mim, não para sempre, mas foste-o pelo tempo que mereci.
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Haja coração...

Haja coração...

Haja coração...

coração                                                                                                                                                                                 Mais


A vida balança-nos, testa-nos e empurra-nos, mais ou menos devagar, para os lugares que escolhermos, porque a verdade é que somos sempre nós a dizer o que desejamos. Se o fazemos de forma clara ou dúbia, isso já é discutível, sobretudo para os visados. 

Andar por "aqui" é uma montanha russa sem paragens e haja por isso coração que aguente. Temos que entender que as subidas serão íngremes e violentas, com umas quantas descidas assustadoras e sem programação, mas no final a paragem chegará de forma suave e a trazer-nos de volta ao ponto de partida.

Haja coração que aguente as loucuras que lhe infligimos, achando que seremos sempre fortes e capazes, porque a verdade é que por vezes esbarramos em muros demasiado duros, acordando de sonhos que mais parecem pesadelos. Haja coração para tanta credulidade, ou ingenuidade disfarçada, a sua função não passa por nos alertar, ele apenas sente e usufrui. Haja coração para os risos que nos negamos e para os choros que já ninguém aguenta.

O que nos serve não nos pode magoar, não deliberadamente e nunca por maldade intrínseca, porque se for realmente bom e nos pertencer, então terá que deixar o coração aos saltos com a intensidade, mas tranquilo com as certezas.  
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Somos sempre o modelo certo de alguém!

Somos sempre o modelo certo de alguém!

Somos sempre o modelo certo de alguém!

E** - Couldn't help converting it into black and white :)  You can also join me at  <a href="www.facebook.com/portraitsbysam">www.facebook.com/portraitsbysam</a>   Thanks in advance

Parece que existe um sapato para cada pé, mesmo que agora as formas já não nos deixem com uma medida segura. 

- Parte de ti vai saber o que fazer para encontrar a outra parte.

Falam assim os supostos sábios, talvez na ânsia de nos impedirem de desmotivar, e atenção que já falo no plural, porque a "desgraça" é cada vez mais colectiva.

Somos sempre o modelo certo de alguém. Será? E o modelo é antecipado, ou apenas encaixado quando surge quem nos acorda? Será que pensamos nos modelos que nos assentam, ou já vamos assentando qualquer um, não esteja a parabólica avariada?

Já tive enormes discussões construtivas acerca da pessoa certa e da minha construção sobre a mesma. Não baixo fasquias, subo-as a cada hora. Não me contento com menos quando tenho direito a mais. Não dou a volta ao contrário porque já sei por onde entrar.

A ser verdade que somos sempre o modelo certo de alguém, vou continuar à espera do meu, se ele se apressar e ainda chegar nesta vida, fine, de contrário teremos uma conversinha na próxima!
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Amores grandes versus pessoas pequenas!

Amores grandes versus pessoas pequenas!

Amores grandes versus pessoas pequenas!



Já percebi que é perfeitamente possível esbarrarmos em pessoas bem mais pequenas do que o amor que as move. Amam muito. Querem tudo e parecem ser capazes de ir atrás do que desejam, mas depois são demasiado pequenas, amedrontadas e inseguras. 
Há um quê de desproporcionalidade entre o que nos faz bem, aparentemente e o que se consegue conquistar. Há trabalho a fazer minha gente. Existem compromissos que deverão ser mantidos, sobretudo quando enquadramos um outro na equação. Mas temos que ser feitos de uma vontade férrea, para tudo e ainda mais para o amor.

Amores grandes versus pessoas pequenas. Que bom seria conseguirmos identificá-las, afastando-as do percurso que apenas colide com o nosso e não parece, não numa primeira avaliação, trazer-nos nada de novo.

Quem é que agora veste as calças neste novo mundo? Quem é que sabe o que quer e o que precisa para o conseguir? Quem é que se foca na guerra, mesmo que vá perdendo umas quantas batalhas? Quem é que se mostra como é, percebendo que a capa eventualmente acabará por cair e que os danos serão muito maiores depois?

As pessoas pequenas não deveriam almejar amores grandes, ou então os amores grandes nunca se lhes deveriam ser dirigidos, ficaríamos todos a salvo!
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Tenho falta de toque!

Tenho falta de toque!

Tenho falta de toque!



É um facto, tenho falta de toque e mesmo que não pense nisso numa base diária, a verdade é que não estimulo os abraços, os beijos e o contacto que me levará para além do que sou e tenho!

Sou demasiado cerebral e pragmática, analiso e compartimento tudo, tornando-me quase mecânica, sobretudo quando estou afastada do amor e das relações emocionais. Sou muito intensa comigo, nas exigências que me imponho e deveria cuidar de me cuidar mais, procurando colo e dando menos.

Tenho falta de toque, de beijos intensos e apaixonados, de olhares que se cruzam e permanecem. Tenho falta de um outro lado de mim, aquele que me conforta e assegura de que não estou sozinha e que mesmo no meu percurso, poderei ter quem caminhe comigo, lado a lado. Tenho falta de toque e entendê-lo já é um enorme avanço, quem sabe não me reprogramo e passo a procurar, sem medo de me expor. Tenho muita falta de sentir falta de quem chegará para me assegurar de que não tenho que permanecer assim, sozinha, em controlo de tudo, a fazer tudo e a ser apenas eu, em tudo!
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O que é que não posso perguntar?

O que é que não posso perguntar?

O que é que não posso perguntar?

♥ENIGMA DO AMOR♥ e o PADRE


Fiquei a pensar na pergunta que aguardava uma outra que supostamente não me iria agradar. O que é que não posso perguntar? Pois, não sei muito bem o que é que não permito que me perguntem, talvez porque eu mesma não seja dada a bombardeamentos, não imediatos. Gosto que as conversas fluam e que as perguntas se encaixem com contexto. Gosto de ir descobrindo e que me descubram, mas detesto, sobretudo ultimamente, repetir-me, recontar, recomeçar e dar-me a conhecer de chofre.

O que é que não posso perguntar? Julgo que agora e depois de pensar no assunto, não vou querer que me perguntem sobre amores passados, porque para lá do que vivo, ficou o que não me pertence mais e por consequência ninguém precisará de saber. Mas será que gostaria de saber de tudo, de todos, do que tiveram ou deixaram fugir? Será que ajudaria na construção de quem me está a chegar? Será que me faz falta, ou pelo contrário impede e afasta?

O que é que não posso perguntar? A mim talvez possam perguntar tudo, mas preparando-se para as respostas, as que irei dar e as que negarei, para me defender do que não me protegeu antes. No entanto sei que não gosto que me perguntem se tenho medo, ou do que tenho medo, sobretudo se o associam às minhas escolhas e recusas, porque há muito pouco que me assuste, tirando a fobia a roedores e aranhas, os seres de 2 pernas não me fazem medo, mesmo que me assuste a imbecilidade e a incapacidade de evoluírem, porque parecem renitentes em aceitar o século 21.

Posso fazer uma pergunta? Ui, já sei que vem coisa! 
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Quando o amor certo chega...

Quando o amor certo chega...

Quando o amor certo chega...

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Quando um amor chega e atropela um outro, previsível, pronto e aparentemente natural, a nossa paz esbate-se a passamos a questionar até o ar que respiramos, sentimo-lo entrar, mas somos incapazes de o expelir convenientemente.

Gostava de te ter visto e sentido antes, muito antes das cartas que já trocávamos, mas com uma finalidade muito diferente da que tenho hoje. Gostava de não precisar de magoar quem me escolheu, afastando a ideia que criou de nós, porque esteve ao meu lado quando precisei e quando precisou de mim, do meu amor e das minhas certezas, já não as tinha, agora eram-te dirigidas, a ti, quem certamente já me pertenceu. Gostava de não precisar de comparar dois homens, dois amores, mas a verdade é que quando nos vimos, eu e tu, depois da vida que tinha e que me corria de forma tão natural, o ontem esfumou-se e passei a não ter qualquer passado sem ti.

Quando o amor certo chega, nada do que nos parecia certo volta a ter lugar. As dúvidas passam a ser a nossa maior forma de certeza, porque nos deixam a pensar no que nos resta, no que nos está reservado e no que ainda teremos que fazer para que tudo resto faça sentido. O teu amor chegou assim, destemido, mas igualmente reservado, como se não acreditasse no que lhe poderia devolver. Gostava de ter gostado de ti antes, vendo-te quando podia ser simples e imediato, mas aparentemente precisei de um outro amor para validar o teu.

Decidir teve um sabor agridoce, mas a única decisão possível teria que passar por ti, já o sabias e foi com o teu sorriso mais aberto e confiante que me recebeste, a espera não poderia ter sido demasiado longa, afinal de contas já não tínhamos mais tempo para gastar, não um sem o outro!
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Sabes o que protege o amor?

Sabes o que protege o amor?

Sabes o que protege o amor?

F&O Fabforgottennobility

Temos que aceitar esta nossa capacidade, infinita, de sonhar a pessoa certa, querendo que ela chegue no nosso formato. Sabemos mais do que isto, mas escolhemos não saber nada no que toca ao amor, porque a viagem fará tudo valer a pena, até com os sobressaltos inerentes à cegueira temporária. Precisamos de não ver o final, imaginando o que só acontece na nossa mente, porque até poderemos ser dos sortudos e ter tudo na proporção certa. 

Sabes o que protege o amor?

A ignorância. A estupidez que se nos cola, mas chega a ser romântica, porque mudamos até a polaridade dos objectos quando estamos apaixonados. As incertezas que queremos, à força, saber como contornar, saltando etapas, ou adiando umas quantas. O que protege o amor é a escuridão que nos envolve quando parecemos estar a ver de forma clara e o clarão que nos ofusca, porque se soubéssemos quem nos tinha chegado, cada insegurança e defeito de carácter, já não arriscaríamos e fugiríamos do que muito provavelmente teríamos que aprender à força, com as bofetadas que recebemos para que possamos ser plenos e felizes. Se soubéssemos muita coisa, não nos permitiríamos viver, e é apenas vivendo que acumulamos histórias, lugares, amores e momentos que  nos servirão no futuro. 

Sabes o que protege o amor?

Todos os amores que resultam enquanto estamos a amar e por isso esperamos por mais e melhor. Cada desejo de certezas que não poderão existir, não enquanto não soubermos ao que vamos e por que razão. O que protege o amor é a inexplicável vontade de nunca nos afastarmos demasiado dele, sabendo, sem qualquer sabedoria documentada, que um dia o teremos todo só para nós, sem qualquer medida, sendo do peso que o nosso coração e alma aguentarem. O que protege o amor é  a vontade de continuarmos a querer amar, muito e para sempre!
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Será que o que vai volta?

Será que o que vai volta?

Será que o que vai volta?

white... and a bit of black



Aparentemente é mesmo aqui, neste pedaço de mundo, que tudo é visto, revisto e cobrado. Tudo o que fazemos, sentimos, dizemos ou deixamos por dizer, tem repercussões no que ainda estiver para chegar.

Será que o que vai volta? Podes estar confiante que sim. Volta sobretudo o que fizeste por merecer, cada dia desperdiçado e todos nos quais te estatelaste toda por não entenderes que tens que dar para receber, sempre e não só quando te apetecer. Vai voltar o arrependimento, as dores que infligiste e a solidão a que vetaste quem te procurava. Vai voltar o desamor e o desrespeito com que trataste quem te escolheu. Vai voltar o tempo sem qualquer tempo de qualidade e a incapacidade de mudares só que seja o pensamento. Vai voltar o medo que injectaste nos que se impediram de ter medo para te conquistar.

Será que o que vai volta? Volta tão rápido quanto a tua vontade de colocar uma pedra no que não te serviu, porque se apenas usaste e forçaste a que não tivessem vontade própria, um dia vais ter vontade de voltar para trás, mas já não serás capaz...
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Que palavras usas?

Que palavras usas?

Que palavras usas?

Mystery Princess


Quando falamos de alguns temas, cada um tem os seus próprios termos e usá-los pode ou não estar em contexto com a situação, mas a verdade é que existem umas quantas pessoas que podem, sempre, usar dirty words e fazê-las parecer como as únicas possíveis.

Sexo será sempre delicado para umas quantas almas, por isso usam indicativos das palavras "feias", corando apenas com o pensamento. Já todos sabemos que as palavras carregam um poder nem sempre óbvio e nem todos estaremos habilitados para o identificar. Mas juntem lá duas ou três mulheres e vão ver a que velocidade voam em torno de todos quantos possam ser resistentes o bastante para as aguentarem, ou não. As mulheres inibem-se com muito pouco, mas temos as naturais excepções, as que NUNCA serão capazes de chamar os bois pelos nomes, NUNCA, nem que as matem. 

Que palavras usas para te expressar e passar aos outros o que estás a sentir ou a pensar? Será que te refreias, ou apenas permites que saiam à velocidade do pensamento?

Sou das que acredita, piamente, que existe vocabulário suficiente para que não precisemos de recorrer ao calão ou a todas quantas soam ainda pior do que aquilo que representam, talvez porque me representem mal!
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Incursões ao passado!

Incursões ao passado!

Incursões ao passado!

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Quando e de cada vez que faço os meus exercícios de revisão, sobretudo do passado, percebo a minha evolução. Percebo muito do que não percebia antes, por cegueira temporária ou falta de crescimento e dou-me a possibilidade de mudar e reajustar rotas.

A vida não é de todo estática e se insistirmos no igual, no que conhecemos, mesmo que de forma errada, acabamos por nos punir e impedir de mudar. A vida trás todas as respostas em cada pergunta e ela pergunta-nos, uma e outra vez o que pretendemos fazer.

Analisar é fundamental para que progrida e é por isso que nunca me impeço de olhar com atenção para o que deixei de fazer, ou fiz de forma errada e precipitada. Sou um ser pragmático, mas igualmente apaixonado e estou a aprender a contrabalançar as duas características para que saia mais fortalecida de cada revés. Certamente que ainda terei uns quantos, mas também sei que cada dia terão menos impacto no que já fiz de mim.

As minhas incursões ao passado são rápidas, seguras e determinantes para que possa verdadeiramente estar a viver no presente.
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What are women doing?

What are women doing?

What are women doing?

...


Is it only me, or women are really drinking their lives out? We can check it up in movies and in real life, too. They are everywhere, with no limits, drowning themselves in big bottles of reds, whites, rosés, you name it and they can´t be stopped, apparently.

So what exactly are women doing? Is it a pattern? Is unhappiness spreading or do they simply love it?

It´s hard for me, a non-drinker, to understand, mainly because I like facing life, grabbing the bull by its horn and surviving catastrophies, even the small ones.

I´m not a judgemental person, but the message underneath really scares me. Nobody seems strong enough to endure simple problems, and the answer always comes in a shape of a bottle.

What are women doing? Probably trying to ruin their eggs for good, or simply wandering, with little answers and a ton of wrong questions...
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Será que vives no mundo real?

Será que vives no mundo real?

Será que vives no mundo real?

Something in the darkness pulled me deeper. Something in the madness eased my mind. Was I awake or was I dreaming? Cut the strings that bind me to mankind. ~Candice Night Fantasy | Magical | Fairytale | Enchanting | Mystical | Myths | Legends | Stories | Dreams | Adventures


Será que sabes o efeito que tens nos outros e de que forma os impulsionas ou diminuis? Será que fabricas o teu próprio mundo, aquele em que desempenhas os papeis que escolhes, fazendo e validando os castings?

Será que vives no mundo real? Tens consciência do que representas para os outros? Consegues classificar-te, avaliando o que te deixa bem e o que nunca permitirás que te faça mal?

Sei que sabe bem ter um refúgio, ou vários em simultâneo, porque o mundo por vezes decide derrubar-nos, acordando-nos com catástrofes que nos abanam as estruturas e obrigam a desvios, quando parecíamos ter tudo TÃO planeado. Sei que preciso de me refugiar de mim e dos outros, mesmo que o vá fazendo com demasiada frequência, talvez porque esteja numa constante insatisfação com os outros e não retire o que me encheria e preencheria.

Por vezes ser corajosa é uma forma perigosa de realismo. A coragem parece ameaçar os nossos pares, talvez porque lhes vá faltando coragem até para o essencial. Por vezes bastará que saibamos onde estar e com quem para que o nosso mundo colida com os planetas que o rodeiam. Talvez viver num outro momento e tempo não seja assim tão mau.

Será que vives no mundo real, ou tens um refúgio secreto que te protege sobretudo de ti?


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Writing alone sucks...

Writing alone sucks...

Writing alone sucks...

como conseguir curtidas na sua fanpage  www.soparameninas.net


It is a fact that writing alone sometimes sucks. I would love to have people around, at the same page, knowing all there is to know about words and its impact on people. I mainly write about and for women, so having them close enough to understand wether I am really getting the point or not, would be SO good.

I miss friends, women friends, the opiniative type, the ones who are always involved in making us better, and crashing us down when we make bad decisions, althoug maintaining the same true love. I miss genuine women friends, someone to talk about anything and anyone. I miss longer hours of crazy laughs and common dreams. I miss being just a woman.

Writing alone keeps me away from others. I get the distinct feeling of self inflicted loneliness. Maybe I would love to have a voice of reason close by, someone to keep me from vomiting feelings so deeply, and someone to instigated me to being out there, not just behind scenes. Writing alone sucks when I really feel alone!
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E se não pudesses cuscar o ex?

E se não pudesses cuscar o ex?

E se não pudesses cuscar o ex?

Black and White My favorite photo


Segundo as mulheres, e sim, neste caso acredito que seremos o grupo mais determinado, não poder cuscar o que está a fazer o ex, é mortificante. Certamente que já passámos todas por isso, umas mais masoquistas do que outras, mas todas a quererem ter razão, nem que seja levando enormes bofetadas, e outras esperando, secretamente, que a outra seja mais gorda, com mais varizes e de nariz torto.

Ser deixada sucks, é um facto e ninguém gosta ou o aceita de ânimo leve. As redes sociais ajudam imenso, vais cuscando o amigo do amigo e no processo esbarras com a amiga mais inesperada, talvez porque tenha bem mais do que o nariz torto. DAMN, de repente o gajo já não se importa de baixar a  fasquia e desata a comer do "chão". De repente, e porque somos a última bolacha do pacote, na nossa perspectiva, consideramos ultrajante que desistam de nós. Pelo amor da santa, mas porque raio fazemos isso connosco?

Agora imaginem comigo um cenário Dantesco, o dito cujo não é fã das redes sociais e não deixa rastos diários. Já estou a imaginar caras de verdadeiro pânico. Mas então e o prazer mórbido de ver o que ninguém merece, mas ainda assim nos dá uma enorme pica? É mais ao menos semelhante ao espremer de borbulhas nojentas, o fim compensa o processo.

E se não pudesses cuscar o ex? Muito provavelmente passarias a ter ataques de pânico e a cuspir fogo, amaldiçoando todos os que se cruzassem contigo. Ou, e esta deveria ser a opção racional, acabarias envolta numa paz emocional que te levaria a focar no que importa verdadeiramente. E se não pudesses cuscar o ex, achas que sobreviverias aos primeiros meses de raiva?
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O que muda quando te mudas?

O que muda quando te mudas?

O que muda quando te mudas?

Teniamo quello che vale la pena di tenere e poi, con il fiato della gentilezza, soffiamo via il...

A vida é um longo caminho feito de inúmeras etapas e é por isso mesmo que não temos forma de saltar nenhuma. O que muda quando decides que precisas de mudar, seja de lugar, sentimentos ou simplesmente de motivação, é o que é suposto, porque com cada mudança chegam os ajustes e os tempos que se encaixam no tempo que te resta.

Nada do que sabes hoje te era previsível ontem, pelo menos não com tanta clareza e aceitação. O que muda, por vezes de forma tão simples, são as certezas que acumulas de cada vez que te permites mais uns passos e vais ter que continuar a caminhar em direcção ao que determinaste como destino, desistir não é opção.

O que muda quando te mudas? Tudo o que te negaste, por medo, por teimosia, ou simplesmente porque ainda não sabias o que fazer com o muito que te parece ter calhado. O que muda por vezes, se fores atenta e por consequência afortunada, é o foco. Passas a ver o que afinal até estava bem visível e a entender o que antes parecia precisar de legendas. O que muda é o teu interior, a tua convicção quanto ao que precisas para não dependeres de ninguém. O que muda é o que deveria mudar, quando passas mais um obstáculo.

Se te deres tempo e nunca colocares na balança a palavra desistir, vais encontrar o teu rumo, caso te tenhas perdido de ti, e vais, com toda a certeza, encher-te de todas as certezas que te colocarão de volta ao lugar certo!
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Quem és no amor?

Quem és no amor?

Quem és no amor?

Somber Sinister Photoshoots : Modern Weekly China 'Black Widow'

Pior do que um masoquista só mesmo um lamechas, porque este último usa todas as armas para se armar de uma infelicidade que se auto-inflige, levando o outro ao desespero. Pior do que não ter amor de volta, é encontrar um amor centrado no que não tem, não pode e não sabe. Pior do que nunca saber quem nos está destinado é ter como destino quem nunca nos levará para o futuro.

Não sei quem és no amor. Não sei o que usas para usar quem não parece saber como se defender de ti. Não sei o que esperas receber de volta, porque pareces saber de tudo, até do que claramente não sabes e por isso padeces de tanta pequenez. Não sei quem te derrubou e transformou no que és, porque de momento és muito pouco.

Estar no nível certo, aquele que nos define e permite a paz que tantos procuram, deixou-me a perceber que percebes muito pouco sobre o amor e que não é possível amar-te, não assim, não enquanto tens uma carapaça que não reconheço, não enquanto me fazes sofrer por seres o sofredor de serviço.

Não sei quem és no amor. Não sei que o serás em todos ou apenas no que infligiste em mim, com mais dores do que sabores, mas sei que deixei de me importar. 

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