Feel Me

Yupp


Dúvidas, tenho, até quando acho que não estou a duvidar. Tenho dúvidas em relação ao percurso e às escolhas, sempre e de cada vez que não corre como planeei e planeio sempre demasiado. Dúvidas existenciais não, de todo, mas duvido da existência dos outros na minha vida, ao que vieram e porque estão ou não permanecem. Dúvidas que me fazem pensar e enquanto penso estou mais capaz de querer parar de duvidar, porque saber-me-ia bem já saber tudo...

Não sou apenas eu e TUDO tem reflexo no que escolho ou decido não escolher. Não sei quem seria se não tivesse "raízes" e se pudesse apenas ir e voltar quando me sentisse insegura. Não sei descontrair e  parar de controlar e pareço nunca ter forma de relativizar o que não é apenas meu. Não sei o que fazer de tudo o que ainda não domino e dou comigo a acelerar demasiado, sempre e a todos os momentos.

Dúvidas quanto à minha capacidade de continuar a resistir aos embates, porque esta que sou e deste formato, não poderá ser sempre, nem para sempre. Dúvidas quanto ao amor que carrego e que parece não ser capaz de atrair o amor certo. Dúvidas, por vezes, até nas muitas certezas que tenho, mas que se esfumam tão rapidamente quanto penso, talvez por isso continue a pensar demasiado. Dúvidas, algumas bem que poderiam esfumar-se...


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Nem toda a gente entra na nossa vida para ficar, no entanto já aprendi a valorizar cada uma. A perceber o papel que desempenham no meu percurso, porque chegam sem pedir e porque me fazem sentir tão especial apenas para depois me deixarem.

Ainda me consigo lembrar da primeira vez que te olhei de frente, sem obstáculos, sem mais ninguém a importar, apenas nós, durante o tempo que precisámos para nos vermos mesmo e para nos podermos tocar quando o coração parecia já não aguentar. Os teus olhos entraram tão dentro de mim, e percorreram cada pedaço do corpo que tantas vezes ansiaste ter, foste tão tu que quando me tocaste não estranhei nada e soube que te reconheceria em qualquer parte do meu mundo.

Tudo dura o tempo que é suposto, vou aprendendo essa lição valiosa e continuo à espera e a querer que um dia chegue lá, até ao lugar onde já nada será novo, onde eu e tu, quem quer que sejas, conseguiremos falar sem palavras, sentindo de igual forma e fazendo do outro a prioridade. Tudo o que é nosso a nós virá e permanecerá pelo tempo que o conseguirmos manter, nem um segundo mais.

Nem sempre recebemos quem fantasiámos, talvez porque não existam, não no nosso formato. Nem sempre estamos prontos para quem afinal chegou, pondo um certo à frente de cada caixa de pedidos. Nem sempre nos entendemos para entender quem seríamos na vida um do outro. Nem sempre o amor basta e por vezes não basta querermos que o amor nos restaure o que outros danificaram.
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#blogger #blogging #writing #writer #poem #poetry #romance #love #erotica I feel you deep within my soul  I just have to hold on a bit longer,  I can't scream.....


Tu e eu, era assim que via o meu mundo. Tu e eu, nós, os dois a conquistarmos cada pedaço de tudo o que desejávamos ver crescer. Tu e eu aqui, onde chegáramos, aceitando que nos tinham feito assim, apaixonados e a querermos o mesmo. Tu e eu seríamos nós se soubéssemos como. Se conseguíssemos ver para além de cada um, incluindo o que deveria ficar e afastando o que não nos servisse. Tu e eu a encontramos a nossa força, um no outro e em nós sempre. Tu e eu na minha mente e sobretudo no meu coração, seríamos capazes de nos vermos a conseguir, TUDO, até que as nossas vidas terminassem, mas continuassem para lá do que nem conhecemos, tal como não nos conhecíamos antes. Tu e eu, nós, já provámos o sabor a que cada um sabe.

Na minha mente, na imaginação fértil e feliz que possuo e que me alimenta, via-nos juntos. Via-nos a sermos nós...
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deep breath thanks to theacademynewyork Filed under: theacademynewyork to CONSIDER to CONSIDER theacademynewyork docenoon InspirePossibility CreateOpportunity CultureOfPossibility EnthusiasmForOpportunity Art Film Technology Fashion Music News Business Politics Anything Everything BusinessAndInnovation ThoughtLeaders ForYourConsideration


Percalços! O que são afinal e de que formam chegam? Quando menos se espera, essa será mais ou menos a norma, mas também tendemos a protelar decisões, a facilitar e a encomendar para pagar mais tarde, no entanto, volta e meia a vida cobra-nos com alguma antecipação e pumba, corre mal. Nada é perfeito, nem poderia, mas ajudava saber como, quando e onde. Sou uma optimista por natureza, mas também quebro, também me vou abaixo e fico a desejar quem me possa dar colo, quem me liberte o peso dos ombros, quem carregue os sacos, só que seja por alguns minutos, porque isto de ser crescido e de ter quem dependa de nós na íntegra, desgasta e assusta.

Os percalços nem sempre são claros, ou de leitura fácil, porque o que para uns será um problema, para outros apenas uma oportunidade de melhoria. Quando o que nos chega vem num formato difícil, será certamente para nos testar e há que saber estar à altura. Quem não salta cai. Quem não arrisca, morre. Quem não pergunta, nunca ouvirá a resposta...

Sabem o que eu queria mesmo e até que não custava nada ao mundo? Era que ele fosse um pouco mais soft, que me poupasse um pouco e dividisse com os outros o que tanto carrego, mas às tantas a minha análise é que está errada e quem precisa de o ser, primeiro, sou eu!
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Strong original painting by Renata Čėplaitė. Nude


Que estranha esta sensação de já não encontrar sentido em nada do que fui quando supostamente não era apenas eu!

As promessas têm a força do momento, dos sentimentos e dos desejos de serem cumpridos, mas no depois, quando o depois acontece, olhamos de forma incrédula para tanta credulidade. Não existe ingenuidade, apenas amor, muito e capaz de mudar até alguns planetas de órbita. Não existe demência, apenas vontade de que tenham a mesma vontade com que acordamos todos os dias e adormecemos ávidos de recomeçar. Não existe burrice natural, mesmo que os apaixonados pareçam envolver-se numa capa invisível de impossibilidades. 

Já percebi que é possível "desamar" e deixar de ver estando temporariamente cega, talvez por isso não encontre o fogo que me consumiu quando esperava, em total desespero, pelo que se decidissem dar-me. Já percebi que mudei e que não tenho mais forma de encontrar o que perdi, por isso escolho não me perder para sempre.

Não deixa de ser estranha a sensação de já não me lembrar do que me moveu quando estava quieta, entrega ao que conheço e reconhecendo que apenas meu pragmatismo, mas talvez signifique apenas que o ontem ficou lá, no lugar de onde nada poderá voltar...
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How well do you know me? 50 Exciting Questions for Couples


Tremores daqueles que vão tão fundo que quase nos rasgam em mil pedaços até já não os sabermos juntar. Tremores que nos provam a nossa humanidade e o quanto somos vulneráveis aos ventos e às vontades. Tremores que chegam quando não queríamos, mesmo que soubéssemos que viriam. Tremores que quase nos retiram a fé nos outros, mas que também nos recordam do que continuamos a querer para nós.

Não adianta olhar para trás e procurar as brechas, o que ficou mal colado e o que não se soubemos dizer, atempadamente. Não adianta sequer acreditarmos que poderíamos ter feito melhor, porque certamente que fizemos o que era possível. Não adianta querermos que a noite volte, aquela, porque as que chegarão serão novas, com outros ares e luas diferentes. Não adianta perguntarmos porquê e decidirmos que nos iremos fechar aos sons, porque o amor que nos fazia falta, acaba sempre por chegar.

Os meus tremores pareciam-te infundados, mas não tiveste como os tirar, nem foste capaz de me assegurar que não deveriam ficar. Os meus tremores eram da falta que eu já sabia que iria ter de ti!


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So get in touch with your other side and take some stunning hard shadow shots - photos. Shadow science for photographers


É tão difícil avaliar-te pela avaliação dos outros. O que devo afinal saber e o que não me deve interessar de todo? Até onde posso levar a verdade que não me sabe a real, se preciso, TANTO, de conhecer a tua realidade?

Queria que fosses uma tela em branco onde pudéssemos ambos escrever de novo tudo à nossa maneira. Queria que o tempo como o temos parasse e estivesse sob o nosso controlo. Queria querer-te sem demasiadas questões, mas perguntando-te tudo o que pudesses responder, porque preciso e porque apenas assim te terei como és.

Será que te devo entender como te entendem, ou perceber que ainda não percebem nada de ti, do que sentes e como? Será que te tens escondido, tal como eu, mostrando apenas o que a pele carrega, mas carregando o que a pessoa certa saberá ver? Será que posso confiar que confiarás em mim, dando-me o que fará com que te inclua?

Gostava tanto de encontrar quem não erguesse demasiado os muros e me permitisse entrar. Gostava de ser gostada sem medos, impedindo-me de sentir medo do amor. Gostava sobretudo de poder gostar de ti, livremente e sem os pesos do passado, porque gostava que te desses, a mim, como a nenhum outro. Gostava que não fosse difícil gostar de ti...
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Por ti mudo até de planeta. Por ti respiro ao contrário e seguro o sono que quase me derrota. Por ti passarei a ser o teu herói e o que te trará até o que não fores capaz de pedir. Por ti deixarei de me alimentar, usando-te como o alimento que me mantém vivo. Por ti, prometo meu amor, farei o que deve ser feito, porque tu foste feita para mim.

Que nunca me impeça de prometer, porque é fácil fazer-te e ver-te feliz. Saber que é por mim que acordas e arrumas os teus dias. Saber que confias no que decido, por nós, deixa-me capaz até do que ainda não descobri, mas que juro a pés juntos ser capaz de fazer. Passar pelo meu tempo, misturando o teu, e sentindo que se não sentir contigo, se não te tiver, toda, inteira e minha, não terei nada.

Por ti, claro que luto contra fantasmas e empurro as sombras que me podem ofuscar. Por ti fico maior, mas mais frágil e incapaz de resistir sozinho. Por ti acabo a achar que até consigo impedir o mundo de girar e a chuva de cair, molhando-te o corpo que apenas eu posso tocar.

Estou a pensar no que mais poderei fazer por ti, mas não me ocorre mais nada, porque a realidade é que o que faço agora sê-lo-à sempre e para sempre!
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Blog di Sergio Valli - Blog di Cultura dell’Universo: DI SERA


Nem sempre estás só e nem sempre estás com quem te imaginas. Nem sempre o doce tem o sabor que precisavas e nem sempre o amargo te deixa sem quereres voltar a experimentar. Nem sempre o amor que acreditas saber dar é o bastante para que te amem de volta. Nem sempre o sempre será a palavra mais usada, porque raramente se quer para ficar, para durar, para o bem e para o mal.

Estares apenas tu e sem um caminho definido, pode até parecer-te natural, porque é o que fazes, mas precisas sempre de quem o caminhe contigo e faça valer a pena cada pedaço mais irregular, todas as subidas e as descidas íngremes. Quando perceberes que chegaste ao momento em que nada parece ser o bastante, então já estás onde é suposto e é preciso que não estejas sozinha. Quando entenderes que podes ceder e mudar, deixando de lado a consistência que te mantinha apenas tu, então podes recomeçar.

Nem sempre será fácil e claro, mas nem sempre trará dúvidas ou sequer dores insuportáveis. Nem sempre terás que desistir de ter, por vezes bastará que aceites e sorrias ao que te chegou e tudo o resto passará a ser certo. Nem sempre serão vitórias, mas compensarão todas as que trabalhaste por sentir. Nem sempre acabarás as noites sozinha, numa destas, mesmo que não o esperes, terás do teu lado quem ficará verdadeiramente do teu lado!
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