Porque é que te adias?

Porque é que te adias?

Porque é que te adias?

Sensuality Of Light | Flickr - Photo Sharing!


O que escolhes fazer quando não pareces fazer o suficiente? Não podes, nem deves, acordar apenas para sobreviver aos dias, porque nada te será devolvido se não souberes como pedir o que já tinhas. Nenhuma outra forma de ti acontecerá se permaneceres assim, incapaz de te mudar e aceitar que ou evoluis ou te perdes.

Porque é que te adias, adiando o teu percurso? Até quando fechas os olhos e escolhes não ver o que a vida te oferece, mesmo que por vezes de forma dolorosa, nada será interrompido por não estares pronta. Deixa seguir quem já te abandonou. Aceita as incapacidades de quem carrega mais medos do que esperança. Perdoa as paragens a meio do percurso e encontra, sozinha, o que te levará ao teu lugar. Pergunta menos, até porque já tiveste todas as respostas e és muito mais do que mostras. Mais intuitiva e focada. Mais determinada e segura. Mais envolta em compaixão e amor do que aquele que consegues mostrar. És a tua maior conquista, por isso mesmo não te deixes perder de ti e enfrenta o que te fará crescer.

Porque é que te adias, se afinal adiar não te restaura, nem cura da dor que tu mesma te infligiste? Precisas de parar de esperar demasiado dos outros. Tens que saber, e por esta altura já deverias, que ninguém mudará para que caibas inteira e sem mazelas de maior. Porque é que te adias, aceitando as metades que nunca bastarão, mesmo que decidas amar por dois e duplicar a intenção? Não escolhas as cores que não te iluminam o rosto, usa da tua luz própria e oferece-nos a todos o teu melhor, porque acabarás a receber cada pedaço de volta.

Porque é que te adias menina bonita, quando afinal já tens tudo o que precisas
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E quando a resposta é o não?

E quando a resposta é o não?

E quando a resposta é o não?

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Quando a resposta inevitável é o não, ficas sem muitas mais opções e resignas-te, na maioria das vezes, à sua inevitabilidade. Sabes quem és, porque fizeste o trabalho de casa e recusas mudar uma vírgula à tua condição, sabendo que mal fraquejes te irás arrepender, irremediavelmente.

Tenho que dizer-te que não e faço-o sempre com um olhar determinado. Dizes que não entendes, mesmo que te sinta o medo e que a nossa envolvência nos remeta para a recusa de ambos. Eu porque sou a mais determinada e tu porque te assusto, sei que sim e nem preciso de o ouvir de ti. Aprendemos ambos que não podemos ter tudo o que desejamos e mesmo que lutar seja opção, por vezes a batalha é totalmente perdida. 

Gostava de poder apenas ir, sentir e decidir. Gostava de saber que me bastaria gostar para que tudo fosse natural e fácil. Gostava de arrojar e fazer o que nunca me permiti antes, mas talvez não goste o suficiente de quem aparentemente gosta de mim para que a aventura comece. Gostava de não me julgar tanto, até porque o que tenho dentro me grita que o caminho, por agora, passa por ti...

Não fosse a gravidade a puxar-me, impiedosa, e talvez até que me elevasse, bem alto, para ver mais e melhor. Não fosse a metade mais importante de mim a vergar-me, e deixaria que a minha coragem me provasse certa. Não fosse já estar bem para lá do tempo dos outros e até que recuaria para viver apenas este, saboreando o que me deveria ser permitido, porque certamente que o mereço. Não fosse também eu ter medo e ficarias a saber que já sei o bastante para que a viagem possa começar!


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O que sentes quando te apaixonas?

O que sentes quando te apaixonas?

O que sentes quando te apaixonas?

“OGênero está em tudo; tudo tem o seu princípio masculino e o seu princípio feminino; o gênero se manifesta em todos os planos.” ...O princípio do gênero opera sempre na direção da geração, regeneração e criação.



O que sentes quando te apaixonas? O que muda quando te sentes mudar por dentro e nada te sossega o coração tão cheio que parece rebentar? O que sobra de ti, ou que te aumenta quando tens quem te trás o melhor do mundo? Que sabor passam a ter as lágrimas, porque ainda irás derramar umas quantas, por ti e por quem te fez apaixonar? Que vontade te passa a mover, quando aparentemente só te moves na mesma direcção? O que sentes quando te apaixonas, mesmo que seja pela pessoa errada?

A vida consegue ser bem mais do que antecipas, mostrando-te que não controlas nem sequer os sentimentos. Adianta-te muito pouco julgares-te, forçando-te ao que não te deixa feliz, até quando decides que não podes, nem deves, apaixonar-te para que te percas irremediavelmente. Percebes que sabes muito pouco, quando passas a saber que afinal também és humana e apenas escolhes quem te escolheu. 

Ter connosco e por nós a razão pela qual respiramos e inspiramos o que nos muda a alma e conserta o coração, deveria bastar, mas nada carrega apenas uma cor ou um lugar. Ter quem merecemos e nos torna melhor teria que ser suficiente, mas tendemos a julgar o destino duvidando do seu timing, como se adiantasse...

O que sentes quando te apaixonas e percorres a distância que encurta a pessoa que consegues ver? Certamente que te sentes mais forte, mais pronta, mesmo que mais assustada. Tens que sentir que já estás onde precisas, porque passas a precisar de muito pouco, mas a querer TUDO. Sentes que sentir é o que te mantém viva e agradeces a quem te trouxe de volta a corrente que faz bater o teu coração. Sentes que sentir é o que verdadeiramente importa e passas a importar-te com o que é certo, esquecendo tudo o que te carregou antes. Sentes que mereces cada gota e bebes o que te derramarem, nem que seja por um dia. Sentes que ainda te consegues apaixonar e agradeces!
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Quem posso ser agora?

Quem posso ser agora?

Quem posso ser agora?



De que forma consigo apreender o  meu novo eu? Como é que passo a gerir o tempo que agora sobra e que é inteiramente meu, quando o mesmo se afunilava e quase que me impedia de respirar? Quem sou, ou o que posso ser afinal, se aparentemente já posso ser tudo?

Tudo o que é nosso chega, sobretudo o tempo, basta que saibamos como nos conduzir, aguardando pelo momento em que os momentos dos outros os absorverão o suficiente para que nos deixem mais livres. Tudo o que semeamos será colhido e o modo como acabarão por florescer tem a ver com a nossa dedicação e empenho.

Há meio século que cuido dos outros, olho para o lado de lá de mim e aguardo pelos meus momentos, sem demasiada pressa, porque sabia que chegariam. Passei do auge da ansiedade e da urgência, para o silêncio instalado e por rotinas que me visam fundamentalmente. Tenho que me saber redireccionar, recuperando o que tinha na lista, mas que agora se pode tornar realidade. Preciso de ligar botões há muito esquecidos e assim recuperar a mulher, não que ela tivesse deixado de existir, mas agora está claramente mais viva.

Quem posso ser agora? Será que posso mesmo tudo e o desejo, ou vou simplesmente reajustar-me de forma tranquila e sem pressas? Acredito que as respostas irão chegar quando me fizerem falta!
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Serenidade é?

Serenidade é?

Serenidade é?

me encanta Permanecer...A música é capaz de reproduzir em sua forma real a dor  que dilacera a alma e o sorriso que inebria.  ~ Ludwig Van Beethoven.~ ~º~


Quando acho que só pode piorar, eis que apareces tu e amenizas as minhas dores, arranjando forma de que guarde para mim o que me estava a magoar e o dia consegue terminar de forma serena. Mas
ontem correu mal, porque teimámos, só não fizemos apostas porque não somos machos, não jogamos às cartas a dinheiro, mas teimámos sobre quem teria razão e uma vez mais fui eu. Bem que o teria dispensado, porque gostaria de ter ficado com um sorriso triunfante, não por ter vencido, mas por ter estado tão errada, que o resultado só poderia ser em meu benefício no futuro.

Não adianta olhar para onde nunca estiveste, só me resta aceitar e continuar, porque até sei como se faz, já estive num lugar semelhante e hoje, outra vez recuperada, voltei a ter o poder, a ser eu a controlar o que sentia, sabendo que se for demasiado só poderá fazer-me mal.

A noite foi tranquila, dormi e não sonhei contigo. Acordei sozinha e sem fantasmas, apenas eu comigo, mas gostei da sensação. Um dia estará alguém que passará para além dos meus sonhos e acordará ao meu lado, começando comigo o que saberemos ambos ser possível terminar. Um dia saberei quem és e de que forma nos encaixaremos sem que magoe, sem que seja preciso sofrer e fazer sofrer. Um dia tudo o que sentir e sobre o que escrever, ter-te-à no fundo, em cada sílaba e estarei a sorrir de cada vez que o fizer. Por agora vou esperar, porque talvez ainda não esteja pronta para ti!
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Enquanto não me convenço...

Enquanto não me convenço...

Enquanto não me convenço...



O ontem já foi e agora, sentada num vazio que assusta de tão real, num lugar tão preenchido com o que lhe retirei com os pedaços de mim que arranquei mesmo com dores lacinantes, porque me forço a ser desta forma e não de uma outra qualquer, vou respirando descompassada e zangada com os meus receios, infundados ou não, mas que não me deveriam impedir de viver.

Se fujo de mim é por não querer voltar a sentir-me vulnerável. Se for eu ao comando, pelo menos entenderei porque cheguei aqui, porque este lugar consegue ser um dia de muito sol e um outro tão carregado e sombrio, que me faz querer encolher-me e deixar de ser e pensar.

O hoje não é sempre pacífico, ou sequer ligeiro, por norma é uma luta interna, um não querer ir e um desejar conseguir ter a coragem, o desapego e a determinação que farão de mim um ser igual a todos os outros, a que sofre sempre que me oferecerem um não, ou forem incapazes de me sentir verdadeiramente, mas também a real, a que também sabe entregar-se e esperar que dê certo.

Enquanto não me convenço, vou pelo menos sonhando e tentando chegar lá!
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Sinto sempre a tua falta!

Sinto sempre a tua falta!

Sinto sempre a tua falta!

“A fotografia é uma forma de ficção. É ao mesmo tempo um registo da realidade e um auto-retrato, porque só o fotógrafo vê aquilo daquela maneira.”Clique na imagem para conhecer nosso curso de fotografia online.📷😉 #foto📷 #fotostumblr #inspiração #foto


Falar contigo não sabe ao mesmo, não quanto ter-te e abraçar-te naqueles abraços que não parecem terminar. Falar contigo não sabe a cada um dos beijos que te dou com toda a minha alma. Falar contigo sossega-me, mas não arranca o desespero de me saber demasiado longe, porque longe será sempre não te poder tocar.

Sinto a tua falta até quando estás comigo, talvez porque antecipe a tua ida e mesmo que saiba que voltas, nunca me bastas e nunca me sacias. Sinto a tua falta quando estou em ti, porque eventualmente terei que sair e deixar de sentir a pele que arrepia a minha. Sinto a tua falta quando falas comigo e oiço tão pouco, mas vejo cada esgar e sorriso. Sinto a tua falta até quando sonho com cada um dos dias que já tivemos e sei que saberemos repetir. Sinto sempre a tua falta, mesmo quando pareço demasiado ocupado para pensar em ti, mas a verdade é que penso sempre, porque te recusas a sair de onde te mantenho viva e comigo.

Julguei que era mais forte. Julguei que já sabia o suficiente e controlava tudo. Julguei que me bastaria saber que me pertences, para sossegar. Julguei que o nosso lugar permaneceria intocável e seguro, mas afinal sei muito pouco, sobretudo pouco sobre o amor e a necessidade que nos envolve a pessoa que amamos. Julguei que teria tudo, até o controlo que afinal não possuo e é por isso que sinto sempre a tua falta

Estou a sentir a tua falta agora, mas a imaginar-te quando chegares...
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Quando a noite chega...

Quando a noite chega...

Quando a noite chega...

Winter Snow GIF


Quando a noite chega, os dias passam-me em retrospectiva e percebo, mais hoje do que antes, que não te ter sempre me deixa encolhida num medo que não reconheço. Quando a noite chega e não estás, nada do que possa ter feito me importa, porque a verdade é que apenas tu me importarias, estando em mim e comigo. Quando a noite chega e as palavras não têm para quem sair, saio de mim e regresso ao lugar que me assegura que permanecerás porque me fazes falta. Sinto falta do que ainda não consegui viver contigo. Sinto uma falta imensa de programar o amanhã e de te ver em cada um dos momentos com os quais sonho. Sinto falta dos beijos que ainda não recebi, dados com a única boca que me liga todos os botões e deixa ainda mais viva. Sinto falta de saber ao que saberás quando o nosso amor se solidificar e já mais nada precisar de ser confirmado. Sinto falta da tua voz, porque apenas ela me tranquiliza de mim e dos pensamentos que correm demasiado velozes...

Não sei o que fazer dos minutos que me sobram e envolvem as horas num vazio que nada parece preencher, nem mesmo tu porque estás demasiado longe. Sei cada vez menos, porque não controlo nada do que vem de ti e porque é em torno de ti que vagueio, tentando ser mais mesmo que debaixo de chuva intensa. Não sei se o amor tem outro nome, ou se a sua face varia com as personagens, mas quero a acreditar que os que amam fazem-no assim, intensamente e esperando por TUDO, porque menos não poderá bastar, a mim sei que não, talvez por isso as noites sejam cada vez mais longas.





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Medo de mim mesma...

Medo de mim mesma...

Medo de mim mesma...

Alessio Albi on Instagram: “Unpublished with @sandra_loewenherz at #belgiumgathering15”


Há dias em que tenho medo, muito medo de mim mesma, porque nos dias em que algo ou alguém toca no lugar errado, diz o que não devia ou espicaça a leoa, saltam-me todas as molas.

Hoje já não corro à procura de aprovações. Não me interessa o que os outros pensam ou consideram sobre a minha vida, e sobre a forma como a vivo. Não me importo rigorosamente nada com o que não tem importância. Agora já dou comigo a "cuspir" palavras duras que os outros não estão preparados para ouvir, porque sou a condutora do meu destino e por isso só aceito considerações de quem tenha provas dadas. 

Há dias em que nem o medo de usar demasiadas palavras, daquelas que balançam as bases dos outros me demove de ser eu, de procurar e de querer ser genuína e de apenas pensar e agir em prole do que acredito. Este é o meu tempo, aquele que vivo cada dia um pouco mais, por isso estou determinada a usar os caminhos certos, acabaram-se as desculpas, porque um dia mais tarde poderei, tal como o Sinatra, dizer que o fiz à minha maneira e me dei bem!
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As perdas...

As perdas...

As perdas...

Cigana moderna



É inevitável que se vá perdendo pessoas ao longo da vida. Estaremos com os outros apenas pelo tempo que nos permitirem e seremos da dimensão que nos fizerem. É inevitável que se arrumem lugares e sentimentos, direccionando vontades, porque o que foi ontem, poderá deixar de o ser hoje.

As perdas serão do tamanho que lhes fizermos e é a nossa capacidade de resistir a elas que nos molda o bastante para que não queiramos desistir de nós. As perdas chegam com o Adeus, aquele que se deve a quem fica para trás e assim o deixará continuar, fazendo o que lhe cabe por direito. As perdas implicam, de alguma forma, desistir, mas quando escolhemos perder, ou largar alguém, temos que saber aceitar que a perderemos mesmo, sempre e para sempre.

Certamente que conseguiste, algures num momento, ser o abrigo, a alegria e o sorriso de alguém, então agarra-te a cada momento e segue confiante o teu caminho, esperando ainda vir a passar e a sentir tudo outra vez.

Se não quiseres perder, outra vez, não te dês demasiado, não esperes demasiado e decididamente, não ames demasiado. Refreia-te, segura os beijos e beija apenas na proporção dos que chegam até a ti. Não uses demasiadas palavras, não assustes quem muito provavelmente não saberá o que fazer com a tua intensidade. As tuas perdas serão tão tuas, quanto souberes e fores capaz de "jogar". Se não quiseres perder outra vez, usa uma carapaça, ergue mais a cabeça e não resvales em sentimentos que apenas te deixarão a duvidar. As perdas são parte de qualquer processo de ganho. Se ganhaste algum amor, aceita que se vá quando se for e deixa que o teu se mantenha intacto e capaz de se moldar a quem volte a entrar.

As perdas só não podem incluir perderes-te de ti, isso nunca deverá ser opção!

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Estou à espera!

Estou à espera!

Estou à espera!

Você é escravo(a) De tudo aquilo Que não é capaz De abrir mão


Estou à espera. estou em modo "reservado", aguardando que o teu tempo também possa ser o meu, que olhes para mim como alguém que está aqui,para ti, mas que não me guardes na prateleira até aos teus regressos, e sobretudo que não acredites e não esperes, que será sempre assim, porque até o amor vem com prazo de validade...

Estou à espera, ainda, e fá-lo-ei até que o meu coração dispare, e grite um BASTA, obrigando-me a continuar com a minha vida, porque fui eu que escolhi a que tenho, consciente de que apenas farei o que for melhor para mim e tu ainda o tens sido.

Não posso pensar demasiado, tenho que aligeirar e relativizar para que não sofra sobressaltos e para que não me penalize a mim mesma. Sei que é errado, que não me levará a lugar algum, que mereço mais, porque sou mais. Enquanto decidir esperar, o teu tempo continuará a correr, e ainda poderemos usufruir do que nos uniu, do amor que sentimos, dos corpos que se entregam com desejo, sentimento e procura. Enquanto eu esperar, ter-me-ás, depois...
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Escolhemos não falar de nós...

Escolhemos não falar de nós...

Escolhemos não falar de nós...



Escolhemos não falar. Decidimos que a decisão de ambos, mesmo que aos tombos e sem qualquer convicção, teria que bastar. Afastámo-nos de nós e esperámos, em vão, que bastasse para nos sarar...

Dou comigo a lembrar-me de quem fui quando estavas comigo e parecia ser bem mais feliz e completa. Mesmo que não estejas, não existem dias sem ti, porque te manténs por aqui, firme na firmeza que nos faltou antes e nos afastou irremediavelmente. 

Quem é que consegue filtrar os sentimentos que nos assolam? A quem podemos falar do que ninguém parece querer ouvir, porque se terminou, está terminado, quando a verdade é tão maior do que isso. Para onde nos voltamos se nada parece ter face que nos baste para que paremos de nos sentir mal e pequenos? O que sobrará de nós quando o que tivemos já não nos esteja sequer na memória?

Talvez já tivesse sido mais fácil recomeçar, perdoando-nos. Talvez pudéssemos ter visto a distância que estávamos a criar entre nós, mas o que agora soa a dúvida, já foi uma certeza dolorosa. Estamos fora da vida um do outro, mas continuamos demasiado longe de resolver o que nos afastou e por isso mesmo afastamos todos quantos se aproximam. Talvez se te tivesse dito tudo o que sinto, não precisasse de continuar assim, vazia, sem respostas e sem esperar pelo que certamente também me poderias dizer. 

Escolhemos não falar de nós e nada parece ser suficiente para que o voltemos a fazer, mas a verdade é que quando algo importante nos falta, o que é errado sobra e cola-se num tempo que se recusa a passar, esmagando-nos
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Cuidado com o que pedes!

Cuidado com o que pedes!

Cuidado com o que pedes!

I don’t want the heavens or the shooting stars. I don’t want gemstones or gold. I have those things already. I want…a steady hand. A kind soul. I want to fall asleep, and wake, knowing my heart is safe. I want to love, and be loved. Shana Abé #followback #seduction #sexy


Cuidado com o que pedes. Cuidado com o afastamento emocional, porque ele origina a desistência romântica da vida e reme-te a ti mesma. Cuidado com o medo que se cola quando passas a ter medo do amor. Cuidado com as viagens sem volta e trata de voltar rapidamente ao lugar de onde saíste quando escolheste desistir!

Tudo e todos quantos te chegam estavam a fazer falta, até pela negativa, porque ao provares os sabores que sabem a pouca coisa, passas a valorizar o mel, o açúcar branco e o mascavado. Não cobres nem perguntes porquê, reavalia e reforça a tua vontade de ser melhor e maior, porque até os amores quebrados poderão reforçar o amor que terás pela pessoa certa um dia, por isso dá-te uma chance e aceita que precisas de precisar de alguém.

Cuidado com o que pedes quando pedes para não ter nenhum amor, pode até parecer seguro, mas é demasiado solitário e até mesmo os amores difíceis merecem ser vividos!


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O poder do amor!

O poder do amor!

O poder do amor!



a man and a woman; sooo beautiful. .


Que bem me sabe saber que te encontrei, porque já não preciso de procurar mais. Que bom que é o sabor da normalidade, da segurança e da entrega no mesmo ritmo. Que coragem perante o desapego, porque controlamos muito pouco e apenas conseguimos manter o que sentimos. Que claras se tornam as noites mais escuras quando sentimos a mão que nos guia e se entrelaça na nossa, fazendo chegar a cada dia um novo recomeço. Que olhar seguro tem aquele que me olha e vai direitinho à alma, a mesma que esperou por quem teria que reencontrar. Que longe acabam sempre por chegar os que visualizam o caminho e têm do lado de lá quem sabe a certo. Que vontade férrea demonstram os que reconhecem no amor o que continua a manter-nos por aqui!
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O amor está em tudo...

O amor está em tudo...

O amor está em tudo...

ME DEIXA SER


O amor está em tudo o que faço e por isso mesmo acredito fazer bem o que me proponho. Comecei num mundo de aventuras literárias, mudanças de lugar, de alma e de pessoas, apenas para perceber que posso ainda mais e que se amar, em dobro, receberei tudo numa torrente de emoções.

Escrever está para lá do que controlo, porque acabo sempre a derramar o que nada segura, nem mesmo eu. Escrever começou tal como terei começado eu mesma, a medo, cheia de perguntas, mas o percurso tem valido os quilómetros de palavras com ENORME sentido, porque sinto cada uma. Escrever é feito com o amor que me tenho, porque aprendi a amar-me em primeiro lugar, mas oferecendo o que ainda me sobra.

O amor está em tudo o que escrevo, porque apenas assim concebo a partilha. Nada do que é pequeno me interessa e nada do que me carrega é menos do que mereço.Aos que amam a medo, passo umas quantas pitadas de coragem e aos que não amam de todo a certeza de que ele chegará quando fizer verdadeiramente falta. 

Cada novo projecto tem um selo de garantia que me assegura de que só poderá ser feito com amor e que se ele estiver em tudo, nunca precisarei de questionar as escolhas, até mesmo as erradas. O amor vai continuar a estar em tudo o que fizer, até porque não existe outra forma de andar por aqui!
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Hoje deixei-te ir.

Hoje deixei-te ir.

Hoje deixei-te ir.

Portrait (absolutely beautiful curves and light)


Deixei-te ir, sem demasiadas palavras, até porque ainda não trocámos muitas. Não me fiz notar, mesmo que me tivesses visto e sei que a tua vontade de que, por uma vez, que seria a primeira, o nosso contacto se estendesse e fizéssemos as perguntas inevitáveis, foi engolido peloi meu egoísmo ou alheamento. O dia foi estranhamente diferente, porque não contei com a normalidade que se teria que impor quando nos aproximássemos. Por norma espero algo ansiosa pela tua chegada e usufruo com urgência dos poucos minutos que nos permitem, mas hoje estranhei o meu distanciamento. Esqueci-me de ti. Não te senti a falta. Desviei-me do lugar que poderia ocupar por direito, escolhendo não estar.

Não pretendo tornar-me num caso grave de dureza emocional, mas a verdade é que a cada dia que passa, passo menos tempo a pensar em quem poderá vir a ser a parte inteira que se juntará à minha. A minha mente vagueia por outros lugares, e aqueles por onde me movimento não têm qualquer movimentação masculina. Nem posso dizer que seja triste, é apenas vazio do outro e bem mais preenchido de mim, comigo.

Hoje deixei-te ir e contigo talvez a possibilidade de voltar a querer quem me queira e seja correspondido...
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Do que adianta?

Do que adianta?

Do que adianta?


David Terrazas Photography


Do que adianta estar com outra pessoa, se ainda és tu que me enlouqueces e deixas a fervilhar por dentro?


Água e azeite, assim somos nós, não nos conseguimos misturar e um acaba a sobressair mais do que outro. Não fomos feitos para estar juntos, não conseguimos acertar em nada, apenas amamos da mesma forma, com uma paixão desmedida, lutando para que tudo o resto continue se não estivermos por perto. Somos uma ilusão, não conseguimos estar na mesma hora, nem no mesmo lugar, a querer as mesmas coisas, mas os nossos corpos desejam-se muito para além da nossa racionalidade.

Não vou voltar a tentar estar com um outro a quem não consiga chamar pelo nome, porque é a ti que eu amo, porque é em ti que penso quando me tocam, é o teu sorriso que vejo e se fechar os olhos, sinto o teu cheiro, misturado com o prazer que me passavas. Não vou arriscar, tão cedo, ouvir o que deveria sair dos teus lábios, os mesmos que me beijavam até quase deixar de sentir as pernas.
Não estou pronta, ainda, para te deixar ir, quero alimentar-me um pouco mais do que representas, mas que até sei que não podes manter.

Chamem-me masoquista, digam-me que gosto de me fazer sofrer, já sei isso tudo, mas ainda não sei como te resistir, como te afastar e arrancar o poder que exerces sobre mim. Não sei como posso ter o meu corpo de volta.





Do que adianta querer olhar para outro lado se afinal estás em todos?
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Confio, avanço, ou não?

Confio, avanço, ou não?

Confio, avanço, ou não?



Confio, avanço, ou não? Como se enceta uma relação nova? Quais os pontos que se devem levar em consideração, se é que existem e como deverão ser as nossas expectativas?

Passamos a começar de novo, a ter que esperar não sei muito bem o quê, e fico sem saber se devo viver sobre as minhas expectativas, ou se me devo adaptar ao que existe e ao que são os novos homens, até os que não o são na idade?

Os meus ideias e tabelas não mudam, mais novos do que eu, não obrigada.  Terão obviamente que ser desimpedidos, a todos os níveis, autónomos, de bem com a vida, e que já tenham ultrapassado traumas de infância, por para isso já não tenho qualquer paciência. Ah, e MUITO mais IMPORTANTE, que já não precisem de "gritar" pela mãezinha, se não for pedir muito e até sei que não é porque desejo pessoas crescidas.

O que esperam eles agora delas? Será que juntar os trapinhos ainda é o que os move, ou pelo contrário, vamos mesmo pelo calma e calminha, devagar e devagarinho e por tudo em menos tempo possível... Ufa, que cansaço! Não existirão por aí pacotes já prontos? Dava-me imenso jeito um que apenas pudesse levar para casa, sem dramas de faca e alguidar.

Confiar é cada vez mais uma tarefa gigantesca e nem ser confiante em tudo o resto ajuda. Avançar mesmo perante tanta taxa de insucesso desmotiva, mas quem sabe não podemos ser a excepção? O não, bem, esse já está garantido à partida, agora só resta a determinação em descobrir por aí quem ainda não nos tenha descoberto e quiçá resultarmos juntos!
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