13.8.14

Nem as palavras...




Nem as palavras que supostamente as domino e parecem existir em abundância, me bastam para explicar o que me fazes, como me deixas e o quanto te quero na minha vida!

Já não tenho medo, ultrapassei essa fase, simplesmente porque não adianta e porque na verdade o medo tolhe-nos a capacidade de experimentar o que poderá fazer de nós pessoas melhores, mais completas e mais prontas. Não nos forçámos, nunca pedimos nada, surgiu sempre naturalmente. As tuas palavras encaixaram-se nas minhas. Falámos a mesma língua, sem ser necessário legendar. Tu explicas-te tão bem e em nenhum momento tive receio de que o que dizes fosse outra coisa que não isso mesmo.

Gosto da forma como me recordas que sou uma mulher bonita e que tenho o que é preciso para te deixar mais homem. Gosto que me consigas manter atenta ao que faço e como o faço para que esteja sempre em cima, para que acredite que apenas a minha forma de me mover e sentir te trouxe e deixou comigo. Não usamos rodeios. Não embelezamos nada, porque mesmo que não tenhamos conseguido ainda perceber o que "isto" é, sabemos que é o que nos basta agora.

Já faltou mais, já esperámos mais...

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