Será que sabemos do que precisa o outro e de que forma lhe podemos acrescentar os dias, fazendo-os correr com mais cor e dizendo o que é suposto de forma a que se pacifique tudo o resto?

Que cuidado "largamos" em cada palavras com quem nos importa? Será que olhamos de forma atenta para quem nos olha de volta? Diremos, as vezes que bastam, tantas quantas encham as falta que acabamos a fazer, o que o outro deseja ouvir?

Quando me perguntam de que forma amo, respondo sempre que amo comigo dentro, inteira e sem precisar de subtrair nada, não agora. A cada ano sou uma nova mulher, uma que parece continuar a galgar milhas, aprendendo a não se segurar demasiado, dizendo e fazendo o que importa para ser o que basta a quem me consiga ter.

Não sei tudo, mas chego lá, porque quero, porque sei da importância de dar, de mostrar e de fazer a diferença, sendo diferente. Muito provavelmente não será suposto que saibamos tudo, mas vamos ter que nos elevar um pouco mais, até e quando for realmente difícil.

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