Os meus dias agora...

Os meus dias agora...

Os meus dias agora...



Os dias acordam sempre muito mais ligeiros e sem que nada pareça precisar de muita pressa. Há muito que deixei de ouvir chamar "mãe" a cada 10 segundos. Sei que o sou e que continuo a semear o que os meus acabarão por recolher, mas já nada passa exclusivamente por mim, apenas o cuidado, o colo quando dele necessitarem e porque estarei de pedra e cal para cada um. Os dias dizem-me que tenho que procurar o que me serve, estando onde eventualmente me fará sentido, mas ainda sinto que estou a tactear, sem demasiada luz, se é que alguma vez a tive em abundância.

Não sofro do síndrome de ninho vazio, até porque ainda tenho uma das crias comigo, até porque seguramente acabarei a preencher-me do que antes não me era permitido, reavaliando o que adiei por ter escolhido outros caminhos e respostas. Não me detenho demasiado no silêncio que nos inunda a casa, apenas cortado pelo ladrar do cão que julga ser o chefe da matilha, coitado, não conhece a "mãe", porque na dianteira da minha vida estarei sempre eu.

Os meus dias agora pedem-me um tempo diferente e sou capaz de olhar de forma mais atenta para o que está à minha volta. Sinto-me a despertar de um longo sono, estando mais acordada do que nunca e bem mais consciente do que terei que conquistar para não sofrer dos arrependimentos que perseguem e matam. Os meus dias agora estendem-se miraculosamente e dou comigo a sorrir perante a oferta do Universo e se me é oferecido, quem sou eu para recusar. Os meus dias agora são quase inteiramente meus!
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Dizes que te sossego...

Dizes que te sossego...



- Fazes os meus dias correrem de forma tranquila e definida.

É tudo o que preciso de ouvir, porque o que desejo de ti e para ti, é que sintas e me faças sentir que valemos a pena.

Dizes que te sossego e eu entendo-o, até quando me transformo num vulcão em plena actividade e até quando respiro de forma descompassada, por sentir que não me estás a sentir. Dizes que te sossego e acabas a sossegar o meu medo de não ser da forma que me vês. Dizes que te sossego e eu acabo a amar-te ainda mais, porque percebo que te consigo cuidar.

Saber que sou a responsável pelo amor que conseguimos aumentar, porque te aceito, porque te sinto e vejo como és mesmo, confere-me as certezas que procurava há muito, porque amar só pode ser desta forma. Amar só poderão ser assim, duas pessoas a quererem o mesmo, a sonharem os sonhos, que mesmo diferentes, acabarão comuns. Amar só pode ser este cuidado que me tens e todo aquele que não consigo evitar contigo, porque quando estás bem, quando te oiço sorrir através das palavras com que me enches, acabo mais cheia de ti, de mim, de nós e do que ainda vamos conquistar.

Não me esqueço de agradecer o que me trouxeste. Não me inibo de falar sobre o que representas na minha vida, porque quando conversamos, eu e eu mesma, sei que as certezas de agora serão as de amanhã e que contigo tudo o que queria para mim será para os dois.

Dizes que te sossego e sei porquê, é que tudo o que fizeste resultou e tudo o que sempre desejei chegou!
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E tu quem és?

E tu quem és?

E tu quem és?



Saber quem somos vem envolto em ainda mais responsabilidade, é um facto. De repente passam a exigir tudo de nós. Respostas imediatas. Conhecimento empírico e científico. Disponibilidade e ginástica mental, porque ao sabermos quem somos, sabemos de que forma iremos reagir ao novo e ao que parece querer colar-se à pele que já não temos. Saber ao que nos soam as palavras, mesmo antes de serem proferidas, desgasta-nos, mas também nos permite quebrar a atenção e desligar por breves segundos, recuperando do que nos querem roubar.

E tu quem és? O que já sabes sobre ti, o que precisas e quem precisas do teu lado? 

Nada é imediato e até mesmo o crescimento, por sinal sem prazo, leva-nos em viagens longas e alonga alguns dos processos. Nada é tranquilo ou sequer pacífico, quando se trata de nós mesmos e por isso alguns escolham não querer saber do que lhes saberia a poder. Nada do que nos ensinaram parece bastar, por isso é conveniente que nos mantenhamos à procura de tudo, na esperança de conseguir encontrar alguma coisa.

Saber de mim deixa-me com vontade de encontrar quem também saiba, vendo para além do que expresso ou digo. Saber de mim quando tudo o que sei ainda não é suficiente, transforma as relações que escolho encetar, porque se não me trouxerem nada de novo, nunca terão a pessoa que me tornei. Saber de mim já dá trabalho que chegue, por isso deixei de querer chegar a todo o lado, incluindo toda a gente...
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As mulheres fortes...

As mulheres fortes...

As mulheres fortes...

Girl Person Attractive


Nunca consegui entender a dualidade nos comportamentos e atitudes no que diz respeito à educação das mulheres. Somos, aparentemente, o sexo fraco e devemos respeitar, cuidar e fazer acontecer tudo na vida da nossa família. Devemos cuidar de nós e passar um polimento irrepreensível. Temos por obrigação saber tudo do lar, da economia familiar, da educação dos filhos e das perspectivas de crescimento emocional de todos. Ufa que já estou cansada!

Agora vamos voltar ao princípio da coisa, parou tudo, mas afinal é ou não suposto que nos mantenhamos longe do topo da cadeia alimentar? É que se é para ser fraca, eu sou, mas não me peçam depois atitudes de forte com a determinação dos machos, se a têm realmente. Assim não somos nem carne nem peixe e depois, tal como o tem demonstrado a vida, fogem de nós a 7 pés. Porque somos fortes. Porque sabemos de tudo. Porque cuidamos de todos e porque ainda nos mantemos bonitas e arejadas. Prontus, ser homem passou mesmo a ser difícil, eu até que entendo.

As mulheres fortes estão a sê-lo cada dia mais, porque a força vem com a necessidade de fazer acontecer tudo. Se estamos sozinhas e agora somos mesmo muitas, há um mundo inteiro a acontecer à nossa volta e não havendo a quem recorrer, corremos nós o mais que pudermos e soubermos, para que nada falte. As mulheres fortes carregam tantas certezas quanto dúvidas, mas podem duvidar cada vez menos e por isso assustam os que parecem querer tê-las por perto. As mulheres fortes também terão fraquezas, mas dessas ninguém parece querer saber. Façam-se modelos novos e que venham com formação intensiva, de contrário acabaremos como estamos, sozinhas e a mantermos as fundações firmes para quem de nós depende. As mulheres fortes dificilmente encontram homens fortes, porque a evolução parece estar a dar-se ao contrário para ambos os sexos, mas a cada nova etapa antecipa-se ainda mais força e com ela ainda mais solidão amorosa...
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Será que mudamos?

Será que mudamos?

Será que mudamos?

New York & Co. Eva Mendes Collection - Marta Bodysuit


Mudar até que mudamos, nem sempre será para melhor, mas quero acreditar que tentamos, todos, ter e ser um pouco mais!

Com a idade mudamos sim e até de planeta se a isso a vida nos obrigar. Mudamos a forma de sentir e de pensar e passamos a pensar mais em nós. Mudamos as prioridades, deixando ir quem e o que não importa. Mudamos a vontade de mudar e tornamo-nos mais flexíveis e emocionalmente elásticos. Claro que este cenário se aplica aos que se esforçam e evoluem, os restantes andam tão somente por aqui, porque até as moscas têm uma função. Mudamos rotinas anteriormente instituídas e hábitos que pareciam difíceis de largar e mudamo-nos inteiramente no processo.

Será que mudamos voluntariamente, ou porque a isso nos força a vida?

Somos seres adaptáveis e a necessidade aguça bem mais do que o engenho, mas pobres dos que se mantêm de pés fincados num chão movediço, porque para esses a mudança virá de rompante e a fazer vítimas.

Gosto de mudar de cada vez que me mudo e encaixo num modelo que me serve e faz sentido. Sinto cada mudança como a melhoria e o avanço, sobretudo na direcção que me cabe, que é para o futuro. Preciso de mudanças com sentido e só me faz sentido mudar se quem amo o fizer comigo. Mas mudo, hoje mais do que ontem e amanhã prontíssima para muito mais, porque foi assim que me preparei quando decidi que devo mudar, mudando tudo à minha volta!
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Como é que estou agora?

Como é que estou agora?

Como é que estou agora?

Amy🖤


Estou, porque o pedi, numa serenidade que até me dá sono, não ao longo do dia, mas assim que termino o que me cabe. Estou cada vez mais capaz de apenas fazer o que me der na real gana, usando o tempo à minha maneira e não dispensando migalhas, porque ou sou inteira, ou prefiro mesmo dormir. Estou muito mais prática e racional (dizem que não é bom, porque já o sou em excesso). Estou capaz de relativizar o supérfluo e de apenas me focar no que me adianta e muda para melhor. Estou mais compreensiva, mas apenas porque a carapaça é mais grossa e acabo por nem ouvir metade do que "vomitam". Não estou mais fria, mas é um facto que me direcciono apenas para o que me fará ir em direcção ao meu caminho. Estou mais em contacto com o que me carrega as baterias e tanto que preciso de me reabastecer. Estou menos benevolente a que me suguem as energias, até porque a minha criatividade deixa pouca margem para coisas pequenas. Estou, mas tem sido assim ao longo dos tempos, cada dia mais incapaz de manter conversas vazias, sem sumo e sem nada que realmente me mobilize. Estou verdadeiramente capaz de qualquer viagem agora, porque me preparei. Porque ser quem sou, mulher e mãe, assim mo exige. Porque faço questão de ter novos desafios e porque se parar paro-me e deixo de servir aos meus.

Como é que estou agora? Muito melhor do que antes e bem mais capaz para o que ainda falta chegar!

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Sou eu assim, desta forma...

Sou eu assim, desta forma...

Sou eu assim, desta forma...

In fact, my soul and yours are the same, You appear in me, I in you, We hide in each other." Jalaluddin Rumi . "Na verdade, a minha alma e os seus são os mesmos, você aparece em mim, eu em ti, Nos escondemos um no outro.  Jalaluddin Rumi.


Não tenho forma de segurar o que tenho dentro, já nem sequer tento, porque não tenho intenções de explodir ou de implodir. Será para mim em primeiro lugar, que permito que toda a minha revolução interior, o desassossego e a vontade de nunca me silenciar saia em forma de palavras. O meu Universo tão verbal nunca pára de girar e sei que se me "calar" acabo cheia de ar sem oxigénio e morro.

Se todos os outros souberem como me escutar e ler, então o que tenho irá sempre direitinho ao único lugar possível, aquele que nos mata pela verdade, mas também nos trás de volta à vida, a cada dia...

Não tenho como me imaginar em silêncio, se o entender como pobreza de pensamentos envoltos em todos os sentimentos de que sou feita. Não seria nem metade de mim se não me desse desta forma, até porque já me dou tão pouco. Não encontro um modelo que me leve aos outros se não assim, no meu canto de mundo, envolvendo-me primeiro no que armazenei e tenho e só depois no que esperam os outros.

Não tenho forma de viver de outra forma, já o experimentei e não me soube a mim!
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E agora o que faço?

E agora o que faço?

E agora o que faço?



O que faço quando acordo contigo, tanto em mim, que quase te consigo tocar?

As noites são sempre tranquilas porque estás no meu sono reparador e nos sonhos que desejo prolongar para que te tenha para além das manhãs, porque quando elas chegam e não te tenho, arrepio-me e estremeço do medo que causa não estares do meu lado. Hoje foi mais uma manhã difícil ,mas onde mesmo tudo o que se me impõe fazer nunca te afasta do meu pensamento. Hoje fui correr para me libertar de um desejo que fazes crescer apenas com o som da tua voz, a que me soa meiga, determinada e apaixonada por mim. Hoje quase que me senti rasgar por dentro com a tua falta...

Estamos literalmente dentro de um furacão, de mãos dadas a querer que tudo sossegue para nos podermos saber e ouvir, mas por ora tudo é demasiado veloz e intenso para que pensemos de forma racional. Já o sabia e tu também, que não iria ser fácil e que as nossas energias que tantas vezes chocaram se uniriam para nos cimentarem este amor que cresce, não tão devagar como desejaria, mas a uma velocidade que me empurra, que me força a dizer-te tudo, a não me esconder e a fazer as escolhas que me devia há muito. 

Não tenho modelo, nem forma de te comparar com quem quer que sejas, porque és único, tens TUDO onde e como o desejei a minha vida inteira e não abrirei mão de ti, nem me atreverei a pensar demasiado porque o meu maior medo agora é não te ter!
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Sabes o que muda quando mudamos?

Sabes o que muda quando mudamos?

Sabes o que muda quando mudamos?

Professional Business Branding | Woman Photography | Los Angeles


O que muda quando mudamos é basicamente tudo. Até os lugares que afinal serão os mesmos de sempre, acabam por ter um formato diferente. Os caminhos carregam novos destinos e passamos a descobrir o que afinal esteve sempre lá.

As palavras mudam e a necessidade anterior de ouvirmos o que parecia fazer sentido, simplesmente deixa de importar. Mudamos nós interiormente, tal como a avaliação que fazemos dos outros, porque as suas mudanças nem sempre serão compatíveis. O que muda quando mudamos a sintonia, é a realidade, a que criámos e nunca existiu, porque por norma escolhemos pintar o "quadro" com cores muito longe da palete natural.

As minhas mudanças são tão óbvias, que por vezes arrisco um quê de vergonha perante o exacerbar de sentimentos tolos, porque mesmo sabendo que sou humana, também deveria saber como cuidar  melhor de mim. As mudanças sentem-se no tempo que disponibilizo a alguns e até os sonhos passam a outro registo, com outros intervenientes. As mudanças passam a poder ser lidas em cada palavra, as que escrevia antes e me pareciam tão importantes e as que escrevo agora sentindo que algumas não tiveram importância alguma.

Mudo de cada vez que me mudo e isso é uma constante. Mudo porque é a mudar que cresço e é em cada mudança que percebo verdadeiramente quem me chegou!
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Somos diferentes, homens e mulheres!

Somos diferentes, homens e mulheres!

Somos diferentes, homens e mulheres!

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Somos diferentes, homens e mulheres. A sério? Que bom, o contrário é que me deixaria preocupada. Temos formas de ser e de sentir que nem sempre se encontram, ou que chegam para amenizar tudo o resto, mas é nas diferenças que nos devemos focar, porque são elas que nos atraem e nos aproximam.

Após umas quantas horas de conversa, com mulheres já se sabe, percebi que tal como eu, outras mulheres concordam que a incapacidade natural masculina para o diálogo é o que atropela tudo e não nos permite desfazer as dúvidas e seguir em frente. Os problemas resolvem-se falando. Temos que ir sabendo do outro, do que o move e quais serão os seus desejos e limites. Pronto, até eu percebo que nós mulheres temos uma capacidade de argumentação que os assusta, porque muito provavelmente lhes recorda dos ralhetes das mamãs, mas vão ter que ultrapassar a fase da infância e avançar. Oiçam, respondam, argumentem e no final, depois de esclarecido, mesmo que com alguns gritos pelo meio, o resultado será sempre mais soft, garanto. Agora se optarem por adiar, ou por fingir que não perceberam, mantendo-se surdos e mudos, então vão ver o mundo cair-vos, literalmente, em cima. Quando uma mulher acumula e armazena, Deus tenha piedade do visado. Até me encolhi de pena.

Simplifiquem guys. Cresçam e aceitem que fugir nunca será a solução. Vocês até vão para a "guerra", CERTO? Então e o que fazem das armas o resto do tempo?
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Se a vida fosse uma canção...

Se a vida fosse uma canção...

Se a vida fosse uma canção...

"Moonlight Sonata" by Ashvin Harrison. Paintings for Sale. Bluethumb - Online Art Gallery #ashvinharrison #art #abstract #streetart #ballerina #dancer #blue #woman #dancing #print #fashion




Se a vida fosse uma canção, então estaria sempre em alta, porque a canção da minha vida é melodiosa, sensual, viva, com muito sentimento e palavras que mexem comigo... Na minha vida estariam apenas sentimentos que fazem o meu corpo estar alerta. Refrões que me apetece repetir e acompanhar. Sons que certificam tudo aquilo em que me vou tornando. Se a vida fosse uma canção, nunca estaria triste ou sem ânimo. Conseguiria sorrir bem mais vezes, desejando o que escondo, mas que as canções sempre trazem ao de cima. São tantas as vezes que me revejo nas letras, encontro lugares comuns, deixo-me envolver e acabo a acreditar que se alguém as canta assim, então ainda poderá ser possível chegar ao lugar onde sei que tu estarás e dançarás comigo. Se a vida fosse uma canção, escolheria sempre a minha para me definir e permitir continuar. Se a vida fosse uma canção, dançaria ainda mais vezes do que já faço e escolheria apenas os que se movessem com a mesma energia e vontade de viver. Se a vida fosse uma canção, os cinzentos acabariam por se esfumar, libertando-me das energias que escolhem para borrifar e impregnar de forma errada os mais incautos, eu incluída. Se a vida fosse uma canção, cantaria ainda mais afinada, para atrair os que também usam os sons para espalhar o que tem que importar, quando o que importa mesmo é que usemos a mesma linguagem!
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Palavras e mais palavras...

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Palavras leva-as o vento!

Nunca chegamos a saber o verdadeiro impacto das nossas palavras, em quem as escuta, mas por vezes também as desperdiçamos e por isso não chegam a transportar o que realmente importa. A capacidade de nos fazermos ouvir é algo que não nos acompanha a todos. O falar apenas por falar, pode causar mais danos do que benefícios, no entanto sou apologista de que não se deve deixar nada por dizer, porque engolir sentimentos de perda e de desconforto, só nos poderá trazer males interiores, porque depois virá um dia em que, pumba, "vomitamos" tudo e sai o que se deveria ter dito, misturado com o que não valia a pena dizer. As palavras são uma arma poderosa, e não desisto de as usar, sempre com a intenção de fazer bem, mas como não sou anjinho, lá calha também provocar uns quantos danos, ah pois é!

Palavras e mais palavras, algumas que não dizem coisa nenhuma, porque não trazem qualquer sentimento. Palavras soltas, mas que ao juntarmos conseguimos ler e ouvir bem mais do que era suposto. Palavras doces, vindas de gente amistosa e de bem com a vida. Palavras azedas de quem cobra tudo, até o que não é capaz de dizer. Palavras para que mais umas quantas regressem, cortando a solidão anunciada e palavras que nos refrescam por têm tudo o que nos faz falta.

Tanta coisa que se resolveria facilmente, se não insistíssemos em fugir da maior capacidade que o divino nos deu, o uso de vocábulos, a expressão oral e escrita. O vento não deveria levar as palavras, elas deveriam sim chegar ao destino e voltar com bem estar e felicidade. Utopia? Talvez, mas cá por mim sei que vou continuar a usá-las sempre e nem que a voz me doa!
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A true mix mash, I am...

A true mix mash, I am...

A true mix mash, I am...

Minimal, Street, Glamour, Haute Couture, Luxury, Fashion, Chic, Style, Designers and more.


I sometimes have a quite huge difficulty in reading who I am actually being. I tend to see the days and absorb them as they come, but I also evaluate too much, too deep and too conscious of my role, the one I have to have here.

My life is a BIG mix mash. I´m either a precise woman, with exact figures, or a mumble jumble of a person yet to be identified. I´m either over productive and loyal to myself, or a sell out, giving bits and pieces that serve no one but me. Selfish? Well, I can, and need to. Strange? I have days, but hide nothing from anyone, I just let be, feeling in an extreme way, all the way.

I can go on despair on wether to move or change pace. I can soften or embarc on an endless voyage, taking nobody but my cargo. I can smile in wisdom, or cry of shame from all the bad choices. I can love over and over again, or simply decide not to, ever.

My dreams overwhelm me, but I never discard a single sign, because I´ll use them all until they acctually star to make sense.

This is me...
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Porque razão ainda sinto medo?

Porque razão ainda sinto medo?

Porque razão ainda sinto medo?

" Ser meu amor incondicional. "


Ligas-te, aflito, mas apressas-te a tranquilizar-me. Vou-te ouvindo com muita atenção e concordando, porque a tua maturidade deixa-me perceber que pode ser como antecipas e que se confiar será da única forma possível, bom.

Hoje estive assim e nem o sol me deixou derreter o nervosismo, porque sei de que forma me queres e o que acontece quando me tocas. Temos química, eu e tu. Temos o mesmo sentido nas palavras e conduzimo-las de igual forma. Um acaba sempre por concluir a frase do outro, ou por perceber o que se diz, muito antes de ser dito. Temos uma necessidade emocional latente, queremos alguém na nossa vida que ajude a superar tudo o resto.

Somos ambos tão lá acima, porque estamos no mesmo patamar e porque andámos pelos mesmos caminhos. Lemos compulsivamente. Gostamos dos mesmos autores e até descobrimos que já relemos mais do que uma vez os livros que nos tocaram a ambos. És tão eu, que parte de mim duvida que estejas desse lado. És sempre tão cuidadoso e acolhedor, nesses teus braços que me parecem sempre gigantes, que acabo a caber neles inteira. És o que preciso e nunca tive tantas certezas na vida.

Por vezes o meu medo passa pelo que serei eu capaz de te dar, mas tu entras em cena e dizes que tenho tudo, que sou tudo e vou transcrever a tua mensagem:

"Alimentas-me, enches-me e preenches-me. Entras a cada dia um pouco mais na minha cabeça e passas a dominar mais de 70% do que sou e do que faço. Fazes sentido comigo e se não te leio, se não te sinto, se não te oiço, nada fica completo e quase que arrisco uma sensação de desespero, de um ar que não circula e que me abandona. És a mulher que já procuro há tanto tempo, que quase arrisquei desistir, mas chegaste e como não sou louco, jamais te deixarei sair de mim".

Mas então porque razão ainda sinto medo afinal?
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Arrependimentos?

Arrependimentos?

Arrependimentos?

Sensuality Of Light | by blarusi


Arrependimentos? Tenho alguns sim, mas cada vez menos daquilo que faço e sim do que deixei por fazer e agora já não consigo mais recuperar.

Estou a aprender que conhecer quem cruza o nosso caminho é algo que leva tempo, que até nos pode consumir, mas que certamente dará frutos e nos permitirá perceber se "escolhemos" bem, ou nem por isso. Não há porque ficar magoada, há quem não seja e não consiga, porque simplesmente não tenha o que poderia permitir uma relação de avançar.

Fico algo triste por não me ter explicado logo do início, que NÃO sou Mulher para se dirigir, NÃO a mal, nem com arrogância e incapacidade de aceitar que se errou. Tenho muitas fragilidades, mas sei o que NÃO quero para mim e NÃO quero certamente quem me dêem migalhas, ou que julguem poder deixar-me numa qualquer gaveta à espera que queiram abri-la e permitir-me o ar que me pertence por direito. Sou o tudo ou nada e a amar é o que quero e exijo.

Tiveste-me. Fizeste-me bem. Amaste-me, quero acreditar que sim, mas NÃO soubeste manter-me tua. Hoje lamento pelos dois, mas a vida irá continuar para ti e para mim e quem sabe num futuro próximo não estaremos ambos a amar de novo. Mesmo zangada e magoada, sei que amanhã, ou num qualquer dia em que o sol entrará na minha alma, já te terei perdoado, porque agora entendo que não tinhas o que me fazia falta.
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E se tirar algum tempo para me ver realmente?

E se tirar algum tempo para me ver realmente?

E se tirar algum tempo para me ver realmente?



Há muito que sei que preciso de impedir que a vida me amargure, que me recorde a cada dia o que deixei de fazer, o que não tive por incapacidade minha, por medos infundados e por não ter tirado tempo para o entender. Passei a querer poder falar de tudo com a pessoa que me escutará sem me julgar, entendendo que até eu tenho limitações, que não sei tudo, mas que me esforço para fazer o que o meu coração deseja, não passando por cima de ninguém e aceitando que nem todos se encaixarão no que sou e desejo para mim. Prometi que vou tirar algum tempo para começar a olhar verdadeiramente para mim, para me aceitar e escutar o bastante para seguir o caminho certo. Fiquei pronta para começar a cometer erros por amor, mesmo que venha a perder depois de ter desejado muito, mas a usufruir do que me fizerem sentir. Agora quero apenas ter histórias verdadeiras para sobre mim e comigo dentro. A verdade que temos apenas esta vida e fiquei pronta para a viver em pleno, nunca abdicando de mim, mas ajustando-me para voltar a ser feliz e a amar da única forma que concebo.

Sei que se tirar algum tempo para me poder ver realmente chegarei lá e quem sabe assim o amor não me encontra!
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Não te deixas recuar!

Não te deixas recuar!

Não te deixas recuar!

Woman Gif & Animação Digital - Comunidade - Google+


Aprendeste a defender-te demasiado e por isso paraste de saborear o que te deixava de alma leve e coração pleno. Não voltas atrás nas certezas, porque estás inseguramente certo do que escolheste, mas igualmente infeliz!

Não te deixas recuar e com os teus medos, os que finges não sentir, trespassas-nos a ambos, afastando-nos para sempre. Não redefines estratégias, mesmo que as escolhidas nos tragam a ambos apenas dor, porque a tua vontade de já não ter vontade de mim te remete para o que conheces. Não esperas mais nada, nem da minha espera vã, excluindo o papel que me caberia no amor que sentimos. Não ouves mais nenhuma música comum e afastas as letras que te lembrariam do que tanto apregoaste sentir, mantendo-de seguramente só e inseguramente infeliz. 

Não te deixas recuar nas decisões, mas no processo recuas até aos tempos em que apenas te pairava no pensamento, sem qualquer consistência e tão vaga que já duvidavas da minha existência. Não te deixas mudar, escolhendo não perceber que não estás certo, porque de contrário estarias pleno de sorrisos e sonhos. Não te deixas recuar e remetes-me para um futuro que nos impediu de saborear o presente pelo qual tanto ansiámos. Não te deixas recuar e forças-me a virar as costas, recuando eu até ao momento em que não saber de ti me saberia a normalidade... 
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Cuidado...

Cuidado...

Cuidado...

56 portrait photography black and white women


Um dia distrais-te e a mão da divina providência cai-te em cima, depois acordas, muito provavelmente da pior maneira, mas acordas e percebes que o mundo não gira à tua volta, nem uma única vez.

Temos por aí imensas pessoas iludidas com elas mesmas, a acharem que se bastam, que estão lá em cima e que os outros, mesmo os que lhes foram importantes, já não servem e se podem descartar, mas a vida arranjará forma de lhes provar que estão enganadas. Eu sei porque já vi acontecer. Com alguns até já gastei algum latim, mas percebi que não consigo retirar a pala que lhes cobre os olhos e que se escolheram olhar apenas para um lado, vão ter que estar preparados para abarcar o resto quando ele chegar.

Nunca conhecemos ninguém. Nunca sabemos o que desejam realmente nem porque fizeram determinadas escolhas, mesmo quando elas nos incluíam, mas vem um dia em que ficam "libertas", de nós, decidem fazer um reset e recomeçar do ponto que deveria ter sido o da partida. Se ao menos soubessem falar do que realmente as ensombra e de tudo o que são por dentro, as surpresas já não seriam tão grandes, mas a verdade é que se vive de forma envergonhada e dissimulada, o grosso de nós é o que faz e quando os cortes acontecem o pior de cada um vem ao de cimo.

Cuidado com a vontade, aparentemente premente, de recuperares o que perdeste, porque se não avaliares bem o ponto onde te encontras, poderás não ter mais nada, ou ninguém, para quem voltar!

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Como é que se recomeça?

Como é que se recomeça?

Como é que se recomeça?

Tâches de rousseur


Como é que se recomeça? Devagar, outra vez e outra vez, até que se esteja de volta ao lugar de onde se saiu, não há outra forma!

Podemos até achar que a culpa é nossa por entregarmos a vida, como a conhecemos,  a quem amamos, sobretudo quando essa pessoa é a responsável por todas as nossas dores físicas e emocionais, mas o que andaríamos a fazer aqui afinal, se já nem conseguíssemos abrir a alma à única pessoa que nos toma o corpo, se enrola em nós e nos passa o que a mais ninguém é permitido?
Sermos "nós" não poderá ter perdido importância, mesmo que o "eu" pareça ser a única coisa que importa.

Quando o teu eu te diz que não deverás desistir de um nós que valha a pena, porque sente e sabe que sozinho nunca ficará completo, a dada altura deverás recomeçar, mesmo que se torne penoso, tal como o é correr as maratonas dos amadores, porque não há como desistir a meio. 

Como é que se recomeça quando a passada não é a mesma e acertá-la nos diminui? Como é que se recomeça quando quem chegou não parece saber ao que veio? Como é que se recomeça sem que se reavive, demasiado, o que nos fez voltar a tentar, mas sem resultados? Como é que se recomeça quando a vontade é ficar no lugar que já conhecemos, mesmo que sozinhos?

Recomeçar até poderá ser atentar a sorte, mas será igualmente nunca desistir de andar por aqui!

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Volta, estou a pedir!

Volta, estou a pedir!

Volta, estou a pedir!

Viaţa în Sine: Frica de izbăvire


Volta, está a demorar demasiado tempo e preciso que te decidas, que estreites a distância que me parece corroer, impedindo de fazer mais planos, até porque estás em todos.

Disse-te que seria compreensiva e tolerante com essa tua necessidade de correr o mundo, mas agora quero que o teu mundo também seja eu e que não passes por nada sem passar por mim. Estou a precisar de colo, do teu colo. Estou a sofrer pelos teus abraços, aqueles que até me tiravam o ar, mas que quase conseguiam fazer com que nos fundíssemos um no outro. A minha boca fica seca só de pensar na tua e a vontade de que me beijes, como mais ninguém sabe, é tão grande que parei de querer falar, de sorrir ou de comer. Quero que me queiras e que precises de mim assim, desta maneira quase enlouquecida, mas que pelo menos me deixa viva.

Volta por favor, estou à tua espera e não preciso de mais nada que não sejas tu. Vem alimentar-me, encher-me as reservas e prometer-me que não voltas a sair, não de mim e não mais sem mim. Volta para que não esqueça nenhum traço e para que a tua voz me tranquilize a alma. Volta agora, para que eu retome o que parou assim que te perdi a sombra. Volta para que não tenha que te pedir mais...



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Dúvidas, tens?

Dúvidas, tens?

Dúvidas, tens?

Yupp


Dúvidas, tenho, até quando acho que não estou a duvidar. Tenho dúvidas em relação ao percurso e às escolhas, sempre e de cada vez que não corre como planeei e planeio sempre demasiado. Dúvidas existenciais não, de todo, mas duvido da existência dos outros na minha vida, ao que vieram e porque estão ou não permanecem. Dúvidas que me fazem pensar e enquanto penso estou mais capaz de querer parar de duvidar, porque saber-me-ia bem já saber tudo...

Não sou apenas eu e TUDO tem reflexo no que escolho ou decido não escolher. Não sei quem seria se não tivesse "raízes" e se pudesse apenas ir e voltar quando me sentisse insegura. Não sei descontrair e  parar de controlar e pareço nunca ter forma de relativizar o que não é apenas meu. Não sei o que fazer de tudo o que ainda não domino e dou comigo a acelerar demasiado, sempre e a todos os momentos.

Dúvidas quanto à minha capacidade de continuar a resistir aos embates, porque esta que sou e deste formato, não poderá ser sempre, nem para sempre. Dúvidas quanto ao amor que carrego e que parece não ser capaz de atrair o amor certo. Dúvidas, por vezes, até nas muitas certezas que tenho, mas que se esfumam tão rapidamente quanto penso, talvez por isso continue a pensar demasiado. Dúvidas, algumas bem que poderiam esfumar-se...


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Nem sempre sabemos, temos ou somos capazes...

Nem sempre sabemos, temos ou somos capazes...

Nem sempre sabemos, temos ou somos capazes...



Nem toda a gente entra na nossa vida para ficar, no entanto já aprendi a valorizar cada uma. A perceber o papel que desempenham no meu percurso, porque chegam sem pedir e porque me fazem sentir tão especial apenas para depois me deixarem.

Ainda me consigo lembrar da primeira vez que te olhei de frente, sem obstáculos, sem mais ninguém a importar, apenas nós, durante o tempo que precisámos para nos vermos mesmo e para nos podermos tocar quando o coração parecia já não aguentar. Os teus olhos entraram tão dentro de mim, e percorreram cada pedaço do corpo que tantas vezes ansiaste ter, foste tão tu que quando me tocaste não estranhei nada e soube que te reconheceria em qualquer parte do meu mundo.

Tudo dura o tempo que é suposto, vou aprendendo essa lição valiosa e continuo à espera e a querer que um dia chegue lá, até ao lugar onde já nada será novo, onde eu e tu, quem quer que sejas, conseguiremos falar sem palavras, sentindo de igual forma e fazendo do outro a prioridade. Tudo o que é nosso a nós virá e permanecerá pelo tempo que o conseguirmos manter, nem um segundo mais.

Nem sempre recebemos quem fantasiámos, talvez porque não existam, não no nosso formato. Nem sempre estamos prontos para quem afinal chegou, pondo um certo à frente de cada caixa de pedidos. Nem sempre nos entendemos para entender quem seríamos na vida um do outro. Nem sempre o amor basta e por vezes não basta querermos que o amor nos restaure o que outros danificaram.
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Tu e eu!

Tu e eu!

Tu e eu!

#blogger #blogging #writing #writer #poem #poetry #romance #love #erotica I feel you deep within my soul  I just have to hold on a bit longer,  I can't scream.....


Tu e eu, era assim que via o meu mundo. Tu e eunós, os dois a conquistarmos cada pedaço de tudo o que desejávamos ver crescer. Tu e eu aqui, onde chegáramos, aceitando que nos tinham feito assim, apaixonados e a querermos o mesmo. Tu e eu seríamos nós se soubéssemos como. Se conseguíssemos ver para além de cada um, incluindo o que deveria ficar e afastando o que não nos servisse. Tu e eu a encontramos a nossa força, um no outro e em nós sempre. Tu e eu na minha mente e sobretudo no meu coração, seríamos capazes de nos vermos a conseguir, TUDO, até que as nossas vidas terminassem, mas continuassem para lá do que nem conhecemos, tal como não nos conhecíamos antes. Tu e eu, nós, já provámos o sabor a que cada um sabe.

Na minha mente, na imaginação fértil e feliz que possuo e que me alimenta, via-nos juntos. Via-nos a sermos nós...
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Percalços!

Percalços!

Percalços!

deep breath thanks to theacademynewyork Filed under: theacademynewyork to CONSIDER to CONSIDER theacademynewyork docenoon InspirePossibility CreateOpportunity CultureOfPossibility EnthusiasmForOpportunity Art Film Technology Fashion Music News Business Politics Anything Everything BusinessAndInnovation ThoughtLeaders ForYourConsideration


Percalços! O que são afinal e de que formam chegam? Quando menos se espera, essa será mais ou menos a norma, mas também tendemos a protelar decisões, a facilitar e a encomendar para pagar mais tarde, no entanto, volta e meia a vida cobra-nos com alguma antecipação e pumba, corre mal. Nada é perfeito, nem poderia, mas ajudava saber como, quando e onde. Sou uma optimista por natureza, mas também quebro, também me vou abaixo e fico a desejar quem me possa dar colo, quem me liberte o peso dos ombros, quem carregue os sacos, só que seja por alguns minutos, porque isto de ser crescido e de ter quem dependa de nós na íntegra, desgasta e assusta.

Os percalços nem sempre são claros, ou de leitura fácil, porque o que para uns será um problema, para outros apenas uma oportunidade de melhoria. Quando o que nos chega vem num formato difícil, será certamente para nos testar e há que saber estar à altura. Quem não salta cai. Quem não arrisca, morre. Quem não pergunta, nunca ouvirá a resposta...

Sabem o que eu queria mesmo e até que não custava nada ao mundo? Era que ele fosse um pouco mais soft, que me poupasse um pouco e dividisse com os outros o que tanto carrego, mas às tantas a minha análise é que está errada e quem precisa de o ser, primeiro, sou eu!
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Que estranha esta sensação...

Que estranha esta sensação...

Que estranha esta sensação...

Strong original painting by Renata Čėplaitė. Nude


Que estranha esta sensação de já não encontrar sentido em nada do que fui quando supostamente não era apenas eu!

As promessas têm a força do momento, dos sentimentos e dos desejos de serem cumpridos, mas no depois, quando o depois acontece, olhamos de forma incrédula para tanta credulidade. Não existe ingenuidade, apenas amor, muito e capaz de mudar até alguns planetas de órbita. Não existe demência, apenas vontade de que tenham a mesma vontade com que acordamos todos os dias e adormecemos ávidos de recomeçar. Não existe burrice natural, mesmo que os apaixonados pareçam envolver-se numa capa invisível de impossibilidades. 

Já percebi que é possível "desamar" e deixar de ver estando temporariamente cega, talvez por isso não encontre o fogo que me consumiu quando esperava, em total desespero, pelo que se decidissem dar-me. Já percebi que mudei e que não tenho mais forma de encontrar o que perdi, por isso escolho não me perder para sempre.

Não deixa de ser estranha a sensação de já não me lembrar do que me moveu quando estava quieta, entrega ao que conheço e reconhecendo que apenas meu pragmatismo, mas talvez signifique apenas que o ontem ficou lá, no lugar de onde nada poderá voltar...
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Tremores...

Tremores...

Tremores...

How well do you know me? 50 Exciting Questions for Couples


Tremores daqueles que vão tão fundo que quase nos rasgam em mil pedaços até já não os sabermos juntar. Tremores que nos provam a nossa humanidade e o quanto somos vulneráveis aos ventos e às vontades. Tremores que chegam quando não queríamos, mesmo que soubéssemos que viriam. Tremores que quase nos retiram a fé nos outros, mas que também nos recordam do que continuamos a querer para nós.

Não adianta olhar para trás e procurar as brechas, o que ficou mal colado e o que não se soubemos dizer, atempadamente. Não adianta sequer acreditarmos que poderíamos ter feito melhor, porque certamente que fizemos o que era possível. Não adianta querermos que a noite volte, aquela, porque as que chegarão serão novas, com outros ares e luas diferentes. Não adianta perguntarmos porquê e decidirmos que nos iremos fechar aos sons, porque o amor que nos fazia falta, acaba sempre por chegar.

Os meus tremores pareciam-te infundados, mas não tiveste como os tirar, nem foste capaz de me assegurar que não deveriam ficar. Os meus tremores eram da falta que eu já sabia que iria ter de ti!


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Será que gostar basta?

Será que gostar basta?

Será que gostar basta?

So get in touch with your other side and take some stunning hard shadow shots - photos. Shadow science for photographers


É tão difícil avaliar-te pela avaliação dos outros. O que devo afinal saber e o que não me deve interessar de todo? Até onde posso levar a verdade que não me sabe a real, se preciso, TANTO, de conhecer a tua realidade?

Queria que fosses uma tela em branco onde pudéssemos ambos escrever de novo tudo à nossa maneira. Queria que o tempo como o temos parasse e estivesse sob o nosso controlo. Queria querer-te sem demasiadas questões, mas perguntando-te tudo o que pudesses responder, porque preciso e porque apenas assim te terei como és.

Será que te devo entender como te entendem, ou perceber que ainda não percebem nada de ti, do que sentes e como? Será que te tens escondido, tal como eu, mostrando apenas o que a pele carrega, mas carregando o que a pessoa certa saberá ver? Será que posso confiar que confiarás em mim, dando-me o que fará com que te inclua?

Gostava tanto de encontrar quem não erguesse demasiado os muros e me permitisse entrar. Gostava de ser gostada sem medos, impedindo-me de sentir medo do amor. Gostava sobretudo de poder gostar de ti, livremente e sem os pesos do passado, porque gostava que te desses, a mim, como a nenhum outro. Gostava que não fosse difícil gostar de ti...
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Por ti...

Por ti...

Por ti...



Por ti mudo até de planeta. Por ti respiro ao contrário e seguro o sono que quase me derrota. Por ti passarei a ser o teu herói e o que te trará até o que não fores capaz de pedir. Por ti deixarei de me alimentar, usando-te como o alimento que me mantém vivo. Por ti, prometo meu amor, farei o que deve ser feito, porque tu foste feita para mim.

Que nunca me impeça de prometer, porque é fácil fazer-te e ver-te feliz. Saber que é por mim que acordas e arrumas os teus dias. Saber que confias no que decido, por nós, deixa-me capaz até do que ainda não descobri, mas que juro a pés juntos ser capaz de fazer. Passar pelo meu tempo, misturando o teu, e sentindo que se não sentir contigo, se não te tiver, toda, inteira e minha, não terei nada.

Por ti, claro que luto contra fantasmas e empurro as sombras que me podem ofuscar. Por ti fico maior, mas mais frágil e incapaz de resistir sozinho. Por ti acabo a achar que até consigo impedir o mundo de girar e a chuva de cair, molhando-te o corpo que apenas eu posso tocar.

Estou a pensar no que mais poderei fazer por ti, mas não me ocorre mais nada, porque a realidade é que o que faço agora sê-lo-à sempre e para sempre!
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Nem sempre...

Nem sempre...

Nem sempre...

Blog di Sergio Valli - Blog di Cultura dell’Universo: DI SERA


Nem sempre estás só e nem sempre estás com quem te imaginas. Nem sempre o doce tem o sabor que precisavas e nem sempre o amargo te deixa sem quereres voltar a experimentar. Nem sempre o amor que acreditas saber dar é o bastante para que te amem de volta. Nem sempre o sempre será a palavra mais usada, porque raramente se quer para ficar, para durar, para o bem e para o mal.

Estares apenas tu e sem um caminho definido, pode até parecer-te natural, porque é o que fazes, mas precisas sempre de quem o caminhe contigo e faça valer a pena cada pedaço mais irregular, todas as subidas e as descidas íngremes. Quando perceberes que chegaste ao momento em que nada parece ser o bastante, então já estás onde é suposto e é preciso que não estejas sozinha. Quando entenderes que podes ceder e mudar, deixando de lado a consistência que te mantinha apenas tu, então podes recomeçar.

Nem sempre será fácil e claro, mas nem sempre trará dúvidas ou sequer dores insuportáveis. Nem sempre terás que desistir de ter, por vezes bastará que aceites e sorrias ao que te chegou e tudo o resto passará a ser certo. Nem sempre serão vitórias, mas compensarão todas as que trabalhaste por sentir. Nem sempre acabarás as noites sozinha, numa destas, mesmo que não o esperes, terás do teu lado quem ficará verdadeiramente do teu lado!
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Incompatibilidade ou insegurança?

Incompatibilidade ou insegurança?

Incompatibilidade ou insegurança?

The girl who loved to write about life.: The Thankful Project: November 5th.


De que forma se lida com uma mulher que escreve? Mal, é o que se percebe, ou percebo eu, que volta e meia dou de frente com uns quantos quadrúpedes que se põem a tentar entender cada sílaba, quando já lhes é naturalmente difícil escutarem o que quer que seja que acabem a ouvir.

Não somos, obviamente, melhores do que as restantes mulheres, graças a Deus, mas temos uma exigência natural que é agravada pelo uso "exagerado" de palavras. A mulher que escreve parece ser incompatível com o resto do mundo masculino, a prová-lo as constantes avaliações e consequentes decepções. Se os ditos cujos preferem acreditar que existe sempre algo sublimado, quem somos nós para o desmentir, mesmo que o façamos frequentemente?

Será total incompatibilidade perante o raciocínio rápido e pleno de conteúdo, ou insegurança no discurso que deve fluir, ao invés de ser estudado?

Não compreendo o medo agravado das palavras. Não tenho forma de encaixar a dificuldade em articular o vocabulário que cedo nos ensinaram a usar. Não consigo aceitar que se fuja do óbvio, para manter o que permite a dúvida. Mas atenção, quem escreve fantasia. Quem escreve não o faz para alguém específico, mas especifica o que muitos pensam e a forma como vivem. Quem escreve não o faz sempre sobre si, mas tem-se em cada palavra, por isso mesmo importa e acrescenta. Quem escreve dá recados gerais porque encontrou nas palavras uma forma de mudar o mundo e a verdade é que as palavras e amor mudam MUITO e mudam TUDO.

Já me perguntarem se gostaria de ser menos para caber no mundo de alguém. O que acham que respondi? Pois, isso mesmo, porque sou do tamanho da minha vontade e quero ter tudo o que for capaz de sonhar!

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O melhor que o amor tem...

O melhor que o amor tem...

O melhor que o amor tem...

-  - #Uncategorized


Certamente que o meu melhor não será o teu. Certamente que a forma como o meu coração bate não se encaixa na batida do teu. Certamente que o que espero e desejo não tem os mesmos contornos, os teus.

O melhor do amor é sem qualquer dúvida a capacidade que temos, cada um de nós, de amar à nossa maneira. Não existe certo nem errado, existe desejo, vontade e capacidade de lutar com mais ou menos força. Todas as medidas estão dentro da medida, porque todos os amores são válidos, sobretudo para quem ama. O melhor do amor é podermos jurar a pés juntos que amamos mais, que somos capazes de mais e que daremos mais, apenas porque somos nós a amar. O melhor do amor é a força com que ele chega, capaz de derrubar muros e de entrar mar dentro. O melhor do amor, enquanto há amor, é a sensação de que somos invencíveis e conseguimos tudo o que jurámos fazer.

Talvez eu ache que o teu amor não me basta por sentir que nunca chegou lá e que foi apenas uma paixão desenfreada, mas talvez até saiba que fui apenas eu que te impedi de amar como sabias e querias. Talvez as dúvidas nunca existissem se tivesse apenas saboreado o melhor do teu amor, tal como o entendias, misturando-o no melhor do meu. Talvez nos estejamos apenas a negar o melhor do amor, que é sobretudo a impossibilidade de ser controlado. Ele virá e irá quando assim o determinar, e nós, os instrumentos de tanto capricho, deveríamos apenas deixar-nos usar e lambuzar, aproveitando cada gota, porque o melhor de qualquer coisa é não precisar de ser coisa nenhuma para dar prazer.

O melhor do amor é definitivamente tê-lo, o resto, bem, o resto ficará nas mãos do amor!
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O que seria de mim...

O que seria de mim...

O que seria de mim...

My Only Dream


Como é que me voltaria a pôr de pé se a tua falta física fosse para sempre, se nunca mais te pudesse tocar e se soubesse que saber de ti jamais seria possível? Arrepiei-me apenas com a ideia, porque sinto que passamos metade do nosso tempo a achar que tudo ficará no lugar certo, e que teremos forma de resgatar o que perdemos, mas se for para sempre, se nunca mais tivermos como nos olhar, e se acabarmos onde começámos, à procura um do outro, como é que poderia resistir?

Tanto que já tivemos, mas tão pouco ainda que perder-te irremediavelmente, seria perder o pedaço maior de mim, e isso sim seria difícil de suportar. Ainda consigo saber ao que cheiras, como te moves e de que forma me abraçavas. Agora ainda poderia reservar-me a um momento de loucura e ligar-te a implorar que me escutasses, que aceitasses aceitar-me. Mas se te fosses para sempre, se o teu corpo se consumisse para permitir a saída de uma alma que não poderia continuar aqui, sei que enlouqueceria, sei-o porque me estou a contorcer de uma dor real apenas de o imaginar. Sei-o porque não poder voltar a ti de cada vez que me apetecesse respirar-te, tirar-me-ia todo o ar, e acabaria a rasgar-me por dentro, sem conserto e sem forma de ser restaurada.

Aceito tudo, até a fazer um pacto com aquele a quem não me atrevo a escrever o nome. Aceito cair uma e outra vez. Aceito magoar-me e sentir o sangue escorrer dos lábios que mordo. TUDO para que continues aqui mesmo não podendo ter-te, quero sentir e saber que alguém te poderá tocar, que continuarás a sorrir para a vida, que levarás por diante os teus sonhos, quero e preciso que não me deixes totalmente, mesmo que o já tenhas feito, que já o tenhas decidido.

Existem pessoas que nos chegam para serem sentidas intensamente, mas que são levadas, sem aviso, impedindo-nos de voltar a caminhar da mesma forma. Esse sim é o verdadeiro significado da perda, tudo o resto serão apenas pequenas lombas na estrada. É por isso que não quero saber o que sobraria de mim, ou de que forma me voltaria a arrancar palavras se te fosses para sempre. Certamente que nada de mim poderia ser reutilizado. Acabaria esvaziada de dentro para fora, limpa de cada célula. Ficaria nua, ficaria apenas eu e deixaria de importar!
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O que é certo afinal?

O que é certo afinal?

O que é certo afinal?


O que corre de igual forma dia após dia? O que podemos esperar do amanhã, que seja como hoje e que se torne previsível? O que é certo afinal? Alguns dirão que nada quando é tanto o que não controlamos. Outros viverão na eterna recusa do futuro, achando que o poderão antecipar e viver quando chegar.

Gostava de te ter guardado numa jarra transparente, para te ver e poder manter no mesmo lugar. Gostava de saber, com alguma certeza, do que te falaria se eventualmente nos falássemos, mas a verdade é que sei tão pouco do que queria certo, como é incerto aquilo de que gostarei amanhã...

O que é certo afinal se nem o amor permanece?

Sinto que a vida me escapa e que pouco faço para fazer diferente. Sinto que preciso de ser alguém por quem se espera, mesmo que não espere nada de ninguém. Não pareço estar por aqui, de corpo presente, até quando falo e digo o que aparentemente conta. Não me alheio o bastante, porque não mo permito, mas queria permitir-me um alheamento que me confortasse e assegurasse de que não querer mais pode ser bom., Sinto menos medo do que antes, mas olho-me mais assustada, porque não me quero saber perdida de mim, não para o futuro que até me esforço por criar.

O que é certo afinal, se não tenho certezas de nada, ou terei de muito pouco? Talvez o meu mundo fosse melhor, se ao menos pudese viver nele como sou. Talvez não tivesse que ser tão eu, mas quem seria e como me veria se não me questionasse vezes que bastassem e continuasse, assim, a querer saber do que nem eu sei?
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Quero olhar-te outra vez!

Quero olhar-te outra vez!

Quero olhar-te outra vez!

Zach Pricer | GQ México | 2018 | Editorial | Men's Grooming

Olhar-te. Ter os meus olhos nos teus outra vez. Sentir-te sem te tocar, respirando de forma descompassada. Olhar a boca que desejo na minha, que preciso de ter para me recompor, para ser eu, a que te quer como já aprendeu. Tenho que te voltar a olhar e a entender porque me recuso a tirar-te...

Hoje estou de alma cinzenta, com medo de não receber o que tanto preciso de ti. Hoje acordei com medo e insegura, sem me querer mexer muito, para parar de pensar, para não sentir, sobretudo a tua falta. Hoje entendo que se deva ir devagar, mas entende também tu, homem da minha vida, que à tua velocidade já nos teríamos perdido e que quando se quer muito, tem que se correr, porque caminhar rápido não chega. A vida acelera-nos, cobra-nos, não espera pelas indecisões e segue em frente, arrastando até os que pareciam resistir-lhe. Quando parecemos ter encontrado quem nos toca dentro, precisamos de parar de perguntar tanto e de responder mais. 

Não é assim tão comum que se esbarre na pessoa certa, e por certa entendo que seja quem nos permita acordar a saber que a vida só valerá a pena se ela estiver lá. Que só nos levantaremos ao cairmos, se nos der a mão, a única mão que manterá o chão firme e que nos fará olhar para os sorrisos que só dispensam os apaixonados. 

Quero olhar-te outra vez, e deixar que me olhes até perceberes e teres a certeza de que posso bem ser a tua pessoa. No tempo certo, agora, nem mais um dia depois!
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Por vezes não sabemos o que importa!

Por vezes não sabemos o que importa!

Por vezes não sabemos o que importa!

uma piada, uma morte | brutamor


A gravidade trás, supostamente, equilíbrio e firmeza no único lugar onde é suposto estarmos, no chão. A gravidade trabalha sempre para nós, porque nos puxa para baixo e nos impede de subir demasiado rápido, até porque a queda seria bem maior. A gravidade a dobrar, a minha que me carrega e a tua que me impede de andar direita, deveria manter-se longe, para que eu te mantivesse onde preciso, aqui.

Por vezes precisamos de quem nos assegure de que estamos no formato certo. Por vezes, na maioria dos nossos dias, precisamos do que é familiar e seguro porque a linguagem é corrente. Normal, porque é da normalidade que nos alimentamos, mas igualmente movimentado e a revolver-nos num turbilhão de vontade, para que nos mantenhamos vivos. Por vezes não há nada que nos possam dizer para que até nós façamos sentido.

É muito mais o que nos separa, agora, do que alguma vez nos uniu e por isso mesmo deixámos de nos completar. É o lugar de cada um que nos faz querer um lugar diferente. Eu procurei o meu pensando no teu, mas tu procuraste o que nos deixasse mais longe...

Por vezes não sabemos o que importa e talvez por isso nos importemos cada vez menos, sobretudo com quem se poderia rever no que representamos. Por vezes não sabermos o que importa é que nos dá o equilíbrio que a vida nos rouba, mas ainda assim não encontramos o ponto no qual estaríamos equilibradamente felizes. Por vezes não sabermos o que importa simplesmente deixa de importar! 



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Vais ter que decidir...

Vais ter que decidir...

Vais ter que decidir...

Moody and Lifestyle Portrait Photography by Jonathan David #photography #portraiture #moodyports


As decisões que parecem mudar tudo à nossa volta, nunca serão fáceis. Decidir quando o que nos apetecia era deitar e dormir, deixando para amanhã, é o que "mata" muita gente e as impede de prosseguirem.

Decidir que se estamos mal devemos mudar. Decidir que se parámos de amar devemos deixar ir. Decidir que se encontrámos quem nos pode dar o que tanto esperámos, deveremos mantê-lo. Decidir que somos nós os mais importantes, para que o entenda o outro, conferindo-nos poderes. Decidir o que dizer, quando nada parece resultar. Decidir da importância dos que importam para nós, leva tempo, mas deve ser feito.

Quando se decide quem deverá ficar, todos os processos que se seguirão, chegarão de forma automática. Quem irrompe por nós dentro e nos recorda o que até já teríamos esquecido, deve ser mantido, cuidado e amado, sem que arrisquemos desistir à primeira. Tanto que há para fazer quando deixamos de ser apenas nós. Tanto que passamos a ter que ver, com verdadeiro cuidado, para nunca ferir ou deixar mais frágil quem nos dá tanta segurança, que queremos gritar-lhe o nome a cada segundo. Tanto que te quero dar ainda. Tanto que me fazes, mesmo quando deixas para trás o que preciso de ti.

Decidir que eras tu, foi o processo mais complicado, porque perceber que afinal até preciso de mais, de alguém, de colo e de mais carinho, recordou-me da minha humanidade. Decidir que não posso magoar-te, em nenhuma circunstância, deixa-me mais alerta e capaz de resolver o que terá sempre solução quando amamos.

Tanto que decido a cada dia, mas decidir por nós, pelos dois e por todos os que precisam de nós, deixa-me mais mulher, mais capaz e mais preparada. Tanto que preciso de ti em cada segundo de todos os minutos que vejo correr, por vezes tão devagar, que até o respirar se tornou mais consciente.

Decidir é isto, viver e acatar com tudo o que se seguir, depois do começo e de cada recomeço!
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Pus o contador a zeros!

Pus o contador a zeros!

Pus o contador a zeros!

ByN ..


Vamos reverter o contador e pô-lo a zeros? Já comecei, estou a zeros. Estou de alma lavada, a saber que tenho o que faz falta, quem sou e quem mereço. Sei que preencho qualquer falha e que não me desbarato. Não divido camas apenas por me sentir só, sou EU em todos os momentos, até com as minhas recusas, mas sou EU e ninguém terá porque duvidar.

Já respiro melhor. Já caminho mais confiante e dou comigo a sorrir por dentro, tanto que não me impeço de sorrir por fora. Deixei, no lugar certo, quem nunca se atreveu a sair da sua zona de conforto. Deixei de me importar com a sua incapacidade de chegar até a mim e de ficar realmente. Mas deixei também de ter medo que me ficasse dentro para sempre e que lhe fosse sentir a falta de forma desmedida.

Estou a recomeçar do zero, sem recear que eu esteja em primeiro lugar, e até estar tão reconstruida, que o próximo amor se encaixe de forma natural, como se tivesse estado sempre assim, aqui, comigo. 

Quem tivesse que ter ido já foi, mas eu fiquei e estou a recomeçar!
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O que cura o tempo?

O que cura o tempo?

O que cura o tempo?

I like the refraction used in the image with the glass. I really like the Black & white conversion because i think it adds depth to the image.


Até quando tentas acreditar que consegues viver sem quem te fazia ter vontade de viver, percebes que é possível, mas que leva o seu tempo. Não existem fórmulas mágicas e ninguém parece ter respostas, não as que precisas e certamente que não as que te fariam resistir melhor. 

"O tempo cura tudo" - Quem disse que os ditados populares eram sábios? O tempo só cura o que não nos matou por dentro. O tempo pode ser um fiel amigo ou um carrasco implacável. O tempo ri-se de nós, mesmo que se compadeça do que escolhemos ampliar e tornar ainda mais difícil. 

O que cura o tempo? Que eu saiba nem a estupidez! O tempo faz de nós o que soubermos escolher e decidir. Transforma-nos em pessoas determinadas e preparadas, ou definha-nos até já não termos nem sequer chão. O tempo é a arma que usamos para nos sarar, ou entorpecer para sempre. O tempo correrá a nosso favor se o soubermos usar, mas rapidamente nos atirará para o desconhecido se escolhermos apenas deixá-lo passar.

O que cura o tempo? O meu amor por ti mantém-se, do mesmo tamanho e vontade, e se eventualmente diminuir, terei que me atribuir na íntegra o feito, porque a verdade é que nunca sairei curada do que fez de mim a mulher que ama como respira. O tempo não vai curar tudo o que deixámos de viver e tantas vezes sonhámos. O tempo, o meu, não vai curar a vontade que mantenho de me encontrar com o teu tempo e ser feliz outra vez!
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Confessa-te!

Confessa-te!

Confessa-te!

Riches


Confessa-te, diz-me mesmo o que sentes, o que procuras e porque insistes em parecer o que não és. Diz-me sem medo, por uma vez, abrindo-te como nunca conseguiste e tendo em mim quem te poderá ouvir, entender e aceitar!

Se ao menos te desses a chance de perceber quem está deste lado. Se ao menos não te cobrisses com a capa que apenas a ti te impede de ver e ser visto. Se ao menos fosses, por uma vez, forte o bastante para lutares pelo que vale a pena...

Confessa-te, diz o que te faço sentir, porque achas que te procuro e não desisto de ti. Mostra-me que és feito também de força e que consegues ajustar-te, e eu prometo que o faremos ambos e que usufruiremos de tanto, e da mesma forma, que cada pedacinho será o bastante.

Sei bem que estás a precisar de um abraço primeiro e de muito corpo depois. Sei que desististe porque te pareceu mais fácil e sê-lo-à eventualmente, quando me perderes. Sei do que foges, tal como o sabes tu, mas se o disseres alto, verás que deixará de ter sentido.

Estou a desafiar-te, não para que me proves que consegues percorrer a distância que falta, mas para que acredites que é possível!



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Podes fazer TUDO!

Podes fazer TUDO!

Podes fazer TUDO!



Podes fazer tudo, se o tudo justificar o que sentes e precisas. Podes sempre imaginar-te de forma diferente, mas sendo do único formato possível. Podes tanto, até quando duvidas do teu poder. Podes ter medo, de quando em vez, percebendo que se te impulsionar deve ser mantido, mas que se por outro lado te tolher os movimentos não poderá ficar. Podes amar muito e esperar muito amor de volta...

Podes fazer tudo e podes encontrar a melhor forma de acreditar em ti primeiro. Podes deixar que os sentimentos bons cresçam livremente sob a tua pele, espalhando-se pelas veias que te alimentam e mantêm viva. Podes ver claramente se não te cegares e podes ser vista se deixares. Podes tanto, basta que acredites e acreditar diz muito sobre o que já sabes de ti.

Podes parar de te esconder das emoções que te libertariam do que te aprisiona há muito. Podes sempre deixar ir quem te abandonou quando precisavas, aceitando quem chegou e está pronto. Podes esconder a cabeça, não olhando para o lado de lá da tua vida, mas certamente que já não poderias ser tão feliz quanto te imaginaste. 

Podes fazer TUDO, começando agora, neste momento que é o certo, porque só fazendo o que te sossega a alma estarás capaz de fazer TUDO o resto!
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A tua e a minha voz!

A tua e a minha voz!

A tua e a minha voz!


pool side


Eu senti como seria o som da tua voz muito antes de me falares, quando apenas me sopravas palavras que nunca foram quietas e sempre que largavas perguntas às quais eu fui respondendo destemida, até te ouvir. A minha voz vicia, já o disseste. A forma como as minhas palavras se encaixam no timbre que só poderia ser o meu, permite que me vás ouvindo, uma e outra vez, até que nos esgotemos e deixemos de ter assunto. Os papeis ainda não estão definidos. Cada um de nós exprime-se como sabe e deixa correr a conversa. Deixamo-nos sempre embalar no assunto que o outro oferece, rindo, vibrando ou apenas imaginando como será realmente quem está do outro lado. O que sentiríamos se fossemos nós, ali, no momento que retratamos.



São tantas as vozes que nos perseguem todos os dias. São tantos os corpos que as guardam e que por nós esperam, qual aranha numa teia bem construída, que nos prende e amarra a uma escolha que não foi a nossa. São tantas as exigências para que tenhamos sempre o que dizer e da forma certa, que por vezes acabamos a não dizer coisa alguma.






A tua voz chegou para me tranquilizar, mas também para me agitar e para me devolver o que consigo dar.  Acabei a reconhecê-la porque és tu em cada timbre e em cada pensamento que partilhas comigo. É através dela que agora sei de que forma poderás ser ou não parte de mim. Como é que o explico? Não sei, sinto-o e basta-me, por agora!
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Pensamentos!

Pensamentos!

Pensamentos!

The perfect backless dress, so perfect for New Year eve and valentine's day


A cabeça no teu peito. O bater do coração que sempre bateu por mim. O cheiro que apenas tu tens e que reconheceria em qualquer outra galáxia. O olhar que me entra tão dentro que quase juro sentir. O espaço que não deixamos crescer entre nós, porque mais perto, mais tu em mim enquanto estou em ti, é o que nos sabe a certo.
A vontade que a tua reconhece. Os sonhos que te incluem e que me impedem de levar a vida sem cor. A clareza com que te entendo até quando nada dizes, porque as palavras que nos resumem já foram todas usadas. O lugar que tenho porque me foi oferecido. O que não parece parar de crecer porque é isso mesmo que o amor faz.
A certeza que sempre me acompanhou até quando caminhava sozinha. O tempo que se envolve no tempo que tens para mim, deixa-me assim, cheia do amor que te pertence!
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Vou mudar, já está na lista!

Vou mudar, já está na lista!

Vou mudar, já está na lista!

Interação modelo + móvel


Gosto, cada vez mais, de sentir e fazer bem aos que começaram por ser importantes para mim e conseguiram manter-se assim! Não será apenas porque estou mais velha, mas também porque a minha consciência, actualmente, tem a noção do que me pode acrescentar algo mais, que pessoas importam e quem quero ter por perto, mesmo que estejam do outro lado do oceano.

Estive numa relação longa que me consumiu e que me sugou os interesses, afastando-me de amizades que me teriam mantido mais eu, porque cresceram comigo. Correu mal porque o permiti, porque deixei de acreditar em mim, no que queria e desejava e porque dei a outro o poder que conquistara a muito custo. Estou de volta, mas com perdas inevitáveis. Por outro lado começo a acreditar que se mantiveram os que valiam a pena, os que nos acolhem e que caminham connosco. Amigos com quem podemos dar gargalhadas sinceras, passar horas a falar sobre tudo e sobre nada. Amigas cujo número discamos de cada vez que o coração se aperta, ou sempre que estamos tão felizes que parecemos rebentar por dentro.

Não somos nada sozinhos. Se não nos pudermos partilhar ficamos vazios, sem cores e sem conseguir olhar o futuro com clareza.

Vou mudar, já comecei e qualquer dia pode ser um bom dia!
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